O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
zmanchete

Redução no repasse de dinheiro por empresas do PIM deixa UEA em situação grave

7 de junho de 2017 zmanchete
Compartilhar
Unidade de artes e turismo da UEA em Manaus: cursos mantidos, apesar da situação grave (Foto Secom/Divulgação)

 

Por Daisy Melo, da Redação

MANAUS – Dependente diretamente do dinheiro de faturamento das empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus) – o repasse é definido em lei –, a UEA (Universidade do Estado do Amazonas) está com a situação financeira “grave”, segundo definição do reitor Cleinaldo Costa. Em um cenário em que universidades estaduais brasileiras apresentam grave crise financeira e sofrem com corte no repasse de recursos, inclusive com ameaça de fechar as portas, a UEA, mesmo em momento delicado e preocupante, ainda consegue manter o gasto ‘estável’, mas não de total segurança. Somente neste ano, o orçamento da instituição teve redução de 30%, o equivalente a R$ 115 milhões.

“A situação financeira da UEA, mantida com 1% do que o Polo Industrial produz, é grave, porém estável. Estamos há quase dois anos contingenciando o orçamento para manter os salários em dia e o funcionamento das atividades essenciais da UEA, apesar da retração da arrecadação de 30% do orçamento anual em 2016 e 2017”, disse Cleinaldo Costa. “Entendemos isso como coisas distintas. No entanto, a UEA mantém, em dia, os seus serviços”, assegurou.

No ano passado, as indústrias do PIM repassaram R$ 319,4 milhões à UEA, número que representa uma queda de 13% em relação ao valor investido no ano anterior que foi de R$ 367,8 milhões, conforme informações da Sefaz (Secretaria do Estado da Fazenda). Quando comparado ao valor repassado em 2013, que foi de R$ 350 milhões, a redução dos investimentos totaliza 8,8%.

O repasse dos recursos do Polo Industrial para a UEA é definido pela lei estadual n 2.826, de 29 de setembro de 2003. Os critérios são assim estabelecidos:

  1. b) em favor da Universidade do Estado do Amazonas – UEA, no valor correspondente a:

1 – 10% (dez por cento) do crédito estímulo, calculado em cada período de apuração do ICMS, quando se tratar empresa industrial beneficiada com nível de 100% (cem por cento) de crédito estímulo;

2 – 1,3% (um inteiro e três décimos por cento) sobre o faturamento bruto, sujeito a diferimento, quando se tratar das operações previstas no art. 14, II;

3 – 1,5% (um e meio por cento) do crédito estímulo, calculado em cada período de apuração do ICMS, nos demais casos.

Turmas e contrações

A crise financeira na UEA atingiu, principalmente, a oferta de cursos no interior do Estado. Desde 2015, a instituição deixou de abrir turmas para os 24 cursos especiais com duração de dois anos e meio a quatro anos. Essa modalidade era oferecida em 42 municípios do Estado. Nos vestibulares de 2015 e 2016, o interior teve apenas a oferta de vagas para cursos regulares nos campi de Itacoatiara, Parintins, Tabatinga e Tefé, segundo a pró-reitora de interiorização da UEA, Samara Menezes.

Com encerramento em 2018, as turmas dos módulos especiais de Língua Portuguesa e Gestão Comercial são as únicas em andamento. Estes cursos especiais foram ofertados no vestibular de 2014 e a UEA precisou de uma autorização do TCE (Tribunal de Contas do Estado) para contratação de 62 professores temporários. A necessidade do aval do tribunal ocorreu devido à vigência da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), que impossibilitava a universidade de realizar novas contratações.

Além dos cerca de 1 mil professores efetivos, a UEA chegava a contratar de 30 a 40 professores temporários para ministrar os cursos temporários. “O número de professores e o período de contratação variava conforme a oferta de turmas especiais”, explicou Menezes, acrescentando que o período de contratação era de renovação até o máximo de quatro anos permitido por lei. A crise ofertou, portanto, não apenas a abertura de turmas, mas também a contratação de professores no Estado.

Leia mais

UEA: legado, parcerias e o futuro

Brasil precisa regular gestão da água, defende pesquisador da UEA

Reitoria informa que situação ‘estável’ não é garantia de segurança para a Universidade do Estado do Amazonas (Foto: Secom/Divulgação)

Brasil

A crise atinge diversas universidades estaduais brasileiras. Um dos principais casos é o do Paraná. Na matéria publicada no último dia 2, a Gazeta do Povo afirma que a Secretaria da Fazenda do Estado bloqueou os recursos das universidades estaduais de Maringá (UEM), Londrina (UEL) e do Oeste (UniOeste), que tem campi em diversas cidades do oeste paranaense. Conforme a publicação, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e a do Centro-Oeste (UniCentro) “não entram na lista porque aceitaram se submeter a uma regra imposta pelo governo e pelo Tribunal de Contas do Estado”. A ‘regra’ é a adesão ao Meta4, sistema de gerenciamento de Recursos Humanos do Paraná. A recusa das universidades tem como base o resguardo ao princípio da autonomia garantido por lei.

O reitor da Universidade Estadual de Londrina, Ludoviko Carnasciali, afirmou à Agencia UEL, que “o bloqueio destes recursos afeta o andamento de todas as nossas atividades acadêmicas, prejudicando o ensino em toda a sua extensão”. Em vídeo, o reitor da Universidade de Maringá, Mauro Baesso, diz que “isso implica que a universidade pode não funcionar nos próximos dias. Pode ter até uma crise sanitária, porque não temos nem como comprar produtos de limpeza”.

O Movimento Estudantil da Facedi (Faculdade de Educação) de Itapipoca, da UECE (Universidade Estadual do Ceará), em sua página oficial, na internet, no último dia 2, afirma que o vice-reitor Hildebrando Soares informou, no último dia 2, em reunião com representantes estudantis da UECE, “apresentou esclarecimentos sobre a situação financeira da universidade, apontando o estado de redução na disponibilidade de recursos financeiros pelo governo Camilo Santana, que comprometem o funcionamento das atividades da UECE”.

Ainda conforme a publicação da Facedi, o vice-reitor informou, ainda, que uma reunião entre a representantes da universidade e o governo do Ceará está marcada para esta quarta-feira, dia 7, para tratar da questão dos recursos. “A não revisão dos repasses pelo Governo Camilo comprometerá o funcionamento da UECE, o que poderá implicar na paralisação da universidade nos próximos meses”, diz o texto. Em sua página oficial, a universidade afirma que “notícia sobre falência da UECE é falsa”.

Cleinaldo Costa (Foto: Joelma Sanmelo /Divulgação)
Reitor Cleinaldo Costa diz que situação é difícil em função da queda no repasse de recursos pelas empresas (Foto: Joelma Sanmelo /Divulgação)

Notícias relacionadas

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

Câmara aprova projeto que derruba sigilo sobre gastos públicos

Embaixadores da União Europeia conhecem projetos de pesquisa da UEA

Assuntos Amazonas, Cleinaldo Costa, PIM, UEA, ZFM
Cleber Oliveira 7 de junho de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Aulas serão na Escola Superior de Ciências Sociais da UEA (Foto: UEA/Divulgação)
Serviços

UEA abre 60 vagas para especialização em reforma tributária

22 de maio de 2026
Cerca de 2,5 toneladas de maconha do tipo skank, três fuzis e munições foram apreendidos (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Polícia

Traficantes pulam no rio, fogem e deixam 2,5 toneladas de maconha e armas no barco

22 de maio de 2026
O levantamento mostra taxa de mortalidade infantil de 14,5 óbitos a cada mil nascidos vivos (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Dia a Dia

FVS registra 232 mortes de bebês menores de 1 ano em 4 meses no Amazonas

22 de maio de 2026
Amom Mandel
Política

Câmara aprova projeto que derruba sigilo sobre gastos públicos

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?