O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Receita Federal quer que sites de venda estrangeiros paguem impostos

25 de março de 2022 Economia
Compartilhar
Receita estuda MP para impedir que empresas estrangeiras se livrem dos tributos federais
Receita Federal prepara MP para cobrar tributos de sites de venda (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Por Fábio Pupo, da Folhapress

BRASÍLIA – A Receita Federal estuda uma MP (Medida Provisória) para impedir que empresas de comércio eletrônico estrangeiras vendam mercadorias para brasileiros sem pagar os devidos impostos. A mudança, se efetivada, deve atingir marketplaces como AliExpress e Shopee.

A informação foi dada pelo secretário especial da Receita Federal, Julio Cesar Vieira Gomes, em evento na última quarta-feira (23). Segundo ele, a mudança permitirá verificar o fluxo financeiro das operações e comparar com o que é declarado na importação das mercadorias.

Gomes diz que a medida coibirá o que chama de “camelódromo virtual”. “Estamos desenvolvendo uma medida provisória e acho que ela vai ter ganhos elevadíssimos”, disse Gomes.

As declarações do secretário foram dadas durante encontro com membros da Frente Parlamentar pelo Brasil Competitivo e representantes da iniciativa privada em Brasília, e é sinalizada após pedido de empresários como Alexandre Ostrowiecki, CEO da Multilaser.

Os empresários afirmam que empresas asiáticas têm aproveitado trecho da legislação que autoriza a pessoa física a enviar bens estrangeiros para outra pessoa no Brasil sem pagar impostos, desde que o valor da mercadoria fique abaixo de US$ 50.

A avaliação é que empresas de comércio eletrônico estão fraudando os dados ao registrar mercadorias mais caras com preço abaixo do valor de US$ 50. Além disso, muitas declaram a operação como se fosse uma transação entre duas pessoas físicas.

“Existem grandes plataformas asiáticas de ecommerce que usam uma brecha que permite que pessoas enviem produtos de fora sem pagar imposto. Essa brecha foi criada nos anos 1980 pensando em encomendas de pessoa física para pessoa física”, afirmou Ostrowiecki em vídeo veiculado durante o evento.

“Essas plataformas estão enviando centenas de milhares de pacotes fingindo ser pessoas físicas e subfaturam [os produtos]”, disse.
Segundo ele, dados da Receita apontam que o número de encomendas está crescendo de forma geométrica e já passa de 700 mil pacotes por dia, “direto dos fabricantes asiáticos para a casa das pessoas, sem pagar tributo”.

Para ele, a situação é injusta com as empresas brasileiras -que têm que recolher os impostos brasileiros com uma carga alta.

Segundo Ostrowiecki, o país perde R$ 80 bilhões em arrecadação por ano com as fraudes e a demanda já foi apresentada aos ministérios da Economia e da Justiça, além da PGR (Procuradoria-Geral da República).

Entre as medidas discutidas com a Receita, está fazer os sites de marketplace (que vendem produtos de diferentes lojas) serem responsabilizados criminalmente como solidários às operações de seus parceiros. Além disso, também é sugerida a responsabilização solidária do transportador (como os Correios) em caso de transporte de produto ilegal.

Os empresários ainda defendem a exigência de a nota fiscal acompanhar qualquer mercadoria a ser transportada pelos Correios, com todos os dados fiscais necessários. E pedem ao governo até mesmo o veto a empresas atacadistas, varejistas ou de ecommerce de comprarem os Correios no processo de privatização da estatal.

Nas reuniões com o governo, tem sido feita uma apresentação sobre o contrabando digital organizada pelo IDV (Instituto para o Desenvolvimento do Varejo) -que menciona até perigos sobre a qualidade dos produtos e dos serviços, usando fotos que retratam centros de distribuição das empresas acusadas com mercadorias espalhadas pelo chão.

“Aproveitando-se da pandemia, plataformas digitais internacionais, com operações dentro e fora do Brasil, iniciaram um verdadeiro ataque criminoso à economia brasileira a uma velocidade surpreendente e, ao mesmo tempo, sem qualquer respeito às legislações nacionais –em especial as tributárias”, afirma o texto do IDV.

“Estas plataformas estão dizimando pequenas, médias e até mesmo grandes empresas nacionais, desde o comércio varejista até o setor industrial. Empresas, empregos e a arrecadação de impostos estão sob um ataque sem precedentes na história econômica do país”, diz o texto.

Notícias relacionadas

Governo entra na disputa por negócio bilionário do mercado espacial

Estudo sobre terras raras identifica reservas minerais na Amazônia

Conab e BNDES divulgam resultado de chamada para o Amazônia Viva

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

Governo lança Desenrola MEI para renegociar R$ 12,4 bilhões em dívidas

Assuntos Medida Provisória, Receita Federal, sites de compras
Murilo Rodrigues 25 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Titulares de cratórios têm maior patrimônio médio no Brasil (Imagem ilustrativa/Google)
Economia

Titulares de cartórios têm maior patrimônio médio declarado à Receita

3 de julho de 2026
Receita Federal libera consulta a lote residual do Imposto de Renda (Foto: Marcello Casal/Agência Brasil)
Economia

Consulta ao cashback do IR estará disponível a partir do dia 8

3 de julho de 2026
Juiz determinou que a Receita Federal e a Caixa sejam notificadas da decisão para cumpri-la em 48 horas, sob pena de multa de R$ 5 mil por dia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Economia

Novo CNPJ, com letras e números, será emitido a partir do dia 31

3 de julho de 2026
suframa
Economia

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

2 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?