O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Negócios

Quase um milhão de famílias estão inadimplentes em São Paulo, mostra estudo

14 de junho de 2022 Negócios
Compartilhar

Pesquisa mostra ainda que número de endividamento na cidade chegou a maior nível desde 2010

Saque dos recursos em espécie estará bloqueado para parcela da população considerada mais vulnerável (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
Dinheiro chega cada vez menos nas famílias brasileiras e a inadimplência cresce (Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil)

Tem acontecido a cada mês. Um relatório produzido pela Fecomercio de São Paulo mostrou que o número de famílias envidadas e inadimplentes na capital paulista bateu novamente o recorde histórico da pesquisa, iniciada em janeiro de 2010. Em abril, quase oito em cada dez casas estavam com alguma dívida ativa (75%), segundo o estudo.

Em números absolutos, isso significa que 3 milhões de famílias viviam essa situação hoje na maior metrópole do país – número que jamais havia sido alcançado até então. Além disso, outros 24% dos lares conviviam com contas atrasadas, isto é, em condição de inadimplência. Em dados absolutos, são quase 1 milhão de lares.

Também é um recorde histórico o volume de famílias que dizem que não conseguirão quitar as dívidas atrasadas: 10%, o que representa uma em cada dez famílias paulistanas.

O mês de março já havia sido de recorde: naquele mês, o porcentual de famílias que não conseguiam quitar as dívidas dentro do prazo registrou recorde, batendo a marca dos 23%, o que representava um total de 927 mil lares com contas em atraso. Já o volume das que afirmavam que não conseguiriam pagar as dívidas estava no maior patamar desde outubro de 2018: eram 9,4% nessa situação.

Em meio ao cenário de endividamento, tem crescido também a busca dos varejistas por soluções para seus clientes, para que cada um deles renegocie Casas Bahias, Boticário, Ponto Frio e outros boletos vencidos em grandes cadeias. Esse tipo de dívida, que representava cerca de 12% da composição das contas das famílias na cidade subiu para 22% agora, muito por causa da dificuldade que os consumidores encontram para seguir fazendo compras em meio à crise.

No entanto, o principal vilão segue sendo o cartão de crédito: de acordo com a pesquisa, 93,7% dos lares estavam endividados com essa modalidade em abril, o que representa quase a totalidade dos entrevistados.

Para a FecomercioSP, o aumento na taxa Selic – de 2% para 11,75% ao ano (a.a.) – encareceu os financiamentos e dificultou o acesso ao crédito, levando a uma transferência maior da renda para o sistema financeiro, e não para o consumo. Isso significa que as pessoas estão “pagando mais em juros e têm menos recursos para compras e pagamento de contas”.

Além disso, a entidade aponta que a guerra na Ucrânia, ao impactar a inflação, “dificulta ainda mais o cenário com alta das commodities agrícolas, como o trigo e a soja, além do reajuste dos combustíveis e do aumento dos alimentos”. Com isso, as pessoas buscar crédito no sistema financeiro para manter o padrão de consumo em um cenário de aumento significativo dos preços.

A perspectiva da Fecomercio é que mais gente recorra ao sistema nos próximos meses, aprofundando o fenômeno da transferência de renda para o mercado e não para o consumo. Em abril, 8% das famílias consideravam obter algum recurso com bancos ou financeiras — sendo que, entre eles, 66% pretendiam isso para arcar com compras cotidianas e 31%, para pagamento de dívidas e de contas.

Notícias relacionadas

GBR da Amazônia cria espaço para qualificação em inovação na indústria

Lula diz que mercado transforma pessoas com dívida baixa em clandestinos

Avibras reinicia produção de mísseis com a denominação Aeroco

Bloqueio de apostas pelo Desenrola busca reduzir endividamento

Conteúdo jornalístico: Austrália planeja taxar Meta, Google e TikTok

Assuntos endividamento familiar, inadimplência, renegociação de dívidas
Valmir Lima 14 de junho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Presidente Lula ao lançar o Desenrola 2.0 para renegociação de dívidas (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ABr)
Economia

Lula diz que mercado transforma pessoas com dívida baixa em clandestinos

4 de maio de 2026
Governo debate controle de apostas para implantação do Sinapo (Foto: Joédson Alves/ABr)
Economia

Bloqueio de apostas pelo Desenrola busca reduzir endividamento

2 de maio de 2026
FGTS
Economia

Governo estuda liberar parte do FGTS para quitar dívidas

28 de abril de 2026
O programa prevê descontos sobre multas, isenção de juros e parcelamento em até 12 vezes (Foto: Marcello Casal Jr/ABr)
Economia

Brasileiros estão mais endividados, mas pagam as contas em dia

6 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?