O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

PT não pode tratar evangélicos como gado, afirma Lula em aceno ao eleitorado

30 de novembro de 2021 Política
Compartilhar
Lula é visto como forte cabo eleitoral no Nordeste (Foto: Lula Marques/Agência PT)
Lula quer o partido dialogando com os evangélicos (Foto: Lula Marques/Agência PT)
Por Anna Virginia Balloussier, da Folhapress

SÃO PAULO – O PT “não pode acreditar na história de que os evangélicos e as evangélicas são como se fossem um gado” e deve lembrar o segmento de que a maioria dos fiéis, pobre e periférica, foi beneficiada por políticas públicas iniciadas pelos governos petistas.

As palavras são do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que antecipou no sábado (27) a estratégia que deve usar para recuperar um bloco eleitoral que já lhe foi mais generoso.

Em encontro virtual de mais de duas horas, o petista propôs a criação de “um momento evangélico” na TV e na rádio do partido. Seria uma forma de reverter a falsa premissa de que o verdadeiro cristão não vota na esquerda, martelada por vários dos megapastores brasileiros, hoje alinhados ao presidente Jair Bolsonaro.

É uma argumentação fartamente usada por pastores com linha direta no Palácio do Planalto e maior canhão midiático, capitaneados por Silas Malafaia. Hoje, nenhum líder de uma igreja grande está ao lado de Lula. A bola era mais dividida antes – o próprio Malafaia, que apoiou Lula em 1989 e 2002, é exemplo disso. O bispo Edir Macedo é outro termômetro para o debate eleitoral no campo religioso.

Raramente visto em eventos exteriores à sua igreja, ele vem usando a Folha Universal para expressar predileções ideológicas. Pois elas não são boa notícia para petistas que almejam uma reaproximação com Macedo, ex-parceiro dos governos Lula e Dilma.

Alguns editoriais recentes do jornal da Universal do Reino de Deus: “Vítimas da militância LGBT” (desagravo a Mauricio Souza, o jogador olímpico de vôlei que caiu nas graças bolsonaristas após criticar um beijo homoafetivo do novo Super-Homem), “Proibição da Bíblia na China: o que isso tem a ver com você, brasileiro?” (sobre uma suposta ideologia comunista propagada por PT e outras legendas esquerdistas) e “Os atos da esquerda falam por si mesmos” (a tese de que nenhum país governado pela esquerda deu certo). Houve também um elogio ao 7 de Setembro bolsonarista.

Segundo Lula, é importante oferecer uma contranarrativa “porque há muito fetiche, há muita queimação, há muita maldade, contra e a favor, há muito disse-que-disse”.

Em 2002, o PT distribuiu a Carta aos Evangélicos na porta de igrejas. No panfleto, o então presidenciável dizia possuir “esperança cristã” e fazia vários acenos a adeptos dessa religião, que por anos escutaram pregações que o comparavam a um demônio que fecharia igrejas se assumisse o poder.

Deu certo em parte. Em 2006, estima-se que Lula chegou a ter maioria dos votos evangélicos no segundo turno, contra o tucano Geraldo Alckmin. Transferiu a Dilma Rousseff, sua sucessora, alianças que solidificou com megapastores ao longo de dois mandatos. Edir Macedo foi um deles.

Em 2018, contudo, a maioria do segmento – da base à cúpula pastoral – preferiu Bolsonaro ao petista Fernando Haddad. Sete em cada dez eleitores evangélicos votaram no católico que soube se firmar como candidato preferencial dos pastores, segundo projeção do Datafolha.

Ponto importante sobre a reunião de sábado: todos os convidados na sala virtual já eram simpáticos ao PT. Evangélicos progressistas acertam quando repelem a noção de um bloco monolítico de fé, como se todo fiel seguisse cegamente o que Malafaia, Macedo e companhia dizem.

O meio é plural e horizontalizado demais para isso, e são pelas veias abertas das pequenas igrejas, sobretudo nas periferias, que a mensagem evangelizadora corre com mais pulsão.

Mas pastores com projeção nacional, donos de horários na grade televisiva e, mais recentemente, catapultados pelas redes sociais, muitas vezes servem de bússola para peixes menores no meio.

Confortável no papel de porta-voz do grupo, Malafaia se tornou uma das faces mais conhecidas para os seculares (como evangélicos se referem a quem é de fora da crença deles).

Não está só, contudo. Nomes como André Valadão (Igreja Batista da Lagoinha), popular entre os jovens e com forte presença nas redes sociais, ajudam a disseminar o bolsonarismo nas bases.

Fato é que a força dos pastores que se assumem de esquerda é reduzida, e Lula ainda precisa furar essa bolha se quiser ganhar mais espaço nas igrejas.

Para tanto, sua campanha não descarta diminuir os decibéis para pautas identitárias e focar a economia, repetindo avanços da era petista – mais emprego e renda, menos fome e pobreza, faculdades mais acessíveis etc.

O ex-presidente discursou ao lado da líder nacional do PT, Gleisi Hoffmann, e da deputada Benedita da Silva, há décadas o principal quadro evangélico do partido. Na primeira parte da reunião, mais ouviu do que falou. Cerca de 15 evangélicos selecionados pela legenda se revezaram nas apresentações.

O tom afável monopolizou, vide esta fala do pastor Ariovaldo Ramos, veterano do evangelismo progressista: “O medo do futuro transforma nosso dia a dia no soluçar de dor, […] a extrema direita zombou do nosso Deus. Mentiram descaradamente, dividiram a gente, cooptaram, criaram uma sucessão de fake news”.

Com a palavra, Lula lembrou das sondagens eleitorais, Datafolha incluso, que têm registrado empate técnico entre ele e Bolsonaro, seu provável arquirrival em 2022.

“Nunca acreditei nessa história de que os evangélicos iriam votar não sei onde. Acho que os evangélicos votam naqueles que tiverem capacidade de convencer eles, que fizerem seus argumentos chegarem a eles”, afirmou o grão-petista.

E o que deu errado no pleito passado? “Lamentavelmente, tivemos em 2018 uma campanha avessa, com fake news, com muita mentira, coisa que a gente não estava tão acostumado. E nós aprendemos, nós aprendemos. Eu acompanho pesquisa todo dia e não vejo Bolsonaro ganhar de mim nos evangélicos, eu não vejo. E isso porque ele já tá em campanha, e eu não tô ainda”.

Notícias relacionadas

Gilmar Mendes afirma que Mendonça comete ‘erro crasso’ sobre delação de Vorcaro

Defesa de Jaques Wagner diz que recorreu ao STF para anular busca e apreensão

‘O que é público e funciona, deve permanecer público’, defende o presidente Lula

Câmara aprova projeto que amplia direitos de pessoas com TDAH

Saiba quem são os 12 pré-candidatos a presidente do Brasil; um não tem apoio do partido

Assuntos evangélicos, Lula
Cleber Oliveira 30 de novembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Datafolha: Flávio Bolsonaro é rejeitado por 48% dos eleitores; Lula, por 46%

20 de junho de 2026
Política

Datafolha: em cenário de 1º turno, Lula tem 41%, Flávio, 31%, Caiado, 3% e Renan Santos, 3%

20 de junho de 2026
Presidente Lula e o senador Flávio Bolsonaro
Política

Lula abre 9 pontos sobre Flávio Bolsonaro no 1º turno, diz BTG/Nexus

15 de junho de 2026
Encontro do PT com evangélicos resultou em darta sobre crítica ao uso da religião como manipulação política (Foto: PT/Divulgação)
Política

PT cita versículos da Bíblia para defender reeleição de Lula aos evangélicos

9 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?