O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

PT acusa Partido Progressista de fraudar cotas de mulheres na eleição

5 de dezembro de 2024 Política
Compartilhar
Deputada Janaina Paschoal é uma das líderes do Progressista (Foto: Aloisio Mauricio/Fotoarena/Folhapress)
Por Karina Ferreira, do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O Partido dos Trabalhadores (PT) apresentou uma ação na Justiça Eleitoral de São Paulo na última sexta-feira (29) contra o Partido Progressistas (PP), acusando a sigla de fraude na cota de gênero nas eleições municipais de 2024. A legenda alega que cinco candidaturas femininas foram registradas apenas para cumprir a cota obrigatória de 30%, sem que, de fato, as mulheres tivessem a intenção de concorrer ao cargo.

Procurado pelo Estadão, o diretório municipal do PP na capital paulista afirmou que recebeu a notícia da ação “com grande surpresa”, e a classificou como “uma tentativa desesperada de um candidato não eleito de, por via judicial, reconfigurar a composição da Câmara Municipal de São Paulo para a próxima legislatura”.

Outra ação da mesma natureza foi protocolada pelo vereador Paulo Frange (MDB), que está em seu sétimo mandato na Câmara e não foi reeleito em outubro, ficando como suplente – com 35.338 votos. Na peça, o vereador afirma que “o resultado legítimo do processo eleitoral foi comprometido pela fraude à cota de gênero praticada pelos demandados”. As duas ações foram apresentadas pelo escritório do ex-juiz eleitoral Márlon Reis, um dos responsáveis por criar a Lei da Ficha Limpa.

Caso a fraude seja confirmada, as punições previstas em lei incluem a cassação dos diplomas dos candidatos da legenda, a nulidade dos votos obtidos pelo partido e a inelegibilidade daqueles que praticaram ou consentiram com a conduta ilegal. Isso incluiria a perda de mandato dos vereadores eleitos Janaína Paschoal, Major Palumbo, Dr. Murillo Lima e Sargento Nantes – os dois últimos foram o terceiro e quarto candidatos mais votados da cidade, com 113,8 mil e 112,4 mil votos, respectivamente.

O processo movido pelo PT, entretanto, foi extinto pelo juiz eleitoral, que entendeu que a sigla “não possui legitimidade ativa para isoladamente ajuizar ação judicial eleitoral”. O advogado responsável afirma que o partido entrará novamente com a ação, mas ainda não há previsão de data.

As acusadas de terem participado como laranjas são Cândida de Souza (Alzira Força), Doraci Pereira Chaves (Dorinha Chaves), Eliene Siqueira Ribeiro (Eliene Ribeiro), Gilmara Vanzo Cristão (Gilmara Vanzo) e Renata Del Bianco Raiser (Renata Del Bianco). Ao Estadão, Gilmara disse que não quer comentar o caso, mas que, se for intimada a depor, mostrará ao juiz “conversas que comprovam que jamais aceitaria uma barbárie dessa”. As ex-candidatas Eliane e Renata também foram procuradas pela reportagem, mas até a publicação deste texto não houve retorno. As demais não foram localizadas, e o espaço segue aberto.

A investigação se baseia em diversos indícios que sugerem a falta de efetividade dessas campanhas, tais como a baixa votação, a ausência de agendas, a prestação de contas zerada ou intempestiva e, no caso de Alzira Força, a inelegibilidade prévia por ausência de quitação eleitoral. Entre as candidatas, a votação recebida foi de 18 a 121 votos.

Segundo o Divulgacand, Doraci, Gilmara e Renata não tiveram receitas, nem despesas com a campanha. Eliene declarou despesas de R$ 6,6 mil, mas nenhuma receita. Já Alzira Força foi declarada inapta para concorrer ao pleito.

Única mulher da bancada do PP que seria prejudicada com a comprovação da suposta fraude, a ex-deputada estadual Janaina Paschoal disse ao Estadão que, apesar de não ter participado do processo de formação de chapa, não acredita em fraude.

“O PT e o MDB, com o argumento de proteger o direito das mulheres, querem derrubar uma mulher e os dois vereadores que estão entre os cinco mais votados. Vão tirar os dois que tiveram mais de 100 mil votos, para colocar quem teve menos de 30? Não tem sentido. Ademais, a pessoa menos votada do PP foi um homem. No MDB, foram duas mulheres, com algo perto de 100 votos. Então, os eleitos pelo MDB devem cair também? Não tem lógica”, afirmou a vereadora eleita.

Janaína também disse que conheceu várias mulheres na convenção partidária, entre elas Alzira Força, e que encontrou Renata Del Bianco nas gravações eleitorais. A ex-deputada afirmou que “a decisão de fornecer o material com o candidato a prefeito e não Fundo (Eleitoral), só o PP pode explicar”, pontuando que as candidatas menos votadas do MDB receberam dinheiro do Fundo Eleitoral e tiveram votação parecida com as candidatas do PP, que receberam apenas material de campanha.

Leia a nota do diretório municipal do PP

“É com grande surpresa que o PROGRESSISTAS de São Paulo recebe a notícia de uma ação que busca a cassação dos mandatos de seus vereadores eleitos no município de São Paulo.

É público e notório que todos os candidatos e candidatas do partido receberam material de campanha, realizaram suas campanhas eleitorais, prestaram contas regularmente e obtiveram votação satisfatória.

Ressalta-se, ainda, que o último candidato do partido, ou seja, o menos votado, foi do gênero masculino e que, entre os eleitos, uma mulher, a candidata Janaina Paschoal, obteve expressiva votação.

Portanto, a ação carece de elementos mínimos que possam demonstrar a alegada fraude, tratando-se, na verdade, de uma tentativa desesperada de um candidato não eleito de, por via judicial, reconfigurar a composição da Câmara Municipal de São Paulo para a próxima legislatura.

Diretório do Progressistas de São Paulo

Notícias relacionadas

Eduardo Braga e Alberto Neto lideram disputa para o Senado no Amazonas

Omar tem 40%, Maria do Carmo 25% e David Almeida 20% para governador

Ataque à urna eletrônica domina desinformação sobre as eleições

Juíza condena vereador de Manaus por nepotismo com cargo comissionado

Flávio Dino defende cuidado com declarações para evitar distorções em vídeos

Assuntos cotas de gênero, Janaína Paschoal, PP, PT
Murilo Rodrigues 5 de dezembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Valdemar Costa é uma dos alvos da PF que apura envolvidos em tentativa de Golpe de Estado em 2022 (Foto: Valter Campanato/ABr)
Política

Justiça manda presidente do PL indenizar PT por atribuir ao partido atos do 8/1

12 de maio de 2026
Presidente do, Edinho Silva, em reunião com influenciadores: transformar seguidores em votos (Foto: PT/Divulgação)
Política

PT vai lançar 37 influenciadores como candidatos a deputado para renovar o partido

3 de maio de 2026
Edinho Silva
Política

Bancada do PT errou ao não assinar CPI do Banco Master, afirma presidente do partido

1 de maio de 2026
Cena de vídeo divulgado pelo PT nas redes sociais em que associa Flávio Bolsonaro ao Banco Master (Imagem: Instagram/Reprodução)
Política

PL pede que PGR investigue PT por vídeo do ‘bolsomaster’ contra Flávio Bolsonaro

28 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?