O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Projetos bolsonaristas tem apoio total da bancada evangélica no Congresso

24 de agosto de 2021 Política
Compartilhar
Câmara dos Deputados plenário
Plenário da Câmara: apoio total às pautas do governo (Foto: Cleia Viana/CD)
Por Anna Virginia Balloussier, da Folhapress

SÃO PAULO – Se dependesse apenas de deputados evangélicos, duas bandeiras caras ao bolsonarismo teriam vida fácil no Congresso. O bloco votou em peso para aprovar o voto impresso e para dificultar a demarcação de terras indígenas.

A primeira proposta ficou sem os 308 votos necessários no plenário da Câmara. A segunda ainda não chegou lá, mas em junho ganhou sinal verde na principal comissão da Casa, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

O mapeamento de como votam os congressistas brasileiros com identidade religiosa está na plataforma Religião e Poder, parceria do Iser (Instituto de Estudos da Religião) com a empresa de mídia Gênero e Número. O projeto ganha novo site nesta terça-feira (24).

O presidente Jair Bolsonaro fez um de seus muitos cafunés nos parlamentares evangélicos no mesmo dia em que anunciou sua intenção de indicar um ministro com essa fé para o STF (Supremo Tribunal Federal), em julho de 2019 – promessa que cumpriu dois anos depois, com a nomeação do presbiteriano André Mendonça, ainda no aguardo de sua sabatina no Senado. “Vocês foram decisivos na busca da inflexão do resgate dos valores familiares”, disse Bolsonaro então.

“Quantos tentam nos deixar de lado dizendo que o Estado é laico? O Estado é laico, mas nós somos cristãos. Ou, para plagiar a minha querida Damares (Alves, ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos), nós somos terrivelmente cristãos”.

“Os Deputados de Deus”, reportagem publicada na edição de 1º de julho de 1987 da revista Veja, descreve o papel dos 33 constituintes que tinham como meta de seu “apostolado parlamentar” confeccionar uma Carta nacional a imagem e semelhança “da carta magna de Deus aos homens, a Bíblia”.

Evangélicos inauguraram naquele ano sua primeira bancada em Brasília, ainda de maneira informal. A frente parlamentar foi oficializada em 2003 na Câmara e, desde então, agigantou sua presença nos governos que se seguiram, de Lula (PT) a Bolsonaro (sem partido).

A plataforma do Iser ajuda a dimensionar o quão fiel ao presidente é o bloco evangélico, que ganhou relevo inédito na gestão bolsonarista. A PEC do voto impresso foi arquivada após 229 deputados votarem a favor dela, 79 endossos a menos do que ela precisava. O Iser analisou o posicionamento de 449 deputados que participaram da votação (um se absteve, o outro, Arthur Lira, não votou por ser presidente da Câmara).

Desse montante, 319 deputados estão em pelo menos uma das três frentes parlamentares religiosas que o instituto monitora: a católica, a evangélica e a de defesa dos povos tradicionais de matriz africana. São eles: 191 católicos, 80 evangélicos, 12 cristãos (sem especificar de qual linha), 4 espíritas, 1 espiritualista, 1 da União do Vegetal, 1 ateu, 1 agnóstico, 8 não identificados e 20 sem religião.

Vejamos os dois maiores filões religiosos, representativos de um país onde oito em cada dez pessoas se dizem cristãs, como mostram dados do Datafolha. Entre católicos, 100 disseram não, e 90, sim à causa defendida por Bolsonaro -há Lira ainda, que não vota. Na parcela evangélica, só 8 ficaram contra, enquanto 72 apoiaram que os números digitados por cada eleitor na urna eletrônica sejam impressos.

Outro exemplo: o escrutínio na CCJ do projeto de lei que estorva a delimitação legal das áreas indígenas.

Nenhum dos 21 votos contra a proposta, tida como progressista, pertence a um evangélico. Marco Feliciano (Republicanos-SP), da Assembleia de Deus, o anglicano Kim Kataguiri (DEM-SP) e Marcos Pereira (Republicanos-SP), bispo licenciado da Igreja Universal, estão entre os 11 representantes do segmento favoráveis à ideia, aprovada com o voto de 40 deputados no total.

Apenas um deputado avesso ao projeto é signatário da Frente Parlamentar Evangélica, e ele é católico: Flavio Trad (PSD-MS). É comum que blocos temáticos no Congresso contem com “forasteiros”, já que muitos deputados incluem seu nome na base da camaradagem, para ajudar as frentes a alcançar as 171 assinaturas mínimas para que possam existir.

O número de católicos é proporcionalmente menor (58%) entre os 40 membros pró-demarcação na comissão do que os contrários (76%).

No Brasil de 2021, incluir-se no catolicismo costuma ter menos peso, já que há muitos não praticantes nessa religião. Isso se reflete na política. Não à toa a repercussão da própria bancada católica nos assuntos legislativos é bem mais tímida do que a da irmã evangélica.

“Como a religião tem um lugar importante na cultura brasileira, ela nunca esteve fora desta relação com a política. Afinal, o catolicismo chegou por aqui com os colonizadores e até hoje exerce uma influência nos espaços de poder”, diz Magali Cunha, pesquisadora do Iser. “Porém, foi a ocupação de espaços por evangélicos a partir dos anos 1980, no Legislativo, no Executivo e, mais recentemente, no Judiciário, que levantou a atenção para esta discussão”.

Uma gradação que, segundo Cunha, “explode com o processo eleitoral de 2018, com as alianças religiosas em torno de Bolsonaro, que instrumentalizou, de forma inédita, a dimensão religiosa em uma campanha à Presidência”.

A plataforma Religião e Poder oferece, na repaginação que estreia nesta terça, novidades como a seção Glossário, que explica em linguagem simples termos recorrentes no debate, como “laicidade”.

A ideia é permitir que qualquer interessado tenha fácil acesso a conteúdos sobre religião produzidos por pesquisadores qualificados, diz a antropóloga Lívia Reis, coordenadora de Religião e Política no Iser. “A gente mostra como membros das frentes parlamentares com identidade religiosa se comportam em votações importantes no Congresso, identifica atores influentes dentro de cada frente, analisa como religiosos vêm ocupando também cargos no segundo escalão do governo Bolsonaro”.

Notícias relacionadas

Câmara ‘premia irregularidades’ e favorece desinformação, afirma Transparência Brasil

Câmara aprova projeto que concede privilégios e dificulta punir partidos políticos

Gilmar derruba decisão do TRE-PR e libera publicações de José Dirceu sobre Dallagnol

Justiça penhora bens de Carla Zambelli em ação por uso irregular de foto de Boulos

TRE-AM mantém cassação de Elan Alencar por fraude à cota de gênero

Assuntos bancada evangélica, voto impresso
Cleber Oliveira 24 de agosto de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Jorge Messias
Política

Bancada evangélica apoia Messias no STF por identificação com proibição do aborto

23 de novembro de 2025
Cármen Lúcia questionou advogado que admitiu articulação para golpe de Estado (Imagem: TV STF/YouTube/Reprodução)
Política

Ministra Cármen Lúcia rebate advogado sobre STF ter cogitado voto impresso

14 de outubro de 2025
Ministra Cármen Lúcia
Política

Cármen Lúcia dá bronca em advogado por ‘confusão’ sobre voto impresso e voto auditável

2 de setembro de 2025
Qualquer pessoa pode ter acesso ao boletim de urna (Foto: Abdias Pinheiro/TSE)
Política

Proposta do voto impresso aprovado na CCJ do Senado não inclui recibo ao eleitor

20 de agosto de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?