O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Projeto de lei sobre praticagem ameaça navegação, afirma a Marinha

27 de novembro de 2023 Dia a Dia
Compartilhar
Projeto de lei regulamenta serviço de praticagem de navios no país (Foto: Reprodução/Youtube)
Do ATUAL

MANAUS – A Marinha do Brasil afirmou que o projeto de lei que regulamenta o serviço de praticagem, aprovado no dia 21 deste mês pela Câmara dos Deputados, coloca em “grave risco a segurança da navegação” no país, pois cria “monopólio” nos portos, esvazia a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e retira poder de fiscalização da Marinha.

“O Projeto de Lei n° 757/2022, apensado, na forma do Substitutivo, é contrário aos interesses públicos e ameaça a segurança da navegação, efeito oposto à legislação atual”, comunicou a Marinha, em nota divulgada neste domingo (26).

Os práticos são os profissionais responsáveis por guiar os navios nos canais dos portos. A contratação do serviço é obrigatória para a entrada e saída dos portos no país. No Brasil, segundo os deputados federais, o serviço custa em média cinco vezes mais caro que nos outros países. O deputado Sidney Leite (PSD-AM) disse que, de Macapá a Manaus, a praticagem de um navio custa R$ 2 milhões.

O projeto de lei original foi apresentado pelo Poder Executivo, conforme prevê a Constituição da República. O texto, no entanto, foi substituído por uma outra versão, apresentada pelo relator, deputado Coronel Meira (PL-PE). Com a manobra, os deputados “driblaram” a alegação de vício de iniciativa, que poderia tornar as mudanças inconstitucionais. Com as alterações, o projeto será discutido no Senado Federal.

De acordo com a Marinha, a proposta original “tratava exclusivamente da regulação econômica da atividade de praticagem”, que ficaria sob a competência da Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários).

Os deputados, no entanto, decidiram colocar a Marinha como “regulador econômico”, que passou a acumular a função com a de regulador técnico. A Marinha é contra a medida.

Ainda de acordo com a Marinha, para dificultar a fiscalização, os deputados introduziram, no texto, “questões infralegais, absolutamente técnicas”. Com isso, as mudanças na regulamentação dos serviços, que atualmente ocorrem por decreto, terão que passar pelo Congresso Nacional.

“A versão aprovada não aperfeiçoa a regulação, mas retira dela ferramentas regulatórias, pois ao alçá-las ao nível legal, dificulta a sua atualização com a agilidade que o setor requer”, informou a Marinha.

Conforme representantes do setor, atualmente, a Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e o decreto que regulamenta o serviço abordam a praticagem de forma sucinta.

“A parte principal da regulação se encontra em normas da Marinha (NORMAM-311), porém, sem status legal”, disse o presidente da Praticagem do Brasil e vice-presidente da Associação Internacional de Práticos Marítimos, prático Ricardo Falcão, ao G1.

Isenção

Ainda de acordo com a Marinha, os requisitos previstos para isenção de praticagem por comandantes brasileiros “inviabilizam sua concessão”, contrariando orientação do TCU (Tribunal de Contas da União) que determina a flexibilização das regras.

Conforme o texto, a isenção é válida para comandantes brasileiros de navios de bandeira brasileira que tenham até 100 metros de comprimento e tripulação que seja, no mínimo, dois terços brasileira.

Rodízio e monopólio

Sobre a escala de rodízio única, prevista no projeto aprovado, a Marinha afirma que, “embora adequada sob o aspecto técnico”, a medida “torna perene um monopólio de mercado e, por isso, é incompatível com a regulação econômica proposta na matéria que seguiu para apreciação do Senado”.

De acordo com a Marinha, da forma como está redigida, a escala de rodízio “privilegia a parte prestadora de serviço (a praticagem) na livre negociação proposta, reforçando uma relação desbalanceada”.

Contrário

No dia em que foi votado, o deputado federal Sidney Leite (PSD-AM) apresentou requerimento para retirada do projeto de pauta, mas o pedido foi rejeitado por 349 a 63.

O deputado defendeu regulamentação dos serviços, pois, segundo ele, são caros na Amazônia. Mas defendeu uma discussão mais ampla.

“De Macapá a Manaus, chega a ser pagar R$ 2 milhões de praticagem de um navio”, afirmou Sidney. “Com esse preço da praticagem, a gente joga contra a política do turismo”, completou.

O deputado também defendeu que a Antaq seja o órgão regulador. “Nada mais lúcido de que botar a Antaq para que o setor da praticagem possa estar garantido essa regulação”, afirmou o deputado.

Notícias relacionadas

Escola deve ser suporte para idntificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Deolane se recusa a fornecer a senha de seus celulares à polícia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

Prazo de inscrição do Enem começa na segunda e provas serão em novembro 

Assuntos manchete, Navios, praticagem, projeto de lei, Regulamentação
Felipe Campinas 27 de novembro de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Alívio nos ônibus: cai incidência de roubos de 213 para 51 em Manaus

22 de maio de 2026
Campanha de proteção à mulher contra violência doméstica: mais denúncias e pedido de medida protetiva (Foto: Divulgação/PC-AM)
Dia a Dia

Lei determina proteção imediata à mulher vítima de violência

22 de maio de 2026
Contas do governador Wilson Lima no TCE
Política

TCE recua de ampliar poderes, mas propõe recondução ilimitada do presidente

21 de maio de 2026
Orla de Autazes: Potássio do Brasil vai construir porto para escoar minério (Foto: Potássio do Brasil/Divulgação)
Economia

MPF alega invalidade de licença do Ipaam e pede suspensão do Projeto Potássio no AM

21 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?