O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Políticazmanchete

Processo de migração para Amazonprev enfrenta resistência no TJAM, MP-AM e TCE

20 de outubro de 2015 Política zmanchete
Compartilhar
Procurador Fábio Monteiro descarta, neste momento, a retirada do auxílio moradia dos membros do Ministério Público, que é de R$ 4,3 mil/mês (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Procurador Fábio Monteiro reconhece o descumprimento da lei, mas alega que o Amazonprev “não tem lastro” para bancar aposentadorias (Foto: Raphael Alves/TJAM)

MANAUS – A migração das aposentadorias do Tribunal de Justiça, do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Amazonas para a Amazonprev (o Fundo Único de Previdência Social do Estado) – uma obrigação constitucional estabelecida pela Emenda 20, de 1998, e pela Lei 9.717, de 1998 – enfrenta resistência nessas três instituições, principalmente por parte dos seus membros: desembargadores, juízes, procuradores, promotores e conselheiros.

A informação de que o Tribunal de Justiça do Amazonas está trabalhando para fazer o processo de migração mobilizou a Amazon (Associação dos Magistrados do Amazonas). A direção da entidade convocou os associados para uma reunião, às 10h desta quarta-feira, 21, no anexo do Tribunal de Justiça, para tratar sobre as mudanças cogitadas pela Presidência do TJAM, referente à migração, mas a maioria já chega armada para ouvir as explicações.

O presidente da Amazon, juiz Cássio André Borges dos Santos, afirmou ao AMAZONAS ATUAL que a entidade é historicamente contra a migração, mas disse que quem decidirá sobre o assunto serão os associados. “Vamos ouvir as explicações do tribunal e depois vamos realizar uma assembleia dos associados para decidirmos”, disse. O motivo de a entidade ser contra é “inexplicável”, segundo o presidente. “Não sei porque é contra. É historicamente contra. Mas eu sou presidente desde junho deste ano a entidade já tinha essa posição”, respondeu Cássio Borges ao ser indagado sobre o assunto.

A reunião contará com a presença da diretora de Orçamento e Finanças do TJAM, Rosineide Melo Roldão, e do Secretario-Geral de Justiça do TJAM, José Alves Pacífico, que explicarão as razões que motivaram a decisão sobre a migração dos juízes e desembargadores para o sistema de contribuição gerido pela Amazonprev.

Ministério Público

O procurador-geral de Justiça, Carlos Fábio Monteiro, reconhece que o TJAM, o MP-AM e o TCE estão descumprindo a legislação que obriga o Estado a ter um fundo único de Previdência dos servidores públicos, mas afirma que o MP questiona a dificuldade que a Amazonprev teria de atender a essa demanda de servidores que passaria a ter direito à aposentadoria. “O que o Ministério Público questiona em relação à Amazonprev é que ela teria uma dificuldade de lastro. Ela conta, tradicionalmente, mês a mês, com 99% de respaldo financeiro do próprio governo do Estado. A grande questão aí é que ela se encontra nesta situação. É óbvio que o caminho natural, até por previsão legal, seria um fundo único de previdência que reunisse todos os órgãos”, disse.

Não é bem assim como diz o procurador. Na verdade, a Fundação Amazonprev, como agora é denominado o fundo, adotou o sistema de segregação de massas, que separou os servidores do Estado em dois grupos: um grupo é formado pelos servidores que ingressaram no serviço público até 31 de dezembro de 2003; o outro, dos servidores que ingressaram depois dessa data. Os do primeiro grupo fazem parte do Fundo Financeiro, que é deficitário porque o montante recolhido dos servidores e da contribuição patronal para a Previdência é insuficiente para cobrir o custo das aposentadorias e pensões (há mais aposentados nesse primeiro grupo do que no segundo). O outro grupo faz parte do Fundo Previdenciário, que é superavitário porque tem mais gente contribuindo do que aposentado.

O déficit do Fundo Financeiro, no início deste ano, era de R$ 60 milhões, e o governo precisava injetar recursos para pagar as aposentadorias e pensões dos que estão nesse grupo. Para tentar sanar o déficit, o governo enviou e a Assembleia Legislativa aprovou, no mês passado, um projeto de lei que aumentou a contribuição previdenciária do governo do Estado de 11% para 22%. A projeção da Secretaria de Fazenda é de que em 2016 o déficit seja sanado e o governo volte a recolher uma alíquota de 11% para o Fundo Financeiro.

Monteiro afirma que o Ministério Público está preparado para migrar, desde que seja resolvido o problema que ele aponta como empecilho. Outro fator apontado pelo procurador-geral de Justiça é que a migração deve ser feita por todos os órgãos (TJAM, MP-AM e TCE) e não individualmente. “O caminho natural é o seguinte: para que haja uma migração desse porte, precisa ser feito por todos os órgãos, de forma simultânea. Evidentemente que tem que haver todas as negociações e tratativas por todos os representantes e chefes dos poderes, e o Ministério Público vai cumprir aquilo que tem que ser feito”, disse.

Tribunal de Contas

O presidente do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Josué Filho, aponta outro problema que, segundo ele, impede a migração para o Amazonprev: “O Amazonprev tem que definir qual a idade dele. Eles não querem reconhecer o tempo de contribuição de quem já tem 30 anos no serviço público. Eles dizem que o fundo nasceu em 2003 e não querem reconhecer a contribuição de quem já estava no extinto Ipasea”.

Segundo Josué Filho, ao não reconhecer que o Fundo Previdenciário existe desde o Ipasea, os aposentados e pensionistas do tribunal podem perder com a migração. “Por isso, o Amazonprev tem que, primeiro, dizer qual é a idade dele”.

Em fevereiro desta ano, quanto o tema foi discutido na Assembleia Legislativa do Estado, Josué Filho disse que até a segunda quinzena de março deste ano, o tribunal pactuaria definitivamente com a Fundação Amazonprev fazer a migração. Na ocasião, ele disse que em dezembro do ano passado, os conselheiros aprovaram uma proposta apresentada pela presidência do TCE para que o tribunal aderisse ao regime do Amazonprev.

O que mudaria

Com a migração para o Amazonprev, os aposentados e pensionistas desses poderes (TJAM, MP-AM e TCE) perderiam, por exemplo, as vantagens eventuais que são pagas pelas três instituições sempre que os membros da ativa são contemplados. Um exemplo do Tribunal de Justiça: centenas de desembargadores, juízes, servidores e até herdeiros recebem vantagens pessoais, o que dificilmente seria pago pelo Fundo de Previdência. Sobre esse assunto, os membros dos poderes evitam falar.

Atualmente, os aposentados e pensionistas são pagos com recursos da folha de pagamento no TJAM, no MP-AM e no TCE. De acordo com o procurador Fábio Monteiro, o MP-AM faz o recolhimento da contribuição previdenciária dos servidores e deposita em uma conta que não é mexida. Nessa mesma conta é depositada a contribuição patronal, recolhida pela Procuradoria-Geral de Justiça. Como o pagamento de aposentadorias e pensões é feita com recursos do orçamento do MP-AM, o dinheiro fica em uma aplicação. “Essa conta, quando sentarmos todos para fazer a eventual migração para a Amazonprev ou para um fundo qualquer que seja criado que reúna todos os órgãos, nós temos condições econômica e financeira de fazer toda a transmissão de recursos. Esse recurso é imexível”.

Notícias relacionadas

Justiça nega transporte gratuito a indígenas do Vale do Javari no 2º turno

Juíza suspende perfil de campanha de Maria do Carmo no Instagram

André Mendonça será relator da ação do presidente Lula sobre quebra de sigilos

Flávio Bolsonaro vence em áreas de facções e milícias no Rio de Janeiro

Redução da maioridade penal tem apoio de 95% dos eleitores de Flávio e 84% de Lula

Assuntos Amazon, Amazonas Atual, Amazonprev, migração, MP-AM, Previdência, TJAM
Valmir Lima 20 de outubro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Decisão da Justiça é para cumprimento da pena em regime fechado (Foto: TJAM/Divulgação)
Dia a Dia

Professora é condenada a 16 anos de prisão por estupro de aluno no AM

14 de outubro de 2026
INSS alerta sobre falsa informação referente a aposentadoria por invalidez (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Economia

Para 92%, previdência pública não garantirá estabilidade financeira

13 de outubro de 2026
Política

Lula sobre caminhada: aqui está quem prendeu quadrilha da Previdência, criada por Bolsonaro

3 de outubro de 2026
Airton Luís Corrêa Gentil foi eleito nesta terça-feira (29) com 20 votos (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Desembargador Airton Gentil é eleito novo presidente do TJAM

29 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?