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Augusto Barreto Rocha

Previsões e planejamentos para a seca de 2025

13 de janeiro de 2025 Augusto Barreto Rocha
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MANAUS – Após dois anos com secas históricas, o ano começa com uma inquietação para quem quer planejar a logística para a Amazônia Ocidental em 2025: a seca será severa como nos dois últimos anos ou voltaremos ao padrão anterior? Para responder a esta pergunta, há um recurso de polir a bola de cristal e fazer uso de algum recurso exotérico. Fora disso, no ambiente de especialistas em climatologia e rios da Amazônia, não consigo constatar unanimidades. O que percebo são hipóteses alicerçadas em muitas ressalvas.

Dentre os que entendem que há um novo normal, onde a seca severa se repete, percebo uma convergência em relação a causa: o aquecimento global. 2024 foi novamente o ano mais quente da história, segundo o Copernicus. Ainda mais que isso “cada mês de janeiro a junho de 2024 foi mais quente do que o mês correspondente em qualquer ano anterior”.

Nas conclusões do centro de estudos europeu sobre o clima, “agosto de 2024 igualou o calor recorde de agosto de 2023 e os meses restantes de julho a dezembro foram os segundos mais quentes para a época do ano, após os meses correspondentes em 2023”. Conclusão: foi quente.

 Se o aquecimento global causou a seca, teremos nova seca em 2025. Por outro lado, na análise de outros especialistas, a NOAA (National Oceanic and Atmospheric Administration, do governo dos EUA), indica que La Niña está de volta no Pacífico Tropical, podendo com “59% de chance” persistir até abril de 2025. Em síntese, este fenômeno, tipicamente leva a um aumento das chuvas na região Norte do Brasil. Consequentemente, poderemos não ter uma época de secas tão severa, podendo ainda levar a secas no Sul do país. O problema surge porque em horizontes de tempo superiores a três meses, estas previsões ganham grande incerteza e o histórico é muitas vezes mais assertivo do que a extrapolação dos modelos de previsão.

Para lidar com a vida, é necessário algum planejamento, pois navegar é preciso, mas a vida é incerta. Assim, o que pode ou deve ser feito por cada instituição frente ao cenário climático dependerá da percepção de cada gestor. Dado o conflito de visões, fica claro que existem duas probabilidades base: (a) seca severa: cenário de repetição do quadro do ano passado. Esta condição reforçaria a causa advinda do aquecimento global – neste caso teremos que fazer ações para mitigar ainda mais os custos do último ano. (b) seca branda: todo ano há seca, mas a seca poderá ser mais branda, afinal a umidade e chuvas do La Niña podem interromper a condição de interrupção da navegação de grande porte no Rio Amazonas.

Um destes dois cenários é o de maior probabilidade. Não parece haver um cenário de nenhuma seca sem impactos nos rios. Neste contexto, no próximo dia 23 de janeiro, haverá um evento juntando especialistas para deliberar esta questão. Precisaremos de mais e mais tecnologia para compreender o contexto e calibrar as bolas de cristal de cada gestor da região Amazônica, afinal os recursos dos druidas não são compreendidos nem aceitos pela cultura contemporânea.

O caminho mais certo que temos é dotar a região de infraestrutura, que é o que as sociedades modernas fazem para não ficar dependendo de magos, nem de custos excessivos para viver e prosperar.


Augusto César Barreto Rocha é doutor em Engenharia de Transportes (COPPE/UFRJ), professor da UFAM (Universidade Federal do Amazonas), diretor adjunto da FIEAM, onde é responsável pelas Coordenadorias de Infraestrutura, Transporte e Logística.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos Amazônia, cheia, logística de transporte, logística na Amazônia, seca severa
Cleber Oliveira 13 de janeiro de 2025
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