O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Prefiro ser alvo dos ataques do Bolsonaro do que ser cúmplice dele, diz Moro

9 de dezembro de 2021 Política
Compartilhar
Sérgio Moro se pronunciou sobre ataques do presidente Jair Bolsonaro (Foto: Rodrigo Dias Tome/PR)
Da Folhapress

BRASÍLIA – O presidenciável Sergio Moro (Podemos) disse nesta quinta-feira (9), em entrevista à Rádio Tupi, que preferiu ser alvo dos ataques do presidente Jair Bolsonaro (PL) e de seus apoiadores do que ser “cúmplice” do governo federal ao deixar o cargo de ministro da Justiça, em abril de 2020.

Moro deixou o cargo de ministro da Justiça em 2020 após o presidente decidir exonerar o então diretor-geral da PF (Polícia Federal) Maurício Valeixo, profissional de confiança do ex-juiz. À época, Moro disse que Bolsonaro queria interferir na Polícia Federal. Segundo a colunista do UOL Carla Araújo, Bolsonaro prestou depoimento no início de novembro e negou qualquer interferência no órgão.

O ex-juiz da Operação Lava Jato explicou que percebeu “progressivamente” que o presidente não apoiava suas pautas quando estava no Ministério da Justiça e classificou a atitude de Bolsonaro como uma “sabotagem” ao seu trabalho.

Como exemplo da acusação de “sabotagem”, Moro citou que Bolsonaro sancionou a lei do pacote anticrime em 2019 mesmo após o seu pedido para vetar todo o texto.

Segundo Moro, o texto original da lei – feita pelo ex-juiz- era o ideal, mas as modificações do projeto ao passar na Câmara afetaram demais às medidas previstas “que prejudicavam o combate à corrupção” e, por isso, queria o veto completo do texto, o que não foi concedido pelo mandatário.

‘Orgulho de não proteger o presidente’

Moro afirmou também ter “orgulho” de não ter protegido o presidente e membros do governo de investigações da PF (Polícia Federal), Receita Federal e do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

A fala de Moro foi uma reação à declaração do chefe do Executivo ontem que assumiu que esperava uma interferência do seu ex-ministro da Justiça em órgãos de investigação. “Esse cara não fez absolutamente nada para que Coaf e Receita não bisbilhotassem minha vida e dos brasileiros”, declarou o atual mandatário em entrevista à Gazeta do Povo. “Pode investigar o presidente? Pode, mas legalmente”, emendou.

O presidenciável ainda disse que hoje sabe que o chefe do Executivo queria que o Coaf voltasse para o Ministério da Economia em vez de permanecer no Ministério da Justiça – como Moro defendia. Antes do governo Bolsonaro, o Conselho era do Ministério da Economia, mas passou a ser da Justiça após Moro solicitar a mudança como critério para assumir a pasta.

Em maio de 2019, a transferência do Coaf para a Economia foi aprovada na Câmara. Em dezembro do mesmo ano, o Senado aprovou a MP (Medida Provisória), proposta pelo governo, que transferia o Coaf da Economia para o Banco Central do Brasil e, em janeiro de 2020, o texto foi sancionado, sem vetos, por Bolsonaro.

O Coaf, criado em 1998, tem a atribuição de monitorar as atividades financeiras e de produzir informações para prevenir e combater a lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores, aplicando penas administrativas a entidades do sistema financeiro que não enviarem os dados necessários para esse trabalho de inteligência.

“Agora a gente sabe que o próprio presidente queria que o Coaf fosse para o Ministério da Economia e sabotou o Ministério da Justiça. Hoje mesmo ele fala que ele ficou desapontado comigo porque eu não agi para proteger os filhos dele da investigação da Receita e do Coaf. Como é que eu vou fazer isso? Olhar na cara dos brasileiros e estar protegendo o presidente da República de investigação, protegendo quem fez coisa errada. Eu jamais ia fazer isso”, completou o ex-juiz.

Notícias relacionadas

‘Tragédia humanitária’, diz senador sobre domínio das bets em anúncios na Copa

‘Você tem que pensar na sua mulher e filhos’, diz Lula sobre escolha de candidatos

PF investiga repasse de R$ 90 milhões em emendas Pix para municípios de Roraima

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

Flávio Bolsonaro omite relação dele e de aliados com Daniel Vorcaro em farta aos EUA

Assuntos Bolsonaro, Eleições 2022, Sérgio Moro
Murilo Rodrigues 9 de dezembro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR recomenda manter Bolsonaro em prisão domiciliar

1 de julho de 2026
Política

Moraes autoriza depoimento de Bolsonaro sobre arma apreendida pela PM

20 de junho de 2026
Economia

Pix incomoda os Bolsonaro e os EUA, diz ministro da Fazenda

1 de junho de 2026
Bolsonaro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal, onde ficará em uma sala de Estado (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil)
Política

PGR dá aval para Bolsonaro fazer cirurgia no ombro

25 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?