O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Prefeitura quer dinheiro do estado e da União para retirar flutuantes

21 de junho de 2024 Dia a Dia
Compartilhar
Flutuantes dominam o igarapé do Tarumã-Açu, na margem esquerda do Rio Negro (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – A Prefeitura de Manaus quer ajuda financeira do Governo do Amazonas e do governo federal para retirar flutuantes do Rio Tarumã-Açu, na margem esquerda do Rio Negro. O pedido foi feito nesta quinta-feira (20) à Justiça do Amazonas.

O município relatou que arcou sozinho com os custos na primeira fase, que retirou apenas embarcações abandonadas.

“O Município acabou por assumir integralmente o ônus financeiro da operação, tais como as despesas diretas dos equipamentos, aluguéis, alimentações, transportes e combustíveis de todo o pessoal envolvido, inclusive do Estado e da União”, diz trecho de manifestação da PGM (Procuradoria-Geral do Município).

A prefeitura informou que as próximas etapas serão complexas, pois envolvem barcos ocupados. “Considerando que as próximas etapas serão de complexidade maior, o que impactará de maneira mais contundente na questão orçamentária, o Município requer que, com base na cooperação entre os entes financeiros, haja o apoio financeiro dos demais entes, Estado e União, na ajuda com combustível, alimentação, transporte, e demais custos inerentes ao exercício da função dos seus respectivos servidores”, diz outro trecho da manifestação da PGM.

A remoção das embarcações é um pleito antigo do MP-AM (Ministério Público do Amazonas) e se arrasta há 23 anos na Justiça Amazonense, período em que o número de embarcações aumentou de 40 para 1.000, segundo dados do MP.

A ação judicial foi apresentada em 2001 e foi julgada procedente em 2004. A ordem de execução da sentença só foi proferida em 2021, mas ficou travada em razão de diversos recursos judiciais.

Em agosto do ano passado, o juiz da Vara do Meio Ambiente, Moacir Batista, ordenou que a remoção dos flutuantes ocorresse por fases, sendo os primeiros aqueles usados para fins comerciais. Os últimos serão os que funcionam como moradia.

A maioria das embarcações que dominam o Rio Tarumã-Açu tem utilidade comercial, conforme levantamento da prefeitura. Os flutuantes funcionam como bares e restaurantes e garagens de barcos, e também são usados para lazer, recreação ou locação. A menor parte é usada como moradia.

Em março deste ano, a prefeitura retirou apenas as embarcações abandonadas, após o juiz substituto da Vara do Meio Ambiente, Glen Hudson Machado, mudar a ordem judicial proferida pelo titular, Moacir Batista. A primeira ordem foi restabelecida posteriormente.

Em maio, a prefeitura foi notificada a cumprir a ordem de retirada por fases e reuniu representantes de órgãos municipais no dia 10 deste mês. Na reunião, eles expressaram preocupação na contratação de trabalhadores para executar a ordem e de arcar com outras despesas, como maquinário.

Entenda a retirada

Em julho de 2023, o juiz Moacir Pereira Batista ordenou que a prefeitura retirasse todas as embarcações do lago até o fim do ano. O magistrado determinou que a retirada ocorresse por fases, iniciando por aquelas utilizadas para lazer, recreação ou locação por temporada, diária ou final de semana.

A ordem, no entanto, foi parcialmente cumprida. A procuradora do município Ellen Larissa Frota de Carvalho comunicou à Justiça que a prefeitura notificou 913 flutuantes, sendo 194 residenciais, 251 garagens de embarcações, 415 comerciais e 53 piers, mas que a retirada das embarcações esbarrava em questões financeiras e logísticas.

Em agosto e setembro, a prefeitura alegou que a tarefa ordenada pela Justiça tinha sido orçada em R$ 16 milhões e que o município não tinha o montante para essa finalidade. A prefeitura comunicou, ainda, que o período da vazante dificultava a ação porque havia risco de as embarcações encalharem em bancos de areia.

Em outubro de 2023, ao rejeitar recurso da prefeitura, o juiz fixou em R$ 500 mil a multa diária em caso de descumprimento. “Assim, não sendo cumprida tal ordem até dia 31/12/2023, imponho a multa de R$ 500.000,00 por dia de descumprimento até o limite de 30 dias-multa, sem prejuízo de eventual majoração”, diz trecho da decisão.

No segundo semestre do ano passado, donos de flutuantes suspenderam as atividades em razão da estiagem no estado, que foi severa. No início deste ano, com a subida do Rio Negro, as embarcações usadas para lazer voltaram a funcionar, mesmo com ordem judicial que ordenou a retirada delas e com a notificação da prefeitura para que saíssem do local.

Notícias relacionadas

Roraima elege neste domingo governador para mandato tampão até 2027

Falso alerta da Defesa Civil atingiu cerca de 30 milhões em 8 estados

Violência contra crianças expõe conflito entre proteção e insegurança na família

Trecho de avenida será bloqueado por três meses para obras da Cigás em Manaus

Polícia prende novos suspeitos por morte de jovem em salto de rope jump

Assuntos flutuantes, manchete, Prefeitura de Manaus, Rio Tarumã-açu, Tarumã-Açu
Felipe Campinas 21 de junho de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

violencia contra a crianca
Dia a Dia

Violência contra crianças expõe conflito entre proteção e insegurança na família

21 de junho de 2026
Vala aberta pela Cigás para instalar dutos está em desacordo ao projeto aprovado, diz o Implurb (Foto: Divulgação/Implurb)
Dia a Dia

Trecho de avenida será bloqueado por três meses para obras da Cigás em Manaus

20 de junho de 2026
Polo Urucu de produção de petróleo e gás em Coari (AM): ampliação da produção (Foto: Ag. Petrobras)
Economia

Cresce mercado de petróleo no Norte, mas formação profissional é escassa

20 de junho de 2026
Economia

TRF1 mantém exigência de consulta a indígenas para novas licenças no Azulão

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?