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Valmir Lima

Prefeito, diga se não há uma indústria da multa em Manaus

2 de outubro de 2017 Valmir Lima
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Faixa de Pedestre em frente ao Campus Ufam

Fui surpreendido nesta manhã de segunda-feira, 2, quanto estava ligando o carro, com a visita do carteiro. Trazia uma multa de trânsito, a segunda do mês de setembro. Na semana passada o mesmo carteiro já havia entregado outra. A primeira infração foi no dia 18, a segunda, dia 25. Fui penalizado duas vezes no mesmo local, na Avenida Rodrigo Otávio, próximo ao Centro de Convenções Canaã, em frente à entrada do Campos da Ufam (Universidade Federal do Amazonas).

O motivo da multa, segundo os agentes de trânsito, foi parada proibida pela sinalização. Onde parei, nas duas vezes, paro há mais de dois anos, quase diariamente. O faço para deixar minha filha mais velha, que estuda na Ufam. É uma parada tão rápida que mal daria para o agente de trânsito perceber, se estivesse atento aos problemas naquela área. Claro que o tempo de parada não se justifica em qualquer hipótese se há sinalização proibindo.

O problema é que as paradas não foram feitas onde sinalização proíbe. Duvido que haja alguém mais cumpridor das regras e das leis de trânsito do que eu. Não paro em local proibido muito menos em cima da faixa de pedestre. Minhas paradas para deixar minha filha são feitas sempre depois da faixa de pedestre, um pouco depois da curva de acesso à Rua Paraguaçu, uma viela ao lado do Centro de Convenções Cannaã. De lá sigo para o trabalho, por Petrópolis, até sair no São Francisco, onde fica o Edifício Atrium, sede do ATUAL.

Mas o agente de trânsito estendeu a placa redonda com E+X (Proibido parar e estacionar) à via lateral. Em frente à Ufam, na Rodrigo Otávio, há duas placas desse tipo, mas precisamente em frente à Escola Estadual Djalma da Cunha Batista. Mas se o condutor virar à direita na Paraguaçu, também é multado, como fui duas vezes.

E por que, senhor prefeito, considero que há uma indústria da multa em Manaus? Porque não se vê uma placa de proibido parar e estacionar na extensão da Rodrigo Otávio desde a rotatória do Coroado, até a escola Djalma Batista. Elas foram colocadas apenas ali onde centenas de pessoas poderiam parar para deixar os estudantes da Ufam. Como muitos condutores param ali, imagino que deve ser grande o número de multas aplicadas. Pela lógica do Manaustrans, o estudante que porventura pegar uma carona por quem passa pelo campus, teria que descer do carro com ele em movimento, pular com o carro andando.

Mas não são essas paradas que tornam o trânsito complicado naquela via. São os ônibus pregados com frequência, os caminhões e carretas em horários de pico, problemas que não são combatidos pelo Manaustrans.

Multa graciosa

Mas não é só isso. Em junho de 2016 recebi uma multa graciosa, ao cessar a Avenida Cosme Ferreira, depois de sair da Avenida André Araújo e contornar metade da rotatória do Coroado. O agente de trânsito registrou que eu não peguei com antecedência as faixas da direita. A rotatória tem três faixas. Naquele horário de 18h seria quase impossível o acesso à Cosme Ferreira se o motorista trafegasse pela faixa da esquerda. Trafegar na faixa do meio ou da direita não geraria a infração. A pena foi tão absurda que demorei alguns dias para entender por que havia sido multado, dada a normalidade da manobra que faço diariamente naquele local, mais de uma vez em alguns dias. Recorri da multa, por achar graciosa demais. Mas o Manaustrans simplesmente rejeitou o recurso sem qualquer comunicação. Simplesmente enviou ao Detran-AM para cobrança.

Em 2016, um mês antes de levar a multa graciosa, renovei minha carteira nacional de habilitação. A pessoa que me atendeu se surpreendeu porque havia 9 anos que não me era registrada qualquer multa. E não era porque sempre respeitei as regras. Não estaciono em local proibido, pago o preço que for pelo estacionamento para não deixar o carro na rua. Jamais estaciono em vaga preferencial, mesmo que só haja essas vagas.

Mas o comportamento honesto, nesta cidade, é motivo de piada. A sociedade rir de quem é honesto e aplaude quem é espertalhão. É uma cultura que contamina a maioria, inclusive os agentes de trânsito. A impressão é que eles são premiados por apresentar o maior volume de multas aplicadas. E por isso, inventam motivos para multar.

Absurdo dos absurdos

Um absurdo maior aconteceu com um irmão que tem um carro simples. Em agosto, ao procurar o Detran-AM para o licenciamento anual, foi informado de uma multa aplicada em um município do interior de Goiás. A infração: não acender o farou em uma estrada estadual. Ele nunca saiu do Amazonas. A primeira viagem com o carro para fora de Manaus foi realizada em agosto, para Itacoatiara. Mas o Detran-AM informou que não poderia licenciar o carro sem que a multa fosse paga. O Detran de Goiás, procurado, informou que ele já havia perdido o prazo para recorrer. A multa foi “aplicada” em fevereiro e o dono do carro nunca foi notificado pelo Detran de Goiás. Mas acabou pagando a multa para ter o carro licenciado.

Enquanto isso, 40% dos donos de veículos circulam no Amazonas com o IPVA atrasado, segundo a própria Sefaz. A honestidade, como disse, é motivo de piada. A regra é ser desonesto e espertalhão.

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Assuntos Agente de Trânsito, Amazonas, Detran, Detran-AM, Manaustrans, Multa de trânsito
Valmir Lima 2 de outubro de 2017
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2 Comments
  • carnauba disse:
    3 de outubro de 2017 às 10:18

    Isso é que eu chamo de ditadura. Revolta o cidadão de bem. Vc ainda pode publicar suas agruras, mas pense em qtos cidadãos sofrem isso todos os dias e não podem reclamar.
    Vergonhoso. Mas não tem problema não… as eleições veem aí.

    Responder
  • luiz disse:
    29 de maio de 2018 às 16:26

    foi multado em mov. deixa mant. acesa a luz baixa mas o agente esqueceu que moro em manaus e ainda e dia

    Responder

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