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Economia.

Preços de combustíveis em Manaus são casos de polícia, afirma secretário

11 de junho de 2019 Economia.
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manifestação-motoristas-de-aplicativos
Motoristas de aplicativos protestaram em frente à ALE contra preço do combustível (Foto: Patrick Motta/ATUAL)
Da Redação

MANAUS – Para Rodrigo Guedes, secretário do Procon Municipal, a situação do preço do combustível em Manaus é caso de polícia. “O caso dos postos de combustível em Manaus não é mais caso de Procon é caso de polícia. Eu acho que já deveria ter muita gente atrás das grades”, disse durante manifestação de motoristas de aplicativos em frente à ALE (Assembleia Legislativa) nesta terça-feira, 11.

Segundo o secretário, é preciso cobrar também as distribuidoras. “A gente não tem como cobrar só os postos, porque eles não têm como baixar se a distribuidora não baixar. Então tem que primeiro vir da distribuidora. Elas tem que baixar imediatamente e imediatamente os postos”, disse.

Em protesto, os motoristas cobraram a redução nos preços e resultados da CPI dos combustíveis instaurada pela ALE desde o dia 5 do mês passado. Segundo o representante da categoria, Tiago Rodrigues, a principal reivindicação é que a diminuição no valor dos combustíveis alcance o consumidor final.

“Nosso principal objetivo nessa manifestação é que essa redução chegue nas bombas e chegando nas bombas chega tanto para nós motoristas de aplicativos como para a população. Foram dadas três reduções, a primeira de 5%, a segunda de 7% e ontem teve mais uma redução, de 3%. Foi anunciado em vários meios de comunicação e a única população que não recebe somos nós”, questionou.

De acordo com Glayde Lima, que também está à frente do movimento, os motoristas de aplicativos têm acompanhado o andamento da CPI dos Combustíveis há um ano e não observaram mudanças.

“Nós somos o primeiro estado a ter uma CPI dos combustíveis instaurada no Brasil. Então nós viemos aqui exatamente para cobrar do Poder Legislativo o andamento dessa CPI. Porque nós observamos, temos acompanhado. Há um ano estamos nessa luta fazendo várias manifestações, e a gente observa que a CPI está engavetada”, disse Glayde Lima.

Segundo a organização da manifestação compareceram 400 motoristas no ato público.

(Colaborou Patrick Motta)

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Diferença de preço da cesta básica em Manaus é de até R$ 66,80

Assuntos ALE, CPI dos Combustíveis, motoristas de aplicativo, Procon Manaus
Redação 11 de junho de 2019
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