O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Preço do leite aumenta no campo e ficará mais caro ao consumidor nas cidades

7 de abril de 2022 Economia
Compartilhar
Baixa produção de leite afeta fabricação de queijos (Foto: Attuale Comunicação/Divulgação)
Produção de leite ficou mais cara e custo será repassado ao consumidor (Foto: Attuale Comunicação/Divulgação)
Por Leonardo Vieceli, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – Com o impacto do aumento dos custos no campo, o preço médio do leite pago aos produtores bateu recorde no país em março, indicam dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Segundo analistas, o efeito da alta não se esgota no estágio inicial da cadeia produtiva. O avanço também reduz margens de lucro na indústria e volta a pressionar o bolso dos consumidores nas cidades.

Em março, o preço do litro de leite pago aos produtores foi de R$ 2,2104 na média do Brasil, conforme o Cepea. Trata-se do maior valor para o mês na série histórica da instituição, iniciada em 2005, em termos reais – ou seja, com o desconto da inflação.

O preço é 4,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O valor pago é relativo ao leite captado no mês anterior – neste caso, fevereiro.

De acordo com o Cepea, o aumento não se traduz em ganhos elevados para os produtores. É que, segundo o centro de estudos, o avanço decorre principalmente da alta dos custos, que vem limitando investimentos na atividade e, consequentemente, o potencial de oferta.

De janeiro para fevereiro, o Índice de Captação Leiteira do Cepea refletiu esse cenário. Houve baixa de 0,63% na oferta do produto. “A gente observa alta nos custos para produtores, indústria e consumidor. Ninguém está ganhando dinheiro com isso”, afirma a pesquisadora do Cepea Natália Grigol, que acompanha o setor.

Os custos de produção de leite e derivados ganharam força na pandemia com a valorização de commodities como milho e soja, lembra a pesquisadora. Os grãos são usados como insumos para a alimentação animal.

Se não bastasse isso, o setor também foi afetado pelos reflexos do clima adverso nos últimos meses.

A região Sudeste teve episódios de chuva em excesso, enquanto o Sul passou a amargar período de seca. Os fenômenos extremos castigaram diferentes plantações, incluindo pastagens e milho.

“É uma pressão de custos em um contexto de consumo muito delicado”, afirma Grigol, em referência ao fato de a inflação alta e a renda baixa desafiar o crescimento da demanda por lácteos no país.

Os gastos também ficaram maiores do lado de fora das propriedades rurais. Os custos com transporte de leite para a indústria, por exemplo, são impactados pela disparada dos combustíveis.

Nas fábricas, houve ainda pressões vindas da alta da energia elétrica e do avanço dos preços das embalagens. “Uma série de fatores vem impactando. Os aumentos de soja, milho, petróleo e energia elétrica significam muito na produção de leite e derivados”, diz Cláudio Meirelles, presidente da Cooperativa de Barra Mansa, no estado do Rio de Janeiro.

Segundo ele, indústrias do setor vêm operando a venda de leite com margens “no vermelho”, em razão dos custos elevados. “O consumidor está endividado. Ele não tem mais espaço para grandes aumentos”, afirma Meirelles.

Preços finais voltam a subir O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) mostra que a inflação de leite e derivados até havia dado sinais de trégua para o brasileiro entre o final do ano passado e o início de 2022.

Após uma sequência de sete altas, houve três recuos consecutivos nos preços em novembro (-0,49%), dezembro (-1,55%) e janeiro (-0,52%). Contudo, leite e derivados voltaram a subir nos últimos dois meses, de acordo com o índice, que é calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Houve altas de 1,51% em fevereiro e de 1,76% em março.

O leite longa vida foi o produto com o maior aumento no mês passado: 3,41%. Depois, aparecem manteiga (2,49%), leite fermentado (2,19%) e iogurte e bebidas lácteas (1,38%).

Em março, a inflação acumulada em 12 meses por leite e derivados voltou para a faixa dos dois dígitos, o que não ocorria desde agosto do ano passado. Na comparação com fevereiro, a alta acumulada pulou de 7,29% para 10,32%, aponta o IPCA-15.

Nos últimos 12 meses, os maiores avanços foram os de requeijão (18,2%), iogurte e bebidas lácteas (16,66%) e queijo (13,26%). Já o leite longa vida subiu 7,47% nesse recorte.

“O setor está com os custos muito pressionados”, destaca o pesquisador Felippe Serigati, do centro de estudos FGV Agro. Na visão dele, há incertezas sobre o comportamento dos preços para o consumidor nos próximos meses.

O analista lembra que o início da guerra entre Rússia e Ucrânia, na reta final de fevereiro, gerou aumento nos preços de commodities no mercado internacional.

O avanço de mercadorias como o milho pode causar novos impactos sobre os custos de produção do leite, segundo Serigati. Por outro lado, o dólar vem dando sinais de trégua nas últimas semanas, o que pode amenizar as pressões.

Café com leite e pão com manteiga estão todos mais caros Além do leite, o café também ficou mais caro para o brasileiro, como mostrou a Folha de S.Paulo em fevereiro. Na visão de analistas, a carestia reflete o contexto de demanda global firme e oferta impactada pela seca e pelas geadas do ano passado no Brasil.

Em março, o café moído teve inflação de 2,86%, conforme o IPCA-15. Em 12 meses, o produto acumulou disparada de 62,36%. E, além da manteiga, o pão também teve alta em seus preços, principalmente depois da invasão da Ucrânia pela Rússia, dois dos principais produtores de trigo no mundo.

A guerra elevou os preços no mercado internacional, com reflexo no mercado brasileiro. No começo de março, a tonelada de trigo atingia R$ 1.722 no Paraná, valor que acumula alta 80% em dois anos.

Os preços do pãozinho e da farinha de trigo, que vinham recuando no final de 2021, voltaram a subir. Na segunda quadrissemana de fevereiro (últimos 30 dias até meados do mês), o pão francês teve reajuste de 1,2%, e a farinha, de 1,4%, percentuais bem acima dos de dezembro.

Essa retomada de preços da farinha de trigo e do pãozinho ocorreu após um aumento acumulado de 23% e de 19%, respectivamente, nos dois últimos anos por esses produtos, segundo a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

Notícias relacionadas

Empresários e governo divergem sobre fim da escala 6×1 em audiência no Senado

Receita reduz alcance de incentivo fiscal e Fieam considera afronta e ameaça à ZFM

Em 4 meses, 87,2% das vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

Assuntos Leite, produção de leite
Cleber Oliveira 7 de abril de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Baixa produção de leite afeta fabricação de queijos (Foto: Attuale Comunicação/Divulgação)
Dia a Dia

Conab destina R$ 106 milhões para compra emergencial de leite em pó

23 de dezembro de 2025
Economia

BB e Nestlé vão oferecer crédito para produção regenerativa de leite

21 de outubro de 2025
Baixa produção de leite afeta fabricação de queijos (Foto: Attuale Comunicação/Divulgação)
Economia

Produção de leite foi maior com menos vacas em 2024, registra o IBGE

18 de setembro de 2025
produção de ovos no Brasil
Economia

Governo autoriza comércio interestadual de leite, ovos e mel

14 de março de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?