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Política

Plínio se defende de acusações após fala sobre ‘enforcar’ Marina Silva

20 de março de 2025 Política
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Senador Plínio Valério divulgou nota em que se defende de acusações após fala contra ministra do Meio Ambiente (Imagem: Instagram/Reprodução)
Do ATUAL

MANAUS – O senador Plínio Valério (PSDB-AM) divulgou nota em que se defende de acusações sobre misoginia e apologia à violência contra a mulher. A manifestação ocorre após má repercussão de declaração contra a ministra Marina Silva (Meio Ambiente). Ao receber homenagem da Fecomércio em Manaus, Plínio disse que tolerou a ministra durante seis horas e 10 minutos na CPI das ONGs “sem enforcá-la”.

 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, considerou a fala “combustível para a violência contra a mulher”. Nove deputadas federais acionaram o Comitê de Ética do Senado para pedir a cassação do mandato do senador.

Confira a nota na íntegra de Plínio Valério.

NOTA DO SENADOR PLÍNIO VALÉRIO

Em uma reunião privada com empresários do meu Amazonas, fora do ambiente do Senado e de qualquer área pública, comentei minha atividade parlamentar, como é dever de qualquer detentor de mandato eletivo. Referia-me, como era do interesse de meus interlocutores, a questões amazonenses, em especial ao grande problema do Estado, que é a falta de ligação terrestre com o restante do Brasil, por conta das dificuldades que sofre a BR-319, rodovia vital para toda a região.

Nessa oportunidade, referi-me ao longo depoimento da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, prestado na CPI das ONGs. Ela disse que não iria liberar a rodovia apenas para a população “passear de carro”. Comentei mais esse fato diante de interlocutores que partilhavam minha revolta e a incompreensão geral que o tema desperta no estado. Usei então termos fortes, mas que correspondem ao sentimento da população local. Talvez, como senador da República, não devesse fazer isso, menos pela real intenção, que é zero, e mais pela possibilidade de interpretações descabidas, que realmente aconteceram. Infelizmente o tema repercutiu amplamente.

A partir daí, e em parte pela infelicidade da expressão que utilizei, a questão passou a ser explorada. A própria Marina chamou-me de “psicopata”. Nessa resposta, ela própria reconheceu que inexistia qualquer intenção real, ao dizer que “quem brinca com a vida dos outros ou faz ameaça de brincadeira e rindo” é psicopata.

Para minha surpresa, esse incidente ganhou dimensão, ao ser discutido inclusive no plenário do Senado Federal, creio eu que a partir de uma disputa eleitoral regional. Passei a ser chamado até de misógino e machista.

Minha vida pessoal e minha trajetória política desmentem esses adjetivos. É de minha autoria a lei que torna obrigatório, como disciplina transversal no ensino básico, o combate à violência contra a mulher, assim como partiu de mim o projeto que antecipa para 40 anos os exames obrigatórios preventivos de câncer de mama pela rede pública de saúde. Também partem de mim destinação de significativos recursos a associações como a Jasmin, que protege mulheres vítimas de violência. Neste mês de março foi inaugurado o Centro de Prevenção ao Câncer de Colo de Útero, na FCecon, em Manaus, viabilizado por meio de emendas parlamentares também de minha autoria. O diretor-presidente da instituição, Gerson Mourão, ressaltou que os recursos foram “marcantes” para a melhoria da estrutura e do atendimento às pacientes. Em resumo, toda a minha carreira política se baseou na defesa das mulheres. E assim continuarei, com projetos que combatam a violência contra elas e melhorem suas condições de vida.

Lamento mais uma vez que o episódio tenha sido explorado politicamente e assumido proporções que não se justificam.

Se alguém nessa história toda está ameaçando vidas, não sou eu. Foi por conta da destruição da BR-319 que dezenas de milhares de mulheres – e de homens também, claro – morreram asfixiados durante a epidemia do coronavírus. Toda a região central da Amazônia ficou impedida de receber os comboios de oxigênio pelo esfacelamento das rodovias locais. E esse é, comprovadamente, apenas um dos males causados pela política ambientalista adotada. Na verdade, o repúdio à política de Marina Silva, exposta em depoimento de seis horas à CPI, não parte de mim. Apenas fui seu porta-voz em um encontro privado.

Minhas divergências são em relação à atuação da ministra Marina Silva, e não à sua pessoa. Peço desculpas, de forma sincera, a todos que se sentiram ofendidos pela minha infeliz colocação.

Senador Plínio Valério

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Assuntos CPI das ONGs, manchete, Marina Silva, Plínio Valério, violência contra a mulher
Cleber Oliveira 20 de março de 2025
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