O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Petrobras reduz preço do diesel em 2,1% e da gasolina em 1,9%

30 de abril de 2021 Economia
Compartilhar
Preço do Diesel passou a ser reajustado a cada 15 dias, de acordo com variação do petróleo no mercado internacional (Foto: Petrobras/Divulgação)
Preço do diesel não chegou a cair na proporção que o governo esperava com a redução de impostos (Foto: Petrobras/Divulgação)
Por Nicola Pamplona, da Folhapress

RIO DE JANEIRO – A Petrobras anunciou nesta sexta-feira, 30, reduções de 2,1% no preço do diesel e 1,9% no preço da gasolina, os primeiros reajustes promovidos sob a gestão do general Joaquim Silva e Luna, que tomou posse na companhia no dia 19 de abril.

Os cortes são anunciados na véspera do fim da isenção de impostos federais sobre o óleo diesel, que termina neste sábado, 1°, com potencial para elevar o preço de bomba em R$ 0,35 por litro. Apesar da pressão de caminhoneiros, o governo ainda não informou se manterá o desconto.

A partir deste sábado, segundo a Petrobras, o preço médio do diesel em suas refinarias cairá para R$ 2,71, R$ 0,06 a menos do que o vigente hoje. Já a gasolina cairá R$ 0,05, para R$ 2,59 por litro.

Os cortes ocorrem 15 dias depois das últimas mudanças de preços promovidas pela estatal – aumentos de 1,9% na gasolina e 3,7% no diesel – ainda na gestão Roberto Castello Branco, demitido pelo presidente Jair Bolsonaro em meio à escalada de preços do início do ano.

Em comunicado que acompanha os anúncios de reajustes, a empresa reforça que os preços que pratica “buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo”.

“Os reajustes são realizados a qualquer tempo, sem periodicidade definida, de acordo com as condições de mercado e da análise do ambiente externo. Isso possibilita a companhia competir de maneira mais eficiente e flexível e evita o repasse imediato da volatilidade externa para os preços internos”, diz.

A estatal destaca ainda que os preços são livres e os repasses dependem de outros elos da cadeia. “Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biodiesel e etanol anidro, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores.”

Preocupado com a insatisfação dos caminheiros com os reajustes do início do ano, Bolsonaro anunciou em fevereiro a demissão de Castello Branco e um período de isenção temporária de PIS/Cofins sobre o óleo diesel.

A medida não foi suficiente para conter a pressão e acabou sendo engolida por reajustes nas refinarias, elevações na carga tributária estadual e no preço do biodiesel e serviu mais para segurar a escalada do que para reduzir os preços cobrados nos postos.

Entre a última semana de fevereiro e a semana passada, o preço médio do combustível subiu 0,5%, para R$ 4,204. Ele já esteve mais alto nesse período, chegando a bater R$ 4,274 na semana encerrada em 20 de março, mas começou a cair nas últimas semanas acompanhando cortes nas refinarias da Petrobras.

O fim da isenção é motivo de protestos entre caminhoneiros. Para tentar acalmar a categoria, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, promoveu na semana passada encontro entre as lideranças dos motoristas e representantes da Faria Lima.

O objetivo foi aproximar a categoria do mercado financeiro, para tentar mostrar que há demandas convergentes entre os dois lados e diminuir a insegurança que existe entre investidores pelas ameaças de greve no setor.

Para a Abrava (Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores), o período de isenção de impostos “não foi suficiente para minimizar os prejuízos arcados pelos caminhoneiros de todo o país com os consecutivos aumentos [do início do ano]”.

Na noite de quinta (29), a entidade divulgou nota informando que foi ao Ministério da Economia pedir a prorrogação da isenção. Como contrapartida, sugere a retirada de incentivos fiscais à produção de bebidas na Zona Franca de Manaus.

“Ou seja, o Governo Federal poderia manter o benefício para os caminhoneiros do país inteiro, além de efetuarmos a justiça social, onde teremos cidadãos como prioridade em detrimento de três grandes empresas (Coca-Cola, AMBEV e Heineken)”, disse a Abrava.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos diesel, gasolina, Petrobras, preço da gasolina, preço do diesel
Valmir Lima 30 de abril de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Biodiesel (Foto: Wilson Dias/ABr)
Economia

MME aprova testes sobre uso do diesel com mais de 15% de biodiesel

20 de maio de 2026
Magda Chambriard programa Canal Livre, na Band News (Foto Wilson DiasABr)
Negócios

Petrobras cresce 16% e atinge lucro de R$ 6,2 bilhões em 3 meses

18 de maio de 2026
Refinaria Abreu e Lima
Economia

Refinarias da Petrobras operam com mais de 100% de capacidade

17 de maio de 2026
Componentes que influenciam preços deverão ser divulgados (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Economia

Governo vai pagar subsídio para reduzir preço da gasolina

13 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?