O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
EconomiaEconomia.

Petrobras quer cortar 12 mil com plano de demissão voluntária

2 de abril de 2016 Economia Economia.
Compartilhar
O atual plano de desligamento voluntário deve atingir o dobro de servidores que aderiram ao mesmo programa em 2014 (Foto: Agência Petrobras)
O atual plano de desligamento voluntário deve atingir o dobro de servidores que aderiram ao mesmo programa em 2014 (Foto: Agência Petrobras)

BRASÍLIA – A Petrobras deu nesta sexta-feira, 1°, mais um passo para reduzir de tamanho, ao lançar o segundo programa de incentivo ao desligamento voluntário (PIDV) de empregados dos últimos dois anos, como antecipou o jornal O Estado de S. Paulo no dia 17 de março. A empresa está disposta a pagar de R$ 211 mil a R$ 706 mil para cada concursado que pedir demissão. Assim, espera chegar à mesma estrutura que tinha antes de descobrir o pré-sal, em 2005, e economizar R$ 33,6 bilhões com o pagamento de salários e benefícios, até 2020.

A novidade, dessa vez, é a extensão do incentivo a todos os funcionários e não apenas àqueles já com idade para se aposentar como havia sido imposto no PIDV lançado em 2014. Mas os 12,44 mil empregados em condições de se aposentar ou com mais de 55 anos, de um total de 57 mil, continuam sendo o foco da direção da petroleira.

Se alcançar a meta, a Petrobras vai demitir, até o ano que vem, o dobro do que demitiu no programa anterior, que contou com a adesão de 6,2 mil funcionários.

A ideia é atrair, principalmente, pessoal da área administrativa além dos profissionais mais velhos e com mais tempo de trabalho. Por isso, criou uma fórmula para definir o valor de indenização de cada empregado que considera o número de anos completos na companhia e a idade. O salário base também vai contar.

Sem limite

Os “aposentáveis”, porém, não são os únicos candidatos. Em comunicado interno obtido pelo Estado, a diretoria Corporativa e de Serviços informa aos funcionários que não há limite de adesão ao programa e que os desligamentos devem acontecer “no menor prazo possível”, começando por junho deste ano e se alongando até maio do ano que vem. Para isso, a Petrobras vai investir R$ 4,4 bilhões que, em quatro anos, segundo a empresa, deve render um retorno sobre o custo de 657%.

O prazo de inscrição é de 11 de abril a 31 de agosto. Os que se inscreverem primeiro serão os primeiros a serem demitidos, mas, se for considerado que o desligamento do empregado vai comprometer a operação da empresa, poderá ser determinada a extensão do prazo de trabalho do funcionário que aderiu ao programa, o que vai ser compensado com o pagamento de um adicional de meio salário básico por mês, a partir de dezembro deste ano. O PIDV não é válido, no entanto, para os funcionários que estão sendo investigados por práticas de corrupção.

Antes de lançar oficialmente o programa, a Petrobras convocou, ontem, lideranças sindicais para um reunião no Rio de Janeiro. Dos representantes da companhia, os sindicalistas ouviram que não há previsão de lançamento de novos concursos para contratações, os quadros não serão repostos.

“Se todos os trabalhadores de uma área operacional saírem, vão ser repostos os quadros? A resposta da empresa foi clara: não vai haver concurso”, afirmou Adaedson Bezerra da Costa, secretário-geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), após participar da reunião.

Em comunicado interno, a Petrobras afirma que, com o PIDV, vai adequar o tamanho da empresa “à realidade atual, com foco na otimização da produtividade, considerando o plano de negócios vigente e as reestruturações em andamento”. A ordem é cortar custos, para atender aos “interesses da companhia” e aos dos empregados “quando possível”.

Os sindicalistas criticaram a proposta porque enxergam nela uma tentativa do governo de enxugar a Petrobras. “O pano de fundo é tornar a empresa atrativa para a venda”, disse Costa. Apesar de admitir que a adesão ao programa é uma decisão pessoal, que deve ser tomada individualmente por cada funcionário, ele gravou um áudio divulgado na internet no qual apela aos empregados da Petrobras para que contrariem a vontade da diretoria e não participem do PIDV. “A hora de abandonar o barco não é agora”, afirmou.

Já o Credit Suisse divulgou avaliação do plano de demissão no qual elogia a medida, mas diz que ainda é “insuficiente”, diante da atual fragilidade financeira da empresa. O banco ressalta que com o PIDV e a iniciativa de redução dos cargos gerenciais, anunciada na semana passada, a Petrobras deve conseguir cortar US$ 11,5 bilhões dos seus custos em cinco anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

Notícias relacionadas

Codam aprova 45 projetos com R$ 1 bilhão em investimentos

Número de trabalhador com emprego formal é o maior em 15 anos

Empresários do Amazonas acionam Antaq contra a ‘taxa da seca’

Serviços têm mais trabalhadores com média de 2,2 salários mínimos

Conta de energia será reduzida em 3 estados do Norte e 2 do Nordeste

Assuntos Amazonas Atual, demissão, desligamento, Petrobras
Valmir Lima 2 de abril de 2016
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Navio plataforma da Petrobras: lucro da petrolífera foi menor em 2023 (Foto: Agência Petrobras/Divulgação)
Economia

Margem Equatorial pode garantir mais 40 anos de petróleo para Petrobras

22 de agosto de 2026
Coque de petróleo é de alto valor e um dos maiores mercados é a China (Foto: Divulgação)
Economia

Petrobras exportará coque de petróleo por São João da Barra (RJ)

20 de agosto de 2026
Economia

Justiça do Trabalho suspende demissões coletivas nas Casas Bahia

19 de agosto de 2026
Aloizio Mercadante alerta sobre excesso de subsídios no mercado mundial (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Economia

Mercadante defende que Petrobras atue na mineração de terras raras

18 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?