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Dia a Dia

Pesquisa mostra que reservas em Manaus protegem mamíferos ameaçados

17 de setembro de 2019 Dia a Dia
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registro em unidades de conservação
Câmeras instaladas nas reservas registraram espécies ameaçadas de extinção, como onças-pintadas (Foto: Divulgação)
Da Redação

MANAUS – O monitoramento da biodiversidade em 22 Unidades de Conservação (UC) estaduais realizado pela Sema (Secretaria do Meio Ambiente) mostra como as mudanças climáticas ou a ação do homem no meio ambiente podem afetar o aparecimento ou desaparecimento de espécies da fauna e flora.

Câmeras instaladas nas reservas de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Puranga Conquista e na RDS do Rio Negro, ambas geridas pela Sema, registraram espécies ameaçadas de extinção, como onças-pintadas e tamanduás-bandeira –, evidenciando a importância das unidades de conservação para a preservação das espécies.

O trabalho nas duas unidades é realizado em parceria com os grupos de pesquisa em Ecologia do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia). Na RDS do Rio Negro (a 70 quilômetros de Manaus), a atividade é coordenada pela doutoranda do Programa de Pós-Graduação do Inpa, Dayse Ferreira, que estuda o comportamento de mamíferos de médio e grande porte em área de conservação, além de analisar como fatores socioeconômicos influenciam a caça na região.

“As populações tradicionais que sobrevivem dos recursos naturais na reserva colaboraram muito conosco para a pesquisa. As espécies que estamos estudando fazem parte da alimentação dessas famílias. Esse tipo de estudo em Unidades de Conservação é importante para conciliar a manutenção das espécies com preservação da biodiversidade e, assim, mantermos a RDS conservada”, diz a doutoranda.

A pesquisa intitulada ‘Influência de fatores ambientais e antrópicas sobre a fauna de mamíferos de médio e grande porte na RDS Rio Negro’ conseguiu captar na região imagens de espécies ameaçadas de extinção, como a onça-pintada, o tamanduá-bandeira e antas.

registro em unidades de conservação
Pesquisa conseguiu captar imagens de espécies ameaçadas de extinção, como a anta (Foto: Divulgação)

De acordo com o técnico da Sema, Jefferson Moreira, os estudos mostram a importância das unidades de conservação para a manutenção de espécies. “Animais como as onças, gatos maracajás e jaguatiricas costumam ser muito abatidos em zonas rurais por atacarem a criação, e nestas reservas conseguimos identificar que ainda há uma grande população destes animais. Isto demonstra que a legislação ambiental, que proíbe o abate destes animais, vem sendo respeitada no local, garantindo a conservação destas espécies tão importantes para o meio ambiente”, explica.

Na RDS Puranga Conquista (zona rural de Manaus), o trabalho é realizado pelo doutorando do Inpa, Alexander Arévalo Sandi, que, juntamente com os técnicos da Sema, capacita os moradores da UC para atuarem como protagonistas no monitoramento da biodiversidade local.

“Desde 2017 já registramos a ocorrência de espécies como a cutia, tatu, paca, onça-pintada, jaguatirica e gato-maracajá. Elas são importantes para o equilíbrio da diversidade. A anta, por exemplo, é um dos maiores mamíferos terrestres da Amazônia e é fundamental para diversidade local. São animais importantes por dispersarem sementes em áreas onde não tem pastagem”, afirma o pesquisador.

Conforme o técnico da Sema, o monitoramento é importante ainda para analisar como os fatores externos estão atuando na biodiversidade dentro da unidade de conservação. “Com essas ações, podemos monitorar o crescimento e desenvolvimento de componentes e uso de recursos. Em uma linha temporal, temos a análise do que está acontecendo com a biodiversidade dentro das unidades de conservação”, ressalta Jefferson Moreira.

Metodologia

No trabalho, são monitoradas aves, mamíferos, plantas e borboletas em três estações amostrais (trilhas) na RDS Puranga Conquista. São oito câmeras espalhadas pela reserva. As aves e mamíferos são monitorados durante dez dias em três trilhas de cinco quilômetros. Já o acompanhamento das borboletas é feito durante sete dias da estação seca e sete dias da estação chuvosa. A coleta de informações para as plantas é realizada a cada cinco anos.

Já na RDS do Rio Negro, foram instaladas 70 câmeras em torno da unidade de conservação pelo período de 60 dias. O trabalho é feito contratando moradores da reserva para atuarem na instalação e acompanhamento das câmeras.

Acompanhamento

De acordo com a Sema, o programa de monitoramento conta com recursos do Programa Áreas Protegidas da Amazônia, financiado pelo Fundo Amazônia. A metodologia utilizada faz parte do Programa Nacional de Monitoramento da Biodiversidade do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

A atividade é realizada em 22 unidades de conservação do Estado, com a capacitação dos moradores das reservas para o acompanhamento da fauna e flora local.

Reservas e preservação

As unidades de conservação são uma das maneiras de garantir a conservação da biodiversidade amazônica. No Brasil, existem mais de 12.256 espécies, sendo 732 mamíferos, 1980 aves, 732 répteis, 973 anfíbios e 4.507 peixes. Destes, cerca de 1.173 animais estão na relação de espécies ameaçadas de extinção, de acordo com a lista do ICMBio.

Alguns dos animais que foram registrados no monitoramento da pesquisadora do Inpa e pelos comunitários das unidades, como a onça-pintada e gato-maracajá, figuram entre os animais que estão na lista de risco de desaparecer da natureza.

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Assuntos animais em extinção, fauna amazônica, reservas ambientais, Sema, unidades de conservação
Redação 17 de setembro de 2019
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