
Do ATUAL
MANAUS – Encenação artística sobre efeitos de danos ambientais como desmatamento será apresentada no sábado (9), às 17h, na Rua União do bairro Coroado, zona leste de Manaus. É a primeira performance de “Mangará’, intervenção artística que ocorre em espaços públicos como ruas e praças. Duas oficinas estão incluídas na programação.
“Mangará não se explica, se sente. A gente dança para elaborar o que nos atravessa e para lembrar que a terra está viva e ela grita”, diz a diretora Tainá Andes, estudante do programa de pós-graduação de Mestrado em Dança na UFBA (Universidade Federal da Bahia).
Criada em 2024 a partir do ‘Laboratório de Criação: escritas, provocações e práticas corporais’ vinculado ao mestrado da artista Viviane Palandi na UEA (Universidade do Estado do Amazonas), “Mangará” foi apresentada pela primeira vez na Galeria de Artes da Ufam (Universidade Federal do Amazonas).
“Essa intervenção é a dor diante do desmatamento, da seca e da chuva fora de época. Tudo isso se imprime no corpo como reação espiritual e material”, define Tainá Andes. Neste ano os estudos têm a participação de Jaú Tupinambá e Vívian Oliveira.
Programação
A performance ocorrerá também no dia 13 no Largo São Sebastião, também às 17h. No dia 17 será na Comunidade Nova Esperança Kokama, no Ramal do Brasileirinho, zona leste de Manaus. No mesmo dia será realizada a 1ª oficina “Confluência Criativa” para moradores da comunidade.
No dia 22 haverá a 2ª oficina na sede da Central Única das Favelas do Amazonas na zona sul, aberta ao público. As inscrições devem ser feitas por meio de formulário virtual disponibilizado no perfil do Instagram de Tainá Andes (@tainaandes).
A intervenção urbana é apresentada por Tainá Andes, Jaú Tupinambá e Vívian Oliveira, que estreia na composição musical cênica.
