O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Palácio do Planalto usa CPI para atacar delações da JBS

11 de setembro de 2017 Política
Compartilhar
Michel Temer é investigado pelo Ministério Público Federal por organização criminosa e obstrução da Justiça (Foto: Lula Marques\PT)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O Palácio do Planalto traçou uma estratégia para tentar transformar a CPI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) que vai investigar operações da JBS em uma arma contra os delatores da Lava Jato. À espera de que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresente nesta semana uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer, a base aliada vai atacar os últimos acordos de colaboração premiada, que atingiram a cúpula do governo e o PMDB.

Reforçada pela prisão, neste domingo, 10, do empresário Joesley Batista, do Grupo J&F, que controla a JBS, e do executivo Ricardo Saud, a ideia é pôr em xeque as delações fechadas sob Janot, incluindo a do corretor Lúcio Funaro. O depoimento de Funaro deve servir de ‘gancho’ para mais uma acusação contra Temer, investigado pelo Ministério Público Federal por organização criminosa e obstrução da Justiça.

Janot deixa o cargo no dia 17 e será substituído por Raquel Dodge. Embora o Planalto aposte nessa troca para que a Lava Jato tome “outro rumo”, a ordem é desqualificar tudo o que foi feito até agora pelo procurador-geral. O argumento do governo é de que a delação da J&F é “fajuta” e, como uma árvore podre, contamina os “frutos”.

“Se houver nova denúncia contra o presidente e ela for baseada em fatos ligados aos delatores da JBS, obviamente ficará contaminada”, afirmou o criminalista Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, defensor de Temer. “Além disso, os fatos de uma nova denúncia, se é que ela vem, só podem dizer respeito ao exercício do mandato do presidente”, disse o advogado.

Mariz entrou com recurso no Supremo Tribunal Federal pedindo a suspeição de Janot, sob a justificativa de que ele persegue Temer por motivos políticos. Solicitou, ainda, que qualquer outra acusação contra o presidente seja suspensa até o STF se pronunciar sobre o assunto. O plenário da Corte julgará os dois temas nesta quarta-feira, 13.

Requerimentos

Além da defesa jurídica, Temer faz articulações para fustigar delatores e seus parceiros, na CPI da JBS, com requerimentos de informações e pedidos de quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico. Um dos alvos do Planalto será o ex-procurador Marcello Miller, que não teve a prisão decretada pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF, apesar do pedido de Janot.

Em junho, ao ser denunciado por corrupção passiva, Temer levantou suspeitas sobre a ligação entre Miller e Janot. À época disse que o ex-procurador “ganhou milhões” em poucos meses. Miller afirma nunca ter cometido “qualquer crime ou ato de improbidade”.

A previsão do presidente da CPI, senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO), é começar a ouvir Joesley, Saud e outros envolvidos na delação, como Miller, a partir da semana que vem. Requerimentos de convocação devem ser votados terça-feira, 12, quando será escolhido o relator da CPI. Na lista dos cotados estão os deputados Carlos Marun (PMDB-MS), Hugo Leal (PSB-RJ) e Fernando Francischini (SD-PR).

Ataídes esteve com Temer no Palácio do Jaburu, sábado, mas disse não ter tratado sobre a CPI, que também investigará empréstimos do Banco Nacional de Investimento Econômico e Social (BNDES) para a JBS. “Não falei sobre CPI, mas sobre a duplicação da BR-153”, afirmou. O encontro não constou na agenda oficial do presidente.

Autor de 57 dos 95 requerimentos apresentados até agora na comissão – incluindo a convocação dos delatores e o convite para Janot prestar esclarecimentos -, o deputado Izalci Lucas (PSDB-DF) disse que, após a prisão de Joesley, a CPI ganhou relevância. “A prisão só demonstra que se tem muita a coisa a ser explicada. Vamos chamar inclusive o ex-procurador Marcelo Miller. É muito grave essa interferência dele como integrante do Ministério Público.”

Notícias relacionadas

Eleições 2026: veja as regras para votar no primeiro turno

Post sobre autista: juíza nega liminar a Maria do Carmo contra Roberto Cidade

Rotta deixa oficialmente o Avante depois de romper com David Almeida

Juíza suspende pesquisa do Instituto Projeta divulgada na semana passada

Fragmentação política esvazia debate eleitoral na TV, afirma pesquisadora

Assuntos Brasília, delações, JBS, Lava Jato, Michel Temer
Redação 11 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Primeira parcela do 13º salário é paga sem descontos de taxas e impostos (Foto: Reprodução)
Política

Maiores doações de campanha são de ex-ministro de Temer e de empresário

19 de agosto de 2026
Senador Eduardo Braga e Lula
Política

Braga se reúne com Lula e trata de pautas prioritárias do Amazonas

11 de agosto de 2026
Projeto foi aprovado pelo Congresso Nacional e tornado lei ao ser sancionado pelo presidente Lula (Foto: Leonardo Sá/Agência Senado)
Política

Grupo que planejava atentado nas eleições tinha mapa das plantas do Congresso e STF

10 de agosto de 2026
Michel Temer
Política

Temer diz que Daniel Vorcaro é uma pessoa ‘muito doce e suave’, mas exagerou

8 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?