O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

País tinha 23,3% dos domicílios sem qualquer renda no 2º trimestre

9 de setembro de 2024 Economia
Compartilhar
dinheiro
Segundo o Ipea, 23,3% das famílias sobrevivem sem renda de trabalho (Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil))
Por Daniela Amorim, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – Embora o mercado de trabalho siga renovando recordes de pessoas ocupadas, o Brasil ainda tinha 23,3% das famílias sobrevivendo sem qualquer renda do mercado de trabalho no segundo trimestre deste ano. Os dados são de um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

A fatia de domicílios sem renda do trabalho atualmente é mais elevada do que no pré-pandemia, mas houve melhora em relação ao primeiro trimestre deste ano, quando 23,9% dos lares não possuíam ganhos provenientes de um emprego.

No primeiro trimestre de 2020, no pré-Covid, essa proporção de família sem renda do trabalho era mais baixa, 22,7%, alcançando no trimestre seguinte um ápice da série histórica: 28,7% das famílias brasileiras ficaram sem qualquer rendimento do trabalho no segundo trimestre de 2020, devido ao choque inicial provocado pela crise de Covid-19 no país.

O estudo tem como base as informações coletadas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Na passagem do primeiro trimestre de 2024 para o segundo trimestre deste ano, houve redução também na proporção de domicílios enquadrados nas faixas de renda mais elevadas. No grupo considerado de renda alta, a fatia de famílias desceu de 2,7% no primeiro trimestre para 2,3% no segundo trimestre deste ano, por exemplo. Os grupos com aumento na fatia de domicílios foram os de renda muito baixa (de 25,3% para 26,6%), renda baixa (de 11,7% para 11,9%) e renda média-baixa (de 15,3% para 16,3%).

Como resultado, o índice de Gini da renda domiciliar do trabalho – indicador que mede a desigualdade de renda, numa escala de 0 a 1, em que, quanto mais perto de 1 o resultado, maior é a concentração de renda – manteve-se em 0,520 no segundo trimestre de 2024, mesmo resultado visto no primeiro trimestre.

Segundo o Ipea, embora a renda individual mantenha a trajetória de crescimento em relação ao mesmo período do ano anterior, houve uma queda da média de pessoas ocupadas por domicílio no primeiro semestre de 2024.

“O crescimento interanual da renda habitual média foi de 5,8%. Entretanto, estimativas mensais mostram que o rendimento habitual médio real alcançou o pico em abril de 2024 (R$ 3 255,00), tendo recuado até R$ 3.187,00 em julho de 2024, valor 2,1% menor”, calculou Sandro Sacchet de Carvalho, técnico de planejamento e pesquisa na Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, no levantamento.

Notícias relacionadas

Bancos impulsionam consignado privado pelo Crédito do Trabalhador

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

Governo congela R$ 23,7 bilhões em despesas no Orçamento

Consumo de café aumentou no Brasil de janeiro a abril de 2026

Previsão de gastos com benefícios previdenciários sobe R$ 11,8 bilhões

Assuntos Ipea, renda salarial, Trabalho
Cleber Oliveira 9 de setembro de 2024
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

As mullheres buscam maior equidade com os salários dos homens
Economia

Fim da escala 6×1: economistas alertam sobre envelhecimento e custo do trabalho

24 de maio de 2026
Trabalhadores em manifestação pela redução da jornada de trabalho (Foto: Tânia Rêgo/ABr)
Economia

Fim da escala 6×1 é apoiado por 68% e 22% são contra a mudança

18 de maio de 2026
Bens de informática teve o melhor desempenho por subsetor (Foto: Gilson Abreu/Fiep)
Economia

Governo lança campanha pelo fim da jornada de trabalho 6×1

4 de maio de 2026
Economia

Estudos mostram impacto mínimo da redução do tempo de trabalho nas empresas

1 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?