O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Os EUA podem fazer do Brasil um país melhor, diz ministro de Relações Exteriores

25 de setembro de 2020 Política
Compartilhar
Ernesto Araújo se irritou com filho de Bolsonaro (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Ernesto Araújo defende aliança com os EUA (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr)
Da Agência Senado

BRASÍLIA – O Brasil sente orgulho de se colocar como um forte aliado dos EUA e essa aliança deverá ser mantida caso Joe Biden vença as eleições presidenciais naquele país. Este foi o ponto defendido pelo chanceler, Ernesto Araújo, na Comissão de Relações Exteriores (CRE), ao ser questionado por diversos senadores sobre a relação do Brasil com os EUA.

“Nossa proximidade é com os EUA enquanto país, não com Trump (o atual presidente, Donald Trump). Esta aliança é de interesse permanente para os dois lados. Um governo do Partido Democrata (de Biden) provavelmente manterá essa posição, a menos que queiram trabalhar contra seus próprios interesses, o que tenho certeza não irá ocorrer”, afirmou Araújo nessa quinta-feira, 24.

Para o chanceler, os EUA podem tornar o Brasil um país melhor, inclusive nos ajudando a cumprir a Constituição de 1988. “Temos parceiros que podem nos ajudar a defender os interesses do nosso povo, alguns mais que outros. E hoje o parceiro que mais pode nos ajudar a cumprir a Constituição, a independência, os direitos humanos e outros objetivos são os EUA. Não tenho vergonha nenhuma de que seja um parceiro tão importante, eles podem nos ajudar a transformar o Brasil do jeito que queremos fazer, numa real democracia e economia de mercado, respeitados no planeta. Os EUA trabalham por grandes valores”, disse.

Críticas

A postura de Araújo teve o contraponto de diversos senadores. Jaques Wagner (PT-BA) lembrou que enquanto o Brasil libera o mercado interno de etanol para produtores norte-americanos, eles taxam com mais rigor a entrada do aço brasileiro naquele país.

Telmário Mota (Pros-RR) chegou a entregar uma bandeira do Brasil ao chanceler, dizendo que é a bandeira que ele deve defender, em vez de a norte-americana. Araújo agradeceu, garantindo que já tinha várias, e a elogiou “por ser grande”. Para Telmário, toda a fala do chanceler durante a reunião “foi para inglês ver”. O senador ainda fez fortes críticas à postura dos governos do Brasil e dos EUA contra a Venezuela, que também atinge a economia de Roraima.

“Não podemos brigar com quem compra da gente, com quem contribui pro nosso comércio. Quando começaram as sanções dos EUA contra a Venezuela, o comércio de Roraima com eles caiu de US$ 350 milhões, em 2018, para US$ 238 milhões, em 2019. As sanções fecharam 96% do comércio de Pacaraima, foi o caos absoluto, a exportação toda estrangulou. Uma loucura! Todo o calcário de Roraima vem da Venezuela, onde a tonelada custa R$ 70. Mas no Brasil é R$ 300. Ou seja, se quem planta soja em Roraima depender do calcário local, ninguém tem mercado”, protestou.

O senador também criticou o fechamento das fronteiras entre os dois países, quando ainda não havia o problema da pandemia. Telmário lembrou que após a reabertura da fronteira, o PIB de Roraima, em 2019, cresceu 4,3%, muito acima da média nacional, que foi de 1,1%.

Na resposta, Araújo disse que a redemocratização da Venezuela, que seria o objetivo do governo brasileiro, proporcionará grandes ganhos econômicos para Roraima. O ministro informou ainda que o Itamaraty negocia a construção de uma estrada para a Guiana, que poderá escoar a produção roraimense. Na réplica, Telmário protestou, lembrando que praticamente todas as estradas em Roraima “estão praticamente intransitáveis” e portanto seria melhor o governo federal investir nelas.

Randolfe Rodrigues (Rede-AP) lembrou que o Brasil negocia fechar um acordo com os EUA visando combater a corrupção. O senador disse esperar que o acordo inclua também o combate à prática das “rachadinhas” em gabinetes parlamentares. E Zenaide Maia (Pros-RN) também criticou a postura do Brasil no conflito entre EUA e Venezuela. Citou uma declaração recente de Mike Pompeo, de que seu país já bloqueou mais de U$ 30 bilhões venezuelanos, fruto da exportação de petróleo, graças às sanções. A senadora considera contraditório os EUA dizerem que querem o bem do povo venezuelano, enquanto o condenam “à fome e à miséria”.

Política ambiental

Zenaide e Rogério Carvalho (PT-SE) também fizeram reparos à “postura negacionista” que dizem haver no governo Bolsonaro, em relação às mudanças climáticas. Carvalho disse que o discurso de Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU, na terça-feira, 22, teve esse viés e “foi ridicularizado em todo o mundo”. Na resposta, Araújo afirmou que a tese de que as mudanças climáticas são um fenômeno causado principalmente pela ação humana ainda não é um consenso científico.

“Há muitos cientistas que contestam não a existência do fenômeno, mas sua magnitude, e o fato de ser ou não predominantemente causado pelo homem. Esses cientistas infelizmente são demonizados, são postos fora do debate. Eu acho isso incorreto, pois essas críticas existem. Precisamos tomar decisões com base na melhor ciência, pois ela não é questão de quem tem a maioria”, disse.

Araújo reiterou, no entanto, que o governo brasileiro prioriza a agenda ambiental, tanto que, segundo ele, cerca de 40% das tratativas relacionadas à entrada do Brasil na Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) são sobre acordos nessa área.

Notícias relacionadas

‘Tragédia humanitária’, diz senador sobre domínio das bets em anúncios na Copa

‘Você tem que pensar na sua mulher e filhos’, diz Lula sobre escolha de candidatos

PF investiga repasse de R$ 90 milhões em emendas Pix para municípios de Roraima

Presidente do TSE vai propor acordo com big techs para combater desinformação nas eleições

Flávio Bolsonaro omite relação dele e de aliados com Daniel Vorcaro em farta aos EUA

Assuntos Ernesto Araújo, Estados Unidos
Cleber Oliveira 25 de setembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Rangel Siqueira Lopes disse:
    25 de setembro de 2020 às 11:35

    Bom dia !!!

    Realmente, como podem os EUA querer o bem estar do povo venezuelano, se fazem de tudo para aumentar a fome e a miséria do povo daquele país ?
    E como o “Chanceler” do Brasil pretende contribuir para a redemocratização da Venezuela ?
    Isso não é estratégia política, é subserviência a um “país” que se acha no direito de contribuir para o aumento da fome e da miséria de um povo, apenas por divergências de ideologia, é vergonhoso que nosso país se alinhe com esse tipo de plano, como se os EUA fossem “salvar” o povo venezuelano, tão santinhos os norte americanos, sejam Republicanos ou Democratas os EUA só pensam em si, mesmo que outros países e o seu povo sejam destruídos, fiquem na miséria, passem fome e outros males a mais, se tudo isso fortalecer os americanos politicamente e economicamente, os americanos não dão a mínima.
    Seremos vassalos dos EUA enquanto esse governo estiver aí….

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Pix tem novas regras, mas não há cobrança de impostos (Foto: Marcelo Casal Jr./ABr)
Economia

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

2 de julho de 2026
Esporte

Austrália supera a Turquia e divide liderança com os EUA no Grupo D

14 de junho de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

Moraes libera para julgamento ação contra Eduardo Bolsonaro por atuar pelo tarifaço

3 de junho de 2026
Eduardo Bolsonaro
Política

Fundo de advogado e aliado de Eduardo Bolsonaro comprou casa em cidade em que ele vive nos EUA

16 de maio de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?