O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Orçamento de 2021 tem redução de gastos com o auxílio-doença

29 de março de 2021 Economia
Compartilhar
regras para pagar auxílio-doença deverão mudar (Foto: Pedro França/Agência Senado)
Por Thiago Resende, da Folhapress

BRASÍLIA – O projeto de Orçamento de 2021, aprovado na semana passada pelo Congresso, prevê uma redução nos gastos com auxílio-doença contando com mudanças nas regras do benefício que não foram combinadas com o time do ministro Paulo Guedes (Economia).

O relator do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC), cortou em cerca de R$ 4 bilhões a estimativa de despesas com auxílio-doença partindo da premissa de que o governo enviará uma MP (medida provisória) alterando a forma de pagamento do benefício.

O movimento fez parte da estratégia de Bittar para ampliar a verba para emendas parlamentares, usadas por deputados e senadores para destinarem recursos do Orçamento a suas bases eleitorais.

O ministro Paulo Guedes (Economia) e o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator do Orçamento – Edu Andrade – 04.mar.2021/Ministério da Economia.

Segundo técnicos da equipe econômica, esse corte no auxílio-doença não teve aval da pasta e há a possibilidade de a MP nem ser publicada, pois o assunto ainda está em discussão pelo governo.

Bittar criou um mecanismo para que os R$ 4 bilhões em emendas só sejam liberados após ser aprovada uma lei ou apresentada uma medida provisória que altere as regras de pagamento do auxílio-doença.

O projeto de Orçamento não diz exatamente qual deve ser a mudança no benefício. O que está em estudo é que o pagamento concedido a trabalhadores afastados por motivos de saúde poderá ser feito pelas empresas, em vez do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), como ocorre hoje.

O reembolso para a empresa seria por abatimento em imposto federal devido ao governo, como a contribuição patronal para a Previdência.
A ideia de alterar as regras do auxílio-doença foi desenhada em 2019 pela secretaria especial de Previdência e Trabalho.

Membros do Ministério da Economia avaliam que agora o momento é outro. Por causa da crise, muitas empresas não têm dinheiro em caixa para bancar o benefício dos trabalhadores em troca de uma compensação que viria apenas posteriormente como abatimento de tributos.

No mecanismo criado por Bittar e aprovado pelo Congresso, se as mudanças no auxílio-doença não forem apresentadas em até 30 dias após o Orçamento ser convertido em lei, os gastos condicionados a esta medida -os R$ 4 bilhões em emendas- deverão ser cancelados.

Apesar de a equipe de Guedes dizer que não deu aval a esse instrumento, líderes governistas participaram das negociações do Orçamento, que turbinou o volume de emendas parlamentares.

Uma das possibilidades em análise pela ala política, então, é que um congressista apresente o projeto de lei para viabilizar a mudança nas regras do auxílio-doença.

No entanto, a proposta, que enfrenta resistência em alguns partidos, precisaria de uma tramitação rápida na Câmara e no Senado para que o Palácio do Planalto tenha tempo para sancionar a lei dentro do prazo.

Atualmente, os primeiros 15 dias de afastamento do empregado já são custeados pelas empresas. O auxílio-doença passa a ser pago pelo INSS somente após a perícia médica.

Porém, há perícias que levam mais de um mês para serem realizadas, período em que o funcionário fica sem pagamento -não recebe da empresa, porque está afastado, e nem do INSS, porque o benefício ainda não foi liberado. A ideia que chegou a ser estudada pela equipe de Guedes em 2019 é que a empresa assuma o pagamento.

Notícias relacionadas

Empresários e governo divergem sobre fim da escala 6×1 em audiência no Senado

Receita reduz alcance de incentivo fiscal e Fieam considera afronta e ameaça à ZFM

Em 4 meses, 87,2% das vagas de trabalho foram ocupadas por inscritos no CadÚnico

Missão do Inmetro na China fortalece estudos regulatórios para carros elétricos

Suframa aprova projetos que ampliam produção da Refinaria de Manaus

Assuntos auxílio-doença, Orçamento da União
Cleber Oliveira 29 de março de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

INSS
Dia a Dia

Projeto inclui na sentença ressarcimento ao INSS no caso de violência contra a mulher

16 de março de 2026
Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Brasileiro acha que o governo gasta muito, mas defende benefícios sociais

1 de março de 2026
Ministro Flávio Dino
Política

Dino libera para suplentes emendas dos ex-deputados Ramagem e Eduardo Bolsonaro

3 de fevereiro de 2026
Esplanada dos Ministérios: mais vagas para servidores federais em 2025 (Foto Marcello Casal Jr/ABr)
Política

Lula sanciona Orçamento de R$ 6,54 trilhões com R$ 400 milhões a menos para emendas

15 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?