O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Oposição quer convocar ministro para explicar atuação de pastores no MEC

22 de março de 2022 Política
Compartilhar
O ministro Milton Ribeiro é alvo da oposição no Congresso (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
Por Marianna Holanda, da Folhapress

BRASÍLIA – Parlamentares críticos ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmam que vão tentar aprovar a convocação do ministro Milton Ribeiro (Educação) para que ele explique ao Congresso a atuação na pasta de pastores sem vínculo com a administração pública.

A Folha de S.Paulo revelou na noite de segunda-feira (21) um áudio do ministro em que ele afirma que o governo prioriza prefeituras cujos pedidos de liberação de verba foram negociados por dois pastores que não têm cargo e atuam em um esquema informal de obtenção de verbas do MEC (Ministério da Educação). Segundo Milton Ribeiro, ele faz isso para atender a uma solicitação do presidente Bolsonaro.

A bancada do PSOL na Câmara afirmou que irá protocolar representação no Tribunal de Contas da União e no Ministério Público Federal contra Bolsonaro, Ribeiro e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura.

“A troco de que esses dois pastores, que não têm cargo no governo federal e não ocupam função pública, estariam legitimados pelo presidente Bolsonaro como interlocutores de prefeitos junto ao gabinete do ministro da Educação, que também é chefiado por um pastor?”, afirmou, em nota, a deputada Samia Bomfim (SP), líder da bancada. “Estamos protocolando representações para apurar indícios de crimes de responsabilidade e improbidade administrativa”, completou a deputada.

O deputado Ivan Valente (PSOL-SP) relembrou a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) contra o ministro por homofobia e disse: “Para ele normal e não atrapalha é cometer crime de responsabilidade e tráfico de influência no MEC para favorecer amigos pastores do Bolsonaro”.

Deputada federal com atuação na área de educação, Tabata Amaral (PSB-SP) afirmou nas redes sociais que a pasta abriga corrupção, improbidade e tráfico de influências.

“O MEC mais incompetente da história é também antro de corrupção, improbidade administrativa e tráfico de influências. São escandalosos os áudios em que o próprio ministro mostra que o objetivo dele nunca foi a educação. Vamos cobrar providências do PGR. Mais um ministro vai cair!”

Já Fábio Trad (PSD-MS) disse ser urgente a convocação do ministro para explicar o teor das gravações em que “confessa a promíscua relação entre interesses privados e recursos públicos em sua pasta”.

O parlamentar, que é formado em direito, disse ainda que o favorecimento de interesses privados constitui crime de advocacia administrativa (patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário público). “Todo respeito aos brasileiros de fé! Nenhum com quem lucra com a fé alheia!”, escreveu o ex-candidato à Presidência Guilherme Boulos (PSOL).

O deputado petista Bohn Gass (RS) disse que acionaria a liderança do partido e da minoria na Câmara para investigar o episódio. “Bolsonaro transforma o MEC num balcão de negócios de pastores”.

Na reunião dentro do MEC, cuja gravação foi obtida pela Folha, Ribeiro falava sobre orçamento da pasta, cortes de recursos da educação e liberação de dinheiro para essas obras na presença de prefeitos, lideranças do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) e dos pastores Gilmar e Arilton.

Os recursos são geridos pelo FNDE, órgão do MEC controlado por políticos do centrão, bloco que político que dá sustentação ao presidente Bolsonaro desde que ele se viu ameaçado por uma série de pedidos de impeachment e recorreu a esse apoio em troca de cargos e repasses de verbas federais.

“A minha prioridade é atender primeiro os municípios que mais precisam e, em segundo, atender a todos os que são amigos do pastor Gilmar”, diz o ministro na conversa.

Milton Ribeiro também indica haver uma contrapartida à liberação de recursos da pasta. “Então o apoio que a gente pede não é segredo, isso pode ser [inaudível] é apoio sobre construção das igrejas”.

Na gravação, ele não dá detalhes de como esse apoio se concretizaria.

Questionados, MEC, FNDE e a Presidência não responderam. Gilmar Santos e Arilton Moura foram procurados, mas também não se manifestaram.

Os dois pastores têm proximidade com Bolsonaro desde o primeiro ano do governo. Em 18 de outubro de 2019, participaram de evento no Palácio do Planalto com o presidente e ministros.

Em 10 de fevereiro do ano passado, por exemplo, estiveram ao lado de Ribeiro e também do presidente Bolsonaro em evento no MEC com 23 prefeitos -os nomes dos pastores não aparecem na agenda oficial.

A atuação dos pastores no ministério foi revelada na semana passada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

Líder do PT diz que Alcolumbre será tratado como ‘inimigo’ se não liberar a PEC da escala 6×1

Omar e Wilson acirram embate político no AM com ataques mútuos

Direita concentra 53% do engajamento entre deputados mais seguidos nas redes sociais

Conselho do Congresso cobra ações públicas para proteger jornalistas nas eleições

Flávio Bolsonaro pede a Fachin para tirar caso Dark Horse de Flávio Dino e dar para Mendonça

Assuntos MEC, Milton Ribeiro, pastores, verbas públicas
Murilo Rodrigues 22 de março de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

As inscrições estarão abertas entre os dias 23 e 26 de julho (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Prazo para se inscrever no Prouni começa nesta terça-feira

6 de julho de 2026
Celulares recolhidos de alunos: uso em sala de aula e no recreio é proibido (Foto: Angelo Miguel/MEC)
Dia a Dia

Escolas têm dificuldades para convencer alunos a aderir proibição do celular

30 de junho de 2026
Desempenho no aprendizado melhorou nas escolas públicas, registra o MEC (Foto: Rafa Neddermeyer/ABr)
Dia a Dia

Censo registra queda no abandono escolar no ensino público

26 de junho de 2026
Serviços

MEC oferece novos cursos pelo ‘Mais Professores para o Brasil’

19 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?