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Sem categoria

O privilégio de não ser negão

24 de julho de 2017 Sem categoria
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Nigga é uma gíria do idioma inglês, usada principalmente entre os afro americanos, e que significa ‘preto’ ou ‘negro’. Esta é considerada uma gíria depreciativa.

A palavra nigga é um derivado de nigger, termo que também quer dizer ‘preto’ ou ‘negro’, sendo que o seu uso é ainda mais agressivo e pejorativo.

No Brasil, a gíria nigga se tornou popular através de filmes e músicas norte-americanas, principalmente do gênero rap ou hip-hop. Com a indexação deste termo estrangeiro no cotidiano dos brasileiros, o nigga passou a ser usado como sinônimo de ‘negão’ ou ‘crioulo’.

Racismo reverso

O comércio transatlântico de pessoas escravizadas foi legal e sujeito a impostos como qualquer outra transação. A Igreja Católica suportou religiosa e moralmente a Escravatura, que tinha propósitos essencialmente comerciais e políticos. Mais tarde, a Revolução Industrial, cujo motor foi o algodão (Sven Becker) algodão este cultivado por gente escravizada nas Américas, como recordou Noam Chomsky originaria o fim legal do tráfico, mas não o da Escravatura, que servia a industrialização e o desenvolvimento a Ocidente por mais algum tempo.

Marcus Rediker destaca a centralidade da Escravatura e do trabalho forçado no surgimento do capitalismo, considerando que “os navios negreiros foram o vector da produção das categorias de ‘raças’”. E é deste contexto que surge o que denominamos de racismo, uma opressão histórica, violência sistémica, uma relação de poder e de profunda desigualdade. E é por isso que o racismo está intrinsecamente, e historicamente, ligado à inferiorização dos negros (e não dos brancos).

Neste quadro, acreditar na existência de ‘racismo reverso’, ou seja, no racismo dos oprimidos para com os opressores, exigiria como ironizou o comediante Aamer Rahman, que entrássemos numa máquina do tempo que revertesse a História e alterássemos as posições de poder. Mas não há forma de reverter a História, mesmo com tentativas várias de naturalizá-la, de negá-la ou de manipulá-la. Torna-se, pois importante ter atenção ao tempo em que vivemos, onde se continua a insistir em paradigmas do passado, recusando-se mudanças estruturais.

Avalizar o ‘racismo reverso’ é tentar boicotar o movimento antirracistas, silenciar as vozes negras e ‘subalternizadas’ que legitimamente se levantam, tentando também reduzir o racismo a uma questão de “natureza humana”, portanto natural. Em tal equação toda a gente pode ser racista com toda a gente, esquecendo que nesse “toda a gente” há gente que oprime e gente que é oprimida; há gente que detém o poder e gente que luta pela visibilidade dentro das sociedades em que se encontra; e há gente que usufrui ainda hoje do privilégio da herança escravocrata e gente que, pelo contrário, carrega esse fardo, que se traduz na segregação racial, na pobreza e na exclusão social.

Atenção

As associações de afrodescendentes caracterizam o ‘racismo reverso’ como “uma tentativa de legitimação do contínuo controlo exercido sobre povos que sofreram séculos de opressão, por medo de uma hipotética retaliação” (AFROLIS); “uma construção daqueles que pretendem fugir à discussão do verdadeiro problema: o racismo estrutural” (DJASS); “um modo de mascarar o racismo perverso e silencioso em que vivemos” (FEMAFRO); “uma reação por parte de quem deseja preservar uma estrutura racista que lhe confere certos privilégios” (PLATAFORMA GUETO). Sintetizando: “o racismo reverso não existe”, sendo que o que existe é uma resposta de ‘auto defesa’ de quem sofre a discriminação racial” (SOS RACISMO).

O protesto

O racismo implica uma expressão coletiva marcada pela história, pelo poder e pelo ‘epistemicídio’ africano, o que faz com que mesmo quando é protagonizado por um só indivíduo, este fá-lo com base num contexto que sustenta e demarca historicamente o seu comportamento. Um negro pode discriminar e ser preconceituoso com um branco, mas não pode ser racista com ele, porque este último não tem estruturas (históricas, politicas, econômicas e sociais) que o oprimam com base no seu fenótipo.

Alguém que se importa e que tem consciência de sua negritude e luta pelo povo negro jamais mandaria uma mulher negra, afro descendente pobre e em situação de risco simplesmente morrer, especialmente se essa figura é uma figura publica e que se diz ‘negão’ NEGÃO NÃO!

 

 

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Assuntos Amazonas, Marieny Matos, Racismo
Redação 24 de julho de 2017
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