O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual


Expressão

O medo e a prudência venceram a insensatez

6 de janeiro de 2021 Expressão
Compartilhar
protesto no centro histórico de Manaus
No dia 26 de dezembro, trabalhares e comerciantes protestaram no Centro Histórico de Manaus contra o fechamento do comércio (Foto: Reprodução)

MANAUS – Durante alguns dias, pessoas contrárias às medidas de distanciamento social e fechamento dos estabelecimentos comerciais e serviços não essenciais, ameaçaram realizar “uma grande manifestação para parar a cidade de Manaus”.

A ameaça começou a ser feita depois da decisão do juiz Leoney Fligliuolo Harraquian, que determinou o fechamento de todos os serviços não essenciais, a pedido do Ministério Público do Estado. A manifestação foi programada para terça-feira, 5.

A ameaça de fechar cruzamentos de importantes vias da cidade foi encorajada, em grande medida, pelas críticas de políticos à decisão do juiz, com o argumento de que o Poder Judiciário, por não ter seus membros eleitos pelo voto popular, não podem decretar o fechamento do comércio e serviços. Essa tarefa, segundo os críticos, é do Poder Executivo.

Ocorre que o Poder Executivo já havia tomado a mesma decisão, uma semana antes, e foi obrigado a recuar, diante de manifestações na cidade que causaram aglomeração, ou seja, tiveram efeito contrário ao esperado pela medida adotada pelo governo estadual.

O Ministério Público, diante da gravidade da situação pandêmica de Covid-19 em Manaus e alguns municípios do interior do Estado, não titubeou e recorreu ao Judiciário para obrigar o governo a fechar os estabelecimentos, com a intenção de frear as infecções pelo novo coronavírus.

O noticiário teve fundamental importância para alertar a sociedade de que estamos diante de uma situação perigosa, com a iminente falta de leitos para atender a quantidade de doentes que recorrem aos hospitais públicos e privados.

Também contribuiu para uma nova tomada de consciência o fato de a Covid-19 bater à porta de todos os moradores de Manaus, como dissemos neste espaço no início desta semana. Os que ainda não tiveram um doente no núcleo familiar, com certeza souberam de um amigo ou parente próximo afetado com a doença, e de outros perderam a vida.

Não é retórica a afirmação de que vivemos uma segunda onda da pandemia em Manaus. Felizmente, se não os organizadores, mas os que poderiam fazer volume e aglomerações nas ruas da capital entenderam que o melhor, neste momento, é se prevenir.

São 15 dias, apenas, que para muitos pode ser uma eternidade, mas se ajudam a salvar vidas, não é uma parada em vão, é um recuo para avançar no futuro próximo. Neste caso, o medo teve papel importante, e, junto com a prudência, venceu a insensatez.

Notícias relacionadas

A idiotização dos jovens de direita

Trabalhadores em Manaus pedem redução da jornada de trabalho

MPF aciona a Justiça contra hospital e médicos no AM por exame de Covid-19

A bela homenagem de Milton Hatoum a Joaquim Melo, da Banca do Largo

Sete anos após a pandemia de Covid-19, a política ainda se sobrepõem à ciência, dizem pesquisadores

Assuntos Covid-19, Covid-19 em Manaus, fechamento do comercio, manifestação, protesto
Valmir Lima 6 de janeiro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Trabalhadores exibiram faixas em apoio ao fim da jornada 6x1 (Foto: Jenny Branches)
Dia a Dia

Trabalhadores em Manaus pedem redução da jornada de trabalho

1 de maio de 2026
Covid-19 teste
Dia a Dia

MPF aciona a Justiça contra hospital e médicos no AM por exame de Covid-19

30 de abril de 2026
manaus
Saúde

Sete anos após a pandemia de Covid-19, a política ainda se sobrepõem à ciência, dizem pesquisadores

26 de abril de 2026
Trabalhadores da educação pedem restabelecimento de plano de saúde em manifestação (Foto: Divulgação/Sinteam)
Dia a Dia

Sinteam aciona Justiça para restabelecer plano de saúde

6 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?