O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Novo surto do coronavírus pode derrubar PIB do Brasil em até 9,1%

10 de junho de 2020 Economia
Compartilhar
Risco de transmissão por Covid-19 é maior quando uma pessoa está atrás da outra (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)
Segundo isolamento adiaria a recuperação da economia, reduzindo o crescimento projetado do PIB em 2021 de 4,2% para 2,4% (Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – O mundo pode sofrer uma segunda onda de disseminação do coronavírus no último trimestre deste ano, o que ampliaria a contração da economia brasileira em 2020 de 7,4% para 9,1%, segundo estimativas divulgadas nesta quarta-feira, 10, pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico).

De acordo com a organização, há 50% de chances de que vários países sejam obrigados a retomar, nos últimos três meses do ano, as medidas de isolamento que começaram a ser flexibilizadas nas últimas semanas.

Se esse cenário mais pessimista se confirmar, o impacto sobre a atividade deverá ser menor, metade da contração registrada por causa da primeira onda de contaminação. Ainda assim, adiará a recuperação da economia mundial.

A retração global é projetada pela OCDE em 6% no cenário mais otimista, no qual a reabertura segue gradualmente, voltando ao nível pré-crise em 2021. A queda estimada no cenário mais pessimista é de 7,6%.

Segundo a instituição, enquanto nenhuma vacina ou tratamento estiver amplamente disponível, os formuladores de políticas ao redor do mundo continuarão a “andar na corda bamba”, e os principais instrumentos para combater a propagação do vírus serão distanciamento social, testagem, rastreamento e isolamento. Essas medidas, no entanto, podem não ser suficientes para impedir um segundo surto do vírus.

No caso brasileiro, a OCDE estima uma queda no PIB (Produto Interno Bruto) de 7,4% em um cenário em que seja possível seguir com a flexibilização. Uma segunda onda ampliaria a queda na atividade para 9,1% em 2020, atingindo tanto o consumo privado como os investimentos no final do ano.

Esse segundo evento também adiaria a recuperação da economia, reduzindo o crescimento projetado do PIB em 2021 de 4,2% para 2,4%. A taxa de desemprego deve passar dos atuais 12,6% para 15,4% ao longo do próximo ano no pior cenário.

As estimativas da OCDE sugerem uma diminuição de aproximadamente 20% na atividade em períodos em que o isolamento é adotado no Brasil. A instituição afirma que não fez os cálculos, mas que a não adoção dessas medidas por estados e prefeituras poderia ter custado mais em termos de vida e em impacto econômico.

De acordo com a instituição, as turbulências nos mercados internacionais afetaram o Brasil antes que a atividade econômica começasse a desacelerar por aqui, já que investidores internacionais buscaram ativos mais seguros, com saída de recursos do país e pressão sobre taxa de câmbio, juros e preços de ações.

As ações do governo federal em termos de gastos para minimizar o impacto da pandemia sobre a atividade foram classificadas como “ousadas e consideráveis”. O impacto no consumo privado poderia ter sido de dois a três pontos percentuais a mais na ausência de medidas de apoio à renda das famílias, segundo a organização.

Com uma dívida bruta que deve terminar o ano próxima de 90% do PIB, a OCDE diz que o país pode se antecipar em sinalizar que retomará uma agenda de equilíbrio fiscal após a crise atual.

“Isso pode ser alcançado por meio de medidas legislativas, como uma reforma da administração pública que revise a remuneração de servidores públicos ou uma redução ambiciosa de subsídios ineficazes e isenções fiscais, a serem implementadas apenas a partir de 2021”, diz a organização.

Notícias relacionadas

Prospera Amazônia financiará negócios em 9 municípios do AM

Governo lança Plano Nacional de Mineração com 5 metas estratégicas

Vice-governador diz que é equivocada análise sobre PIS/Cofins na ZFM

Itamaraty rebate acusações dos EUA, contesta tarifas e defende o Pix

Governo pagará R$ 874,5 milhões a pescadores artesanais no dia 7 de julho

Assuntos isolamento social, OCDE, pib
Redação 10 de junho de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Economia

Economia brasileira cresce no 1º trimestre puxada pela agropecuária

29 de maio de 2026
Praça da Matriz é um dos locais de concentração de pessoas que vivem na rua em Manaus (Foto: Milton Almeida/AM ATUAL)
Dia a Dia

Manaus é a 20ª capital em qualidade de vida no Brasil, mostra estudo

20 de maio de 2026
leitura e escrita
Dia a Dia

Em 3 estados, maioria das famílias não tem hábito de leitura com crianças

6 de maio de 2026
vagas de emprego
Economia

Redução da jornada de trabalho não afetou PIB na Europa, mostra estudo

30 de abril de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?