
Da Redação
MANAUS – Uma segunda usina de compostagem no aterro sanitário de Manaus ampliará a produção para uso como adubo pela Prefeitura de Manaus. A atual unidade produziu este ano 400 metros cúbicos de composto, sendo 268 m3 de adubo para escolas públicas, praças públicas, viveiro da Semulsp (Secretaria Municipal de Limpeza Urbana) e Semmas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade). Os outros 150 m3 de adubo restantes ficam em estoque.
A nova usina deverá produzir 270 metros cúbicos de composto. “Todo dia há serviço de manutenção em parques, praças com implantação de novos jardins e canteiros comunitários. Em todas estas ações, a Semulsp utiliza os compostos orgânicos como adubo natural, ou seja, os resíduos são reaproveitados e devolvidos à cidade, em prol da sustentabilidade ambiental e social. Este é um serviço de extrema importância”, disse o secretário de Limpeza Pública Paulo Farias.
Para o subgerente operacional de Aterro Sanitário, Peter Maia, a compostagem é uma das mais importantes atividades por reduzir a quantidade de resíduos orgânicos no aterro e devolver à natureza de forma positiva. “É um serviço de impactos, exclusivamente, positivos ao meio ambiente e utilizado em favor da sociedade local”, disse.
Implantado em 2005, o serviço tem como objetivo aproveitar os restos de resíduos animais e vegetais coletados e transformar em adubo orgânico a serem utilizados na jardinagem municipal.
