O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Esporte

Nova pesquisa aponta esgoto bruto até longe da costa da Baía de Guanabara

2 de dezembro de 2015 Esporte
Compartilhar
regata baia-de-guanabara Foto Tomaz Silva Agência Brasil
As análises indicaram que a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas têm níveis de vírus patógenos equivalentes ao de um esgoto bruto (Foto:Tomaz Silva/Agência Brasil)

RIO DE JANEIRO – Uma nova leva de estudos e análises realizados pela agência The Associated Press (AP), divulgados nesta quarta-feira, indicaram que a Baía de Guanabara e a Lagoa Rodrigo de Freitas têm níveis de vírus patógenos equivalentes ao de um esgoto bruto. E esses níveis estão presentes mesmo nas raias longe da costa da baía, segundo apontou a pesquisa que mais uma vez coloca em xeque a organização da Olimpíada do Rio e a prefeitura local, que veem a má qualidade da água nos locais de disputas de vela, canoagem de velocidade e remo como um calcanhar de Aquiles dos Jogos de 2016.

A nova pesquisa encomendada pela AP reforça a tese de que os competidores estarão perigosamente expostos ao risco de se contaminarem com vírus que podem provocar doenças. “Esses níveis de vírus estão disseminados. Não se limitam à costa, estão em toda a extensão da água, o que aumenta a exposição das pessoas que entram em contato com ela. Estamos falando de um ambiente extremo, com uma contaminação tão alta que a exposição é iminente e a probabilidade de infecção é muito grande”, afirmou Kristina Mena, especialista em vírus aquáticos e professora de saúde pública do Centro de Ciência da Saúde da Universidade do Texas.

Uma primeira leva de estudos e análises, que a AP encomendou em julho passado, detectou a presença de vírus que causam doenças diretamente relacionadas ao contato com o esgoto em níveis até 1 7 milhões de vezes aos que seriam considerados muito alarmantes nos Estados Unidos ou na Europa. Especialistas afirmam que os atletas competirão em águas com vírus patógenos equivalentes ao de um esgoto bruto, o que representa estar exposto ao alto risco de contrair doenças ligadas à poluição.

Os resultados da pesquisa estremeceram a comunidade esportiva do mundo e as autoridades do esporte se comprometeram a fazer suas próprias análises para garantir que as águas não representarão um perigo para a saúde dos competidores. E essas promessas foram cobradas com maior urgência em agosto passado, quando eventos-teste de remo e vela ocorreram no Rio e foi constatado um número de ocorrência de doenças com atletas equivalentes ao dobro da média que seria aceitável para nadadores em águas recreativas nos Estados Unidos.

O caso mais relevante de velejador que ficou doente após o evento-teste realizado no Rio foi o do alemão Erik Heil, que contraiu uma bactéria super resistente e teve de se submeter a uma cirurgia na pele para a retirada de um agente patógeno. Ele, porém, admitiu que não pode afirmar que contraiu a doença durante a competição realizada na capital fluminense.

Dirigentes da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Comitê Olímpico Internacional (COI), por sua vez, não cumpriram promessas de que seriam realizadas análises para constatar a presença de vírus, que seria um reflexo da investigação iniciada pela AP em julho.

Agora, as análises mais recentes da água revelaram que não somente a qualidade da água não melhorou, como também a contaminação abrange uma extensão maior do que se pensava. A quantidade de vírus encontrados a um quilômetro da costa na Baía de Guanabara são similares aos existentes na própria costa, onde há despejo de esgoto. “Os níveis de vírus são tão altos nestas águas que, se fossem registrados em praias dos Estados Unidos, as autoridades fechariam oficialmente essas praias”, ressaltou a especialista em saúde Kristina Mena.

Saúde

Ciente de que a nova pesquisa apontou índices preocupantes de poluição, o Comitê Rio-2016 ressaltou, por meio de um comunicado enviado à AP na terça-feira que “a saúde e a segurança dos atletas é sempre uma prioridade máxima e não há dúvida de que a água nos locais de competição atende aos padrões relevantes”.

“O Rio-2016 segue as orientações de especialistas da Organização Mundial da Saúde, cujas diretrizes para a segurança de águas recreacionais recomendam a classificação da água por meio de um programa regular de testes da qualidade microbiana da água”, completou o comunicado.

Palco das disputas do remo e da canoagem de velocidade da Olimpíada de 2016, a Lagoa Rodrigo de Freitas é reconhecidamente porém, um local preocupante para a organização da Olimpíada, depois de ter apresentado um pico de coliformes fecais bacterianos mais de 16 vezes maior do que o nível permitido pela lei brasileira.

Promessa de campanha da candidatura do Rio aos Jogos de 2016, a despoluição da Baía de Guanabara não aconteceu como as autoridades gostariam que ocorresse. E o próprio Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Organizador da Olimpíada do Rio, admite que a meta de despoluição de 80% das águas, projetada pelo governo do Rio, foi subestimada no início.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

Notícias relacionadas

Bélgica supera desvantagem de 2 gols e elimina Senegal

Com gols de Harry Kane, Inglaterra vira e elimina Congo da Copa

Noruega é o adversário do Brasil nas oitavas da Copa do Mundo

CBF confirma lesão de Paquetá e meia deve desfalcar Brasil nas oitavas

Com 4 assistências, Bruno Guimarães iguala recorde na Copa do Mundo

Assuntos Amazonas Atual, Baia Guanabara, Contaminação, Olimpíadas
Valmir Lima 2 de dezembro de 2015
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A Anvisa suspendeu fabricação, comercialização e distribuição de diversos produtos da marca Ypê (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

Bactéria encontrada em produtos Ypê é resistente a antibióticos, diz infectologista

8 de maio de 2026
Moradia do povo Waimiri-Atroari, no Amazonas. (Foto: EBC)
Dia a Dia

MPF apura contaminação de rios na Terra Indígena Waimiri Atroari (AM)

7 de maio de 2026
Esporte

COI exclui atletas transgêneros das Olimpíadas 2028 em Los Angeles

26 de março de 2026
Dia a Dia

Relator vota por arquivar PAD contra promotor que ofendeu advogada no Tribunal do Júri

28 de dezembro de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?