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zmanchete

No Amazonas, ministro do Meio Ambiente é cobrado a combater comércio ilegal de madeira

10 de fevereiro de 2017 zmanchete
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MANAUS – Na visita que o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, fez ao Amazonas na última quarta-feira, 8, recebeu dos representantes de entidades e empresas de manejo florestal três principais reivindicações que visam combater o desmatamento ligal e a comercialização de madeira clandestina: a transparência e acesso aos dados do DOF (Documento de Origem Florestal), compras públicas de produtos florestais rastreados ou preferencialmente certificados e a formação de um Grupo de Trabalho Intersetorial para propor medidas de fomento ao manejo florestal sustentável e a coibição da ilegalidade de produtos florestais.

Sarney Filho veio ao Estado a convite da Coalizão Brasil – Clima, Florestas e Agricultura, uma entidade não governamental com ações voltadas à redução das emissões de gases do efeito estufa e à economia de baixo carbono.

Em entrevista exclusiva ao ATUAL, na quinta-feira, 9, o holding assessor da Precious Woods, Jeanicolau Lacerda, explica que a transparência e acesso aos dados do DOF visam evidenciar a ilegalidade na cadeia da madeira tropical, que no Brasil representa mais de 80% de toda a madeira comercializada no país. Com isso, a madeira de manejo florestal sustentável não tem como competir no mercado interno.

A Precious Woods é dona da maior madeireira instalada no município de Itacoatiara, a antiga “Mil Madeireira”. Foi esse projeto que o ministro veio conhecer. O objetivo da Coalização era abordar a importância dessa atividade econômica para o desenvolvimento sustentável da região, mas também mostrar que a legalidade no mercado de madeira tropical nativa no país, dominado por irregularidades e falta de certificação, precisa ser combatida.

Outro aspecto abordado com o ministro é o comportamento do próprio governo, que consome produtos feitos a partir de madeira não certificada. Dar o exemplo é um passo importante, principalmente por quem pode pagar o preço da certificação. “A madeira certificada não é simplesmente um selo. Ela tem garantia de origem, ela tem questão ambiental regularizada, questões social e trabalhista legalizadas. Todos os impostos são pagos, as pessoas são devidamente remuneradas”, diz Jeanicolau Lacerda.

Ele afirma que quando se fala em desmatamento, as pessoas se revoltam por causa da floresta, o que é importantíssimo, mas esquecem das pessoas que estão dentro das florestas e que são exploradas pelas madeireiras ilegais. “Se alguém teve a triste experiência de conhecer o que é um acampamento de madeireiro ilegal, é de cortar o coração. Você pessoas tomando água suja, comendo comida podre e dormindo debaixo de uma lona, em condições subumanas. Isso tá agregado no valor ou no desconto dado pela ilegalidade. Não é que a medeira certificada seja mais cara”, diz.

Sarney Filho disse que o atual governo pretende fazer do setor de madeira certificada uma política de governo e que o Ministério do Meio Ambiente está empenhado em promover a transparência na cadeia de produtos madeireiros oriundos da floresta.  A transparência no DOF, segundo ele, se encontra no “penúltimo movimento”, e depende de parecer jurídico do ministério para que se concretize.

Área visitada

A madeireira e a área de manejo visitada pelo ministro tem 500 mil hectares. Pertence à Precious Woods, empresa de capital aberto e de origem suíça que tem toda a sua produção madeireira certificada desde 1997. O ministro esteve nas instalações acompanhado de outros membros do governo, como Raimundo Deusdará, diretor do Serviço Florestal Brasileiro, e por representantes da Amata S.A., FSC Brasil, Imaflora, Instituto Arapyaú, Instituto BVRio, Precious Woods e WWF, que integram a Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura.

De acordo com Jeanicolau Lacerda, a madeireira emprega 540 trabalhadores (empregos diretos) e produz 130 mil metros cúbicos de madeira por ano. Desse total, 97% é exportada. O motivo: o mercado interno não consegue pagar o preço da certificação, porque encontra madeira ilegal mais barata. Os 3% vendidos no Brasil são sobras de madeira, geralmente compradas por indústrias da Zona Franca de Manaus para a fabricação de paletes.

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Assuntos Amazonas, Certificação, Jeanicolau Lacerda, madeireira, ministério do meio ambiente, Sarney Filho
Valmir Lima 10 de fevereiro de 2017
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1 Comment
  • Samuel Becker mororo Aragão disse:
    11 de fevereiro de 2017 às 08:16

    O que nos preocupa e nos da total revolta é saber que tem políticos do Amazonas. Com interesse em REDUZIAR ÁREAS DE UCS. .Isso é incabível e imoral. Temos que proteger o meio ambiente e não destruí lo…

    Responder

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