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Economia

‘Não se pode dizer que agronegócio é destruidor da Amazônia’, diz ministra Tereza Cristina

23 de agosto de 2019 Economia
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Ministra da Agricultura Tereza Cristina quer controle sanitário autônomo (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Ministra da Agricultura Tereza Cristina criticou barreiras comerciais ao Brasil (Foto: Marcelo Camargo/ABr)

Por Danielle Brant, da Folhapress

BRASÍLIA-DF – A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta sexta-feira, 23, que não se pode dizer que o agronegócio brasileiro seja o grande destruidor da Amazônia por causa dos incêndios e queimadas que acontecem neste momento na região.

Na saída da assinatura de um convênio de inovação com o Banco do Nordeste, em Brasília, a ministra criticou a possibilidade de imposição de barreiras comerciais ao país devido aos incêndios em curso na floresta –  embora não tenha citado especificamente as ameaças de França e Irlanda de não ratificarem o acordo entre União Europeia e Mercosul. “Nós não podemos dizer que, porque neste momento temos um incêndio acontecendo ou uma queimada acontecendo na Amazônia, que o agronegócio brasileiro é o grande destruidor e, portanto, vão fazer barreiras comerciais contra esse agronegócio. Eu acho que está cedo, a gente tem que avaliar”, afirmou.

Nesta sexta, o governo francês disse que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) mentiu ao assumir compromissos em defesa do ambiente na cúpula do G20, em junho, e que isso inviabiliza a ratificação do acordo comercial, assinado no mesmo mês.

A Irlanda também afirmou que vai bloquear a implantação do pacto caso o governo brasileiro não atue para combater os incêndios em curso na Amazônia. Na Finlândia, o ministro da Economia, Mika Lintila, sugeriu que a União Europeia considerasse urgentemente a possibilidade de banir importações de carne bovina do Brasil.

“Eu acabei de saber dessas notícias, a notícia realmente preocupa. Mas eu acho que a gente tem que baixar a temperatura”, afirmou a ministra, que defendeu que se adote um ‘papel de bombeiro’ para evitar notícias “mais alarmantes do que querem imputar” ao país e aos produtores brasileiros.
Tereza Cristina defendeu que os países se informem melhor com o Brasil sobre o que está acontecendo antes de tomar qualquer tipo de medida.  “Quando houve incêndios em Portugal, esse ano tiveram incêndios na Sibéria, enfim teve incêndio no mundo todo na época seca também da Europa. E o Brasil não foi lá questionar nem pedir para não receber nada”.

Segundo a ministra, a situação na Amazônia é provocada por condições climáticas e pelo aumento das queimadas. “Estamos vivendo uma seca grande, que todo ano a região Norte do país tem uma definição clara dessa estiagem. A gente fica às vezes seis meses sem chuva. Esse ano está mais seco e têm as queimadas, que estão maiores”.

Embora tenha admitido que grileiros possam estar por trás das queimadas, haver uma parte ideológica na discussão. “E nós, brasileiros, temos a obrigação de defender o Brasil. Está errado as queimadas, vamos para a ação, vamos ver quem tá queimando, vamos punir quem precisa ser punido, quem tá fazendo a coisa errada”.

A ministra afirmou que o governo já conversou com governadores da região Norte e ofereceu ajuda e que, nesta sexta, deve anunciar medidas e ações para o combate aos incêndios e queimadas no local.

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Assuntos agronegócio, Amazônia, Ministério da Agricultura, ministra Tereza Cristina
Cleber Oliveira 23 de agosto de 2019
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