O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Mulher leva idoso morto ao banco para tentar sacar benefício

15 de outubro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
Agências bancárias começaram a abastecer os bancos de dados com informações dos clientes (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Mulher leva idoso morto ao banco para tentar sacar benefício em Campinas (SP) (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Da Folhapress

SÃO PAULO – A Polícia Civil de Campinas (93 km de SP) investiga uma mulher que levou um idoso morto, a uma agência bancária, para tentar sacar o benefício dele. A tentativa de fraude contra a previdência do estado de São Paulo ocorreu no último dia 2. A mulher havia levado o cadáver em uma cadeira de rodas.

Um laudo, concluído e entregue à Polícia Civil nesta quinta-feira, 15, indica que o idoso, um escrivão de polícia aposentado de 92 anos, tinha morrido cerca de 12 horas antes de seu corpo ser levado pela mulher, de 58 anos, até uma agência do Banco do Brasil, na região central da cidade. Ela era companheira do aposentado.

“A causa da morte foi natural, mas vamos indiciar a companheira do idoso por estelionato e vilipêndio de cadáver (desprezar ou humilhar corpo)”, explicou ao Agora o delegado Cìcero Simões da Costa, do 1º DP de Campinas.

Em decorrência da conclusão do laudo, acrescentou o policial, funcionários do banco, além da ex-companheira do idoso, serão ouvidos novamente em depoimento.

No último dia 2, guardas-civis de Campinas foram acionados para irem a agência do Banco do Brasil, pois no local o escrivão de polícia aposentado “estaria passando mal”.

Ao chegar na agência, segundo relatado pelos guardas à polícia, uma equipe de bombeiros civis já atendia o idoso, que chegou ao local, por volta das 10h, em uma cadeira de rodas, empurrada pela mulher de 58 anos, que se identificou como companheira dele, e afirmou estar desempregada.

Em seguida, ainda de acordo com os GCMs, uma equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), também chegou à agência e socorreu à vítima. Um dos socorristas levantou dúvidas sobre a morte do policial aposentado, “que aparentava estar morto há mais tempo, devido ao estado cadavérico em que se encontrava e ao inchaço dos pés”, diz trecho de boletim de ocorrência.

A mulher que acompanhava o escrivão aposentado afirmou à polícia manter uma união estável com ele, há cerca de dez anos. Ela teria dito aos guardas, segundo registrado pelo 1º DP, que levou o companheiro ao banco porque ela movimentava as contas do idoso. Porém, a desempregada alegou ter perdido a senha de letras do companheiro, com a qual receberia a aposentadoria – cujo valor não foi informado.

Contradições Apesar das alegações, a mulher não apresentou nenhuma procuração que a autorizava a movimentar as contas do idoso. Ela também, segundo a polícia, entrou em contradição ao afirmar duas histórias sobre a última vez em que falou com o então companheiro.

Em uma delas, garantiu ter falado com o idoso, na manhã em que o levou ao banco. “Porém em outro momento, questionada pelos guardas de quando teria conversado com [o escrivão aposentado] pela última vez, afirmou que havia falado com seu companheiro na data de ontem (1º de outubro)”, afirma trecho de boletim de ocorrência.

Ao chegar na agência, a desempregada teria tentado ser atendida rapidamente, passando a afirmar que o idoso estava passando mal, fazendo com que testemunhas acionassem o Samu.

Por causa das duas versões contadas pela mulher, além da suspeita de o idoso ter sido levado já morto ao banco, situação confirmada nesta quinta por meio de laudo, os GCMs decidiram apresentar o caso no 1º DP de Campinas. O Agora tentou entrar em contato com a desempregada, mas não havia conseguido até a publicação desta reportagem.

Resposta A Spprev (São Paulo Previdência), da gestão João Doria (PSDB), afirmou contar com um núcleo de investigações previdenciárias com o qual detecta e investiga casos de supostas fraudes previdenciárias. “Todos os pensionistas e aposentados civis e militares devem manter seu cadastro atualizado para continuar recebendo os benefícios”, diz trecho de nota.

O órgão acrescentou que o recadastramento deve ser feito, obrigatoriamente, pelo próprio pensionista e aposentado civil e militar, uma vez ao ano, em seu mês de aniversário. A prova de vida por ser feita em qualquer agência do Banco o Brasil, ou em alguma agência presencial da Spprev. “No caso de pensionistas universitários, o recadastramento deverá ser realizado semestralmente, nos meses de janeiro e julho”, explicou.

Sobre o caso mencionado nesta reportagem, o órgão afirmou que o benefício “foi suspenso e será extinto”.

O banco do Brasil afirmou usar recursos como identificação do cliente, por meio de senhas, além de cartão e biometria para “mitigar o risco de fraudes nos pagamentos de benefícios previdenciários”. “O BB esclarece ainda que cumpriu com todos os protocolos no caso da ocorrência registrada em uma de suas agências em Campinas, o que inclui a apresentação de procuração ou a presença do beneficiário na agência”, afirma o banco em nota.

Notícias relacionadas

Polícia investiga caso de estupro de criança na sede social do Palmeiras

Justiça arquiva ação contra lista da OAB para vaga de desembargador no TJAM

Iphan lança licitação para restauração da Igreja de São Sebastião em Manaus

Venezuelano ganhará R$ 470 mil por trabalho análogo à escravidão no AM

Operação em Parintins apreende 19 celulares, drogas e armas em presídio

Assuntos benefício, destaque, Idoso, Mulher
Redação 15 de outubro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

Justiça arquiva ação contra lista da OAB para vaga de desembargador no TJAM

11 de junho de 2026
Projeto Garimpo recupera dinheiro de depósitos judiciais (Foto: TRT11/Divulgação)
Economia

Venezuelano ganhará R$ 470 mil por trabalho análogo à escravidão no AM

11 de junho de 2026
Presídio de Parintins (Foto: Elvis Chaves/MPAM)
Dia a Dia

Operação em Parintins apreende 19 celulares, drogas e armas em presídio

11 de junho de 2026
Política

Roberto Cidade descarta contratação emergencial para enfrentar a seca

11 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?