O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Mudança na lei do saneamento gera queda de braço entre Lula e Congresso

12 de maio de 2023 Política
Compartilhar
Palácio do Planalto e Congresso: impasse sobre marco do saneamento (Foto: Divulgação/ PR)
Da Folhapress

BRASÍLIA – Mesmo após sofrer uma derrota na Câmara, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve insistir em mudanças no Marco do Saneamento e agora estuda editar uma MP (medida provisória) para implementar as novas regras.

Apesar disso, deputados sinalizam que Lula pode sofrer novo revés caso o plano vá adiante por verem a tentativa como uma forma de implementar as alterações sem negociar com o Congresso antes.

As MPs têm força imediata de lei, mas precisam ser aprovadas pelos parlamentares em quatro meses para continuarem válidas.

O plano inicial, segundo integrantes da Casa Civil, é insistir nas alterações por meio de apoio no Senado. A Casa ainda poderia reverter a derrota sofrida pelo governo na Câmara, que aprovou proposta para derrubar parte dos decretos de Lula. A avaliação de governistas e integrantes da articulação política, no entanto, é que as chances de sucesso são baixas.

De acordo com interlocutores de Lula, a Casa Civil, que elaborou a proposta, está irredutível em não abrir mão das alterações. As mudanças no marco, sancionado em julho de 2020 pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), são uma das prioridades de Rui Costa.

Apesar disso, desde o princípio havia divergência no núcleo duro do governo. Costa foi avisado de que modificar a proposta – que há tão pouco tempo passou pelo crivo dos parlamentares – poderia gerar ruídos no Congresso, mas ainda assim insistiu e enviou o decreto.

Segundo parlamentares aliados, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), passou a costurar um acordo para que o governo retirasse o decreto e enviasse um projeto de lei com urgência constitucional – que, se não for votado em 45 dias, começaria a trancar a pauta do plenário da Câmara.

Se isso ocorresse, Lira não pautaria os projetos para sustar o decreto do Executivo. No entanto, o governo teria descumprido o acordo e isso irritou os parlamentares. No último dia 3, a Câmara impôs uma expressiva derrota ao Executivo, ao aprovar o texto que derrubou as mudanças feitas. O Senado ainda precisa votar o projeto, mas já sinalizou que deve manter a decisão da Câmara.

Agora, integrantes do governo estudam a melhor forma de salvar o texto: editando uma MP ou um projeto de lei.

Relator do texto aprovado na Câmara, o líder do Cidadania, Alex Manente (SP), diz que, se o governo enviar uma MP, ela será debatida.

“Mas acho que o governo teve seu período de fazer esse trabalho e não fez. A Câmara tem que iniciar um processo de atualização do Marco do Saneamento independente do governo. Se o governo enviar uma medida provisória, faremos através dela. Se não, acho que a Câmara tem que ter essa iniciativa”.

Sob reserva, outros líderes partidários indicam que, se a opção for pela MP, o Planalto poderia intensificar o desgaste com o Congresso, que, eventualmente, poderia deixar o texto perder a validade sem ser votado.

No caso do envio de um projeto de lei, o texto também teria chances de sofrer alterações, mas a vigência não seria imediata, o que daria mais tempo de negociação. A avaliação de auxiliares palacianos é de que haveria mais chances de prosperar, ainda que não idêntico ao original.

O líder de uma importante bancada do Senado afirma que a MP repetiria o problema que levou à derrota na Câmara.

As opções são estudadas diante da possibilidade de derrota no Senado. Integrantes do governo avaliam que o cenário na Casa legislativa é diferente em relação à matéria, porque eles têm maior proximidade com estados. Ainda assim, acreditam ser improvável que o decreto sobreviva ao plenário.

Parte do governo, entretanto, ainda tem a esperança de impedir a derrota no Senado.

Em paralelo aos estudos da Casa Civil, o governo continua atuando junto a senadores, com expectativa de diminuir as dificuldades. O ministro das Cidades, Jader Filho (MDB), e a Casa Civil se reuniram com líderes do governo e da oposição em dois encontros separados para escutar as reclamações dos parlamentares.

Além disso, Jader deve ir ao Senado duas vezes na próxima semana para abordar a questão em reuniões de comissões. Uma tratará de todas as ações da pasta, mas outra abordará especificamente as mudanças no Marco do Saneamento.

Durante o primeiro encontro, o governo realizou uma grande apresentação para justificar que o conteúdo do decreto era apenas sobre regulamento e não legislação. Essa visão, no entanto, é contestada pelos parlamentares – mesmo os aliados.

Os líderes que se reuniram com os representantes do governo ainda fizeram um apelo para que o texto fosse reenviado ao Congresso no formato de um projeto de lei. No entanto, afirmam que não houve nenhuma sinalização nesse sentido durante o encontro.

Os governistas apostam que as audiências com o ministro Jader Filho seriam suficiente para garantir alguns votos. Os líderes mais próximos ao Planalto também alertaram para o governo deixar de insistir no tema sem uma grande articulação, sob o risco de repetir a derrota ocorrida na Câmara.

Um cenário intermediário avaliado pela Casa Civil, caso o governo não consiga evitar a derrubada no Senado, é o de um novo projeto apresentado por algum parlamentar.

Nesse caso, o governo não seria o patrocinador do projeto e tentaria negociar com a Casa a inclusão dos pontos de seu interesse.

Notícias relacionadas

Cresce número de brasileiros que se declaram de direita, mostra pesquisa Datafolha

Conselheiro defende que empresas que apoiaram a ditadura reponham indenização

Brasileiro prefere pagar menos impostos do que ter serviço público gratuito

Canadá tem eleitorado brasileiro mais jovem; Japão concentra idosos

Saiba as proibições a agentes públicos que estão valendo no ‘defeso eleitoral’

Assuntos congresso nacional, Luiz Lula, Saneamento Básico
Cleber Oliveira 12 de maio de 2023
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Sandoval Alves Rocha

Águas de Manaus acumula insatisfação popular

3 de julho de 2026
Ministro Bruno Moretti afirma que cortes representam compromisso do governo com regras fiscais (Foto: Moreira Mari/Agência Senado)
Política

‘Pautas-bomba’ são inadministráveis, diz ministro sobre impacto no Orçamento da União

26 de junho de 2026
Indígenas no Senado: candidatos buscam representativa dos povos originais (Foto: Marcelo Camargo/ABr)
Política

Bancada indígena: projeto reúne 47 pré-candidaturas de 16 estados para o Congresso

24 de junho de 2026
Bancada feminina no Senado: mobilização para aprovar cota de 20% para mulheres nos Legislativos (Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado)
Política

Cresce candidatura de mulheres para o Congresso Nacional, mas poucas são eleitas

16 de junho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?