
Do ATUAL
MANAUS — O MPF (Ministério Público Federal) no Amazonas alterou o objeto do Inquérito Civil nº 1.13.001.000140/2019–82 que apura pagamentos irregulares a servidores da Funai (Fundação Nacional do Índio) sem a prestação de serviços. A mudança inclui o monitor bilíngue Davi Felix Cecilio que, segundo o MPF, recebeu remuneração desde 2011, quando o posto da Funai na Comunidade Indígena Feijoal, em Benjamin Constant, foi fechado, sem exercer funções desde então.
A alteração foi oficializada pela Portaria nº 1/1ºOfício/PRM/TBT, publicada no Diário Oficial do órgão nesta segunda-feira (11), e visa adequar o procedimento à situação atual das investigações. Antes, o inquérito abrangia supostas irregularidades envolvendo vários servidores da Funai.
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“Apurar suposto enriquecimento ilícito de Davi Felix Cecilio, monitor bilíngue da Funai, que estaria recebendo contraprestação sem a efetiva prestação de serviços desde o fechamento do posto da Funai na Comunidade Indígena Feijoal, em 2011, até a presente data” diz trecho do documento.
A instituição determinou a manutenção do prazo original para a conclusão do inquérito, bem como o cumprimento das diligências já previstas. A portaria foi assinada por Emanuel de Melo Ferreira, procurador da República em substituição.


