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PolíticazDestaques

MPE: tese de Henrique da inelegibilidade não ‘cola’

2 de março de 2016 Política zDestaques
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O vice-governador teve o mandato cassado nesta segunda-feira (Foto: Nathalie Brasil/Secom)
O vice-governador tenta viabilizar candidatura a prefeito de Manaus neste ano (Foto: Nathalie Brasil/Secom)

O MPE (Ministério Publico Eleitoral), em parecer no recurso pós-cassação do governador José Melo (Pros) e do vice governador Henrique Oliveira (SDD) rechaçou o argumento de Henrique, que tentou incluir nos embargos de declaração a tese da inelegibilidade. Como não foi sequer citado no processo, tal argumento foi considerado “tese jurídica nova”, não cabendo neste tipo de recurso. Mas chama a atenção também o argumento da defesa do vice-governador de que ele não deveria receber a mesma punição de Melo porque à época da campanha eleitoral ele exercia o cargo de deputado federal, e “sofrera tais consequências legais tão somente em decorrência do litisconsórcio passivo necessário com o governador”. Na prática, Henrique quis dizer que não teve culpa se houve compra de votos por Melo e que ele era apenas coadjuvante no processo. “Assim, por não ter ficado claro, requer seja declarado que sua condenação se deu apenas como beneficiário e como resultado da relação jurídica de indivisibilidade com o titular da chapa, de modo que a decisão é uniforme para ambos, em razão da eventual necessidade de, em momento e feitos próprios, demonstrar a ausência de hipótese de inelegibilidade”. O MPE sugere que Henrique recorra ao TSE para tratar a questão da inelegibilidade.

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Assuntos Embargos de declaração, Henrique Oliveira, inelegibilidade, parecer, TRE-AM, TSE
Redação 2 de março de 2016
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