O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Política

MP apura contratos temporários em Coari e dá um ano para prefeito regularizar situação

13 de agosto de 2019 >Política
Compartilhar
coari amazonas
Conforme o MP, as atividades são incompatíveis com a contratação temporária (Foto: Divulgação)
Por Iolanda Ventura, da Redação

MANAUS – O MP-AM (Ministério Público do Amazonas) abriu procedimento administrativo para investigar contratações temporárias incompatíveis com as normas legais no município de Coari (a 363 quilômetros de Manaus) e recomendou que em um ano a Prefeitura realize concurso público e exonere os servidores em situação irregular, segundo publicação no Diário Oficial do órgão nesta segunda-feira, 12.

Parecer do promotor Weslei Machado cita que, apesar da Lei Orgânica de Coari estabelecer que a contratação por tempo determinado deva ser de até seis meses, após quase três anos do início da atual gestão não houve a realização de nenhum concurso público, apenas contratações temporárias.

No procedimento, o MP solicita do prefeito Adail Filho, do presidente da Câmara Municipal de Coari e do presidente da Companhia de Abastecimento de Águas e Esgotos a relação de todas as pessoas contratadas temporariamente e os cargos/funções por eles exercidos, além da cópia do edital de realização de processos seletivos feitos para a contratação de pessoal, inclui a Câmara de Vereadores, entre os anos 2017 e 2019, e do edital dos classificados.

Conforme o promotor, a Lei Municipal nº 687/2017, que trata da contratação temporária, não observa a prescrição de prazo máximo de contratação de seis meses, prevista no art. 95 da Lei Orgânica Municipal. Além disso, segundo Machado, a lei contém previsões genéricas e autorizativas da contratação temporária para a execução de atividades ordinárias. Conforme o parecer, o STF (Supremo Tribunal Federal) trata como inconstitucionais leis que instituam hipóteses abrangentes e genéricas de contratação temporária e que não especifiquem qual a situação de emergência que levou à mesma.

Além disso, o Supremo também proíbe a contratação em caráter temporário para os serviços ordinários permanentes do Estado (como agente de trânsito, auxiliar de serviços gerais, cozinheira, merendeira e vigia ), o que é permitido na lei municipal de Coari. Baseado nisso, as atividades são incompatíveis com a contratação temporária prevista na Constituição Federal e na Lei Orgânica Municipal, argumenta Weslei Machado.

De acordo com o promotor, a contratação deve ser realizada com a exposição, expressa e pública, dos motivos que a justificam, pois a ausência disso pode levar à anulação da contratação e à responsabilidade da autoridade responsável.

Recomendações

O MP recomenda ao prefeito que no prazo de um ano cumpra todas as formalidades exigidas para a realização de concurso público, que vão desde a licitação para contratação de empresa, até a homologação do concurso. Após esse prazo, deve exonerar os servidores em regime precário na medida em que os concursados forem sendo nomeados e empossados. Conforme a publicação, o prefeito não deve também realizar contratações temporárias fora das hipóteses previstas na Constituição Federal e na lei autorizativa local.

De acordo com o MP, caso a recomendação não seja atendida pode ser gerado o reconhecimento da prática de ato de improbidade administrativa em razão da violação de princípios da Administração Pública, além da possibilidade de ação civil para garantir o cumprimento das normas constitucionais.

O ATUAL entrou em contato com a Prefeitura de Coari e a assessoria do prefeito Adail Pinheiro, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.

Veja as publicações na íntegra:

https://issuu.com/amazonasatual/docs/mpam-p_ginas-19-21
Procedimento Administrativo do MP-AM
https://issuu.com/amazonasatual/docs/mpam-p_ginas-14-16_23e6cb0b6d7213
Recomendação do MP-AM

Notícias relacionadas

Justiça manda Prefeitura de Coari retirar santinhos de locais de votação

Juíza nega liminar a Omar Aziz contra publicações sobre operação em Coari

Câmara de Coari recebe denúncia com pedido de cassação contra Adail

Irmã de Adail assume Prefeitura de Coari após afastamento do prefeito

David Almeida defende concurso público na saúde e na segurança

Assuntos Coari, Concurso Público, contratação temporária, servidores públicos
Redação 13 de agosto de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
1 Comment
  • Carlos Mesquita disse:
    13 de agosto de 2019 às 13:32

    Em Manaus muitos EMPENHOS estão a mais de 8 anos sem previsão de pagamento. O prefeito Arthur Neto nestes últimos 7 anos de sua administração já contraiu mais de 5 bilhões de reais em empréstimos financeiros e não está pagando diversos empenhos como compra de produtos das indústrias da ZFM e processos de desapropriação. Um absurdo que o Ministério Público do Amazonas precisa urgentemente fiscalizar , basta pedir um relatório com todos os empenhos pendentes de pagamentos da Prefeitura Municipal de Manaus

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

santinhos manaus
Política

Justiça manda Prefeitura de Coari retirar santinhos de locais de votação

4 de outubro de 2026
Omar Aziz pediu a remoção dos conteúdos, que somam 38 endereços na internet (Foto: Divulgação)
Política

Juíza nega liminar a Omar Aziz contra publicações sobre operação em Coari

19 de setembro de 2026
Política

Câmara de Coari recebe denúncia com pedido de cassação contra Adail

18 de setembro de 2026
Política

Irmã de Adail assume Prefeitura de Coari após afastamento do prefeito

18 de setembro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?