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Dia a Dia

Moradores da zona leste reflorestam área desmatada durante ocupação

22 de junho de 2015 Dia a Dia
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*Por Valter Calheiros

Educação ambiental, mobilização e cidadania. Esse foi o caminho escolhido por moradores do bairro da Colônia Antônio Aleixo, na zona leste de Manaus, após quase dois meses de confronto entre comunitários que pretendiam ocupar uma área de preservação ambiental e a AMACCAA (Associação de Moradores e Amigos do Complexo Colônia Antônio Aleixo). O conflito se estabeleceu na área conhecida como buritizal onde está localizado o poço artesiano Amazonas, que fornece água a mais de 3 mil famílias do bairro.

Para evitar que a área fosse utilizada  para a construção de moradias, tendo como consequência a perda do mais antigo poço artesiano do bairro, a Associação realizou três reuniões com os comunitários que eram a favor da preservação do terreno como também de representantes das pessoas que queriam construir casas no local.

Segundo o presidente da AMACCAA, Cleudo Assunção, de 48 anos, após as reuniões, prevaleceu a vontade da maioria dos comunitários, que decidiram recuperar a área, realizando um grande mutirão de limpeza, reconstrução do cercado e reflorestamento da área com plantio de mudas frutíferas. Assunção destaca de forma negativa a ausência dos órgãos ambientais na discussão do problema, mas ressalta que a Polícia Militar esteve presente nas reuniões na comunidade.

Neste sábado, 20 de junho, a área do poço Amazonas ficou repleta de estudantes, professores, donas de casa, comerciantes, educadores, lideranças religiosas,  que chegaram dispostos a realizar a limpeza no terreno, mas o maior propósito era plantar e reflorestar a área desmatada no período da ocupação. A Semmas (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade) doou mais de 500 mudas de plantas para o reflorestamento e os comerciantes do bairro ajudaram com a doação de lanche e água.

A pedagoga e ambientalista do Movimento SOS Encontro das Águas, Marisa Lima, de 60 anos, relatou que é preocupante a onda de invasões de terras no bairro, sendo as mais recentes o terreno do poço Amazonas e a área conhecida como curva do 11 de maio, que faz parte do entorno da área de Tombamento do Encontro das Águas. Marisa, que é moradora da comunidade, lamentou a ausência dos órgãos ambientais, pois foram comunicados, mas não tomaram nenhuma atitude efetiva para frear as ocupações. Ela ressaltou que há alguns anos várias instituições e movimentos sociais da comunidade lutam pela preservação do Lago do Aleixo e de todo o patrimônio ambiental do bairro, e considera que “a retomada da área do poço Amazonas é um exemplo de cidadania e vitória de todo o povo da Colônia”.

Para a dona de casa Maria do Carmo Amorim, de 83 anos, do Clube de Mães Irmã Ruth Moura, o meio ambiente faz bem para todos e a preservação da área foi uma reintegração positiva e diferente das demais. “Da maneira como a situação foi conduzida, prevaleceu a disposição das lideranças da comunidade, através de um diálogo educativo pela consciência ambiental”. Dona Maria do Carmo se destaca na comunidade como árdua defensora do meio ambiente e sempre disposta a denunciar os projetos que não respeitam a natureza.

Ao término do mutirão de reflorestamento, Cleudo Assunção agradeceu às famílias e destacou o exemplo dos estudantes do ensino fundamental do Instituto Transformando Vidas (ITV), que desde cedo começaram a chegar carregando mudas de plantas para recompor o ambiente verde da área. Agradeceu a todos que abraçaram a luta em favor da preservação ambiental, destacando a colaboração dos associados da AMACCAA, Morhan, CSELA, ITV, OELA, Clube de Mães Irmã Ruth Moura, SOS Encontro das Águas, Paróquia Nossa Senhora das Graças, Grupo da 3ª Idade Sempre Amigos,  Limpeza Publica do Distrito de Obras da Colônia, Semmas, Banco Conquista, Serviço Comunitário de Águas, pastores de igrejas da comunidade, comerciantes e mototaxistas.

(*) Educador Salesiano, pesquisador e fotografo do Movimento Socioambiental SOS Encontro das Águas. Graduado em Teologia pela Universidade Católica Santa Úrsula / Centro de Estudos do Comportamento Humano/CENESC/AM, Pós-Graduado em Pesquisa e Ação Social pela Faculdade Tahirih – Manaus / Amazonas. (Fotos: Valter Calheiros)

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Assuntos Amazonas Atual, cidadania, diálogo, Meio Ambiente, ocupação, reflorestamento
Valmir Lima 22 de junho de 2015
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