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Variedades

‘Missão: Impossível 7’ é uma joia para público ávido por adrenalina

11 de julho de 2023 Variedades
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Tom Cruise salta de plataforma em precipício na Noruega (Foto: Paramount/YouTube/Reprodução)
Tom Cruise salta de plataforma em precipício na Noruega: ação extrema (Foto: Paramount/YouTube/Reprodução)
Por Marcelo Miranda, da Folhapress

SÃO PAULO – Quando surge na tela em “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1”, o espião Ethan Hunt, vivido por Tom Cruise, está envolvo por sombras e caminha na direção da luz. É uma imagem icônica do aspecto mítico do personagem após sete filmes de uma das franquias mais lucrativas de Hollywood.

Mas, curiosamente, Hunt não é exatamente tratado como mito no vai e vem que são as correrias da equipe IMF, Impossible Mission Force. Seu status é muito mais de respeito e reverência vindo dos colegas, que identificam nele um bastião definitivo da moralidade e dos preceitos de defesa das nações acima de suas vontades pessoais.

Mas Ethan Hunt também é fruto de um outro tempo e assim é compreendido tanto por forças oficiais dos EUA, que o perseguem como um renegado, quanto pela conspiração de vilões que move a trama desse novo exemplar de “Missão: Impossível”.

Afinal, Hunt agora enfrenta um adversário rarefeito, imaterial, que atende pela alcunha de Entidade e nada mais é do que uma superinteligência artificial que precisa ser encontrada antes que caia no controle de inimigos com intenções pouco nobres.

E como achar o que efetivamente não existe? De que maneira lidar com zilhões de dados e informações colhidos a cada segundo nas redes virtuais de todo o planeta e então transformados em ações sencientes de uma máquina sem corpo que tudo pode, tudo vê e tudo faz?

O centro nervoso desse enredo, movido a perseguição, diálogos dúbios, personagens trapaceiros e façanhas arriscadas de Cruise diante das câmeras, é literalmente uma chave em forma de cruz -que ninguém sabe exatamente para que serve. “Detalhes só atrapalham”, diz o agente Dunn, papel de Simon Pegg, a certa altura.

Se Alfred Hitchcock (1899-1980) sempre foi referência importante ao longo de toda a franquia -já desde o primeiro exemplar, em 1996, que tinha justamente na direção Brian De Palma, discípulo simbólico e formal do mestre inglês-, em “Acerto de Contas” a proximidade se amplifica muito mais, podendo ser resumida numa fala do cineasta dada a François Truffaut no final dos anos 1960: “Num filme de espionagem, o que o espião busca é o de menos. Vale mais como ele procura”.

Cruise e o diretor Christopher McQuarrie -na terceira incursão por “Missão: Impossível”, o que mantém a coesão entre os filmes mais recentes- levam a sério a ideia do “macguffin” hitchcockiano e se entregam ao rocambolesco em prol da emoção.

Do eletrizante jogo de gato e rato num aeroporto em Abu Dhabi, com ecos de “Pickpocket”, filme de 1959 dirigido por Robert Bresson, à alucinada perseguição de carros em Roma, de lutas decisivas de espadas e facas em Veneza ao aflitivo clímax sob trilhos no lendário Expresso do Oriente, momento em que McQuarrie presta seu tão anunciado tributo ao clássico “A General”, filme de 1926 dirigido por Buster Keaton, de uma maneira apoteótica, tudo em “Acerto de Contas” quer ultrapassar seus próprios limites internos.

A sensação hiperbólica tem sido constante desde que McQuarrie assumiu a direção em “Missão: Impossível – Nação Secreta”, de 2015, e parecia difícil de ser superada depois de “Efeito Fallout”, de 2018. Em “Acerto de Contas”, McQuarrie acha o ponto ideal e faz seu melhor trabalho.

O cineasta domina a exuberância da ação, com ritmo, duração de planos, montagem e urgência das cenas, e o carisma de um grupo de personagens que, mesmo falando coisas que o espectador não exatamente compreende -pois tudo, afinal, é aparência opaca em “Missão: Impossível”-, faz com que o interesse nos rumos do enredo se mantenha constante. É fundamental, considerando ser esta só a primeira parte da propalada conclusão da franquia, prevista para 2024.

Estamos num grande ano para o gênero da ação, desde a obra-prima “John Wick 4” ao delicioso “Velozes e Furiosos 10”, passando por pérolas do streaming como o vietnamita “Fúrias Femininas”, o indiano “Temerário” e o hollywodiano “Resgate 2”.

A penúltima incursão de Tom Cruise por seu queridinho “Missão: Impossível” é mais um belo capítulo dessa jornada em 2023, com a consciência e o traquejo de quem sabe perfeitamente os efeitos que quer causar num público ávido por adrenalina de qualidade.

MISSÃO: IMPOSSÍVEL – ACERTO DE CONTAS PARTE UM – Avaliação Muito Bom
Quando Estreia na quinta (13) nos cinemas
Elenco Tom Cruise, Christopher McQuarrie, David Ellison
Produção EUA, 2023
Direção Christopher McQuarrie

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Assuntos adrenalina, joia, Missão: Impossível 7
Murilo Rodrigues 11 de julho de 2023
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