O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Ministério Público investiga trote machista em universidade de Franca

6 de fevereiro de 2019 Dia a Dia
Compartilhar
Por Júlia Zaremba, da Folhapress

SÃO PAULO – O Ministério Público de São Paulo instaurou um inquérito nesta terça-feira, 5, para investigar o trote aplicado por veteranos do curso de medicina da Unifran (Universidade de Franca), no qual calouras tiveram que jurar “nunca recusar uma tentativa de coito de um veterano”. O caso, ocorrido na segunda-feira, 4, é investigado pela Promotoria de Justiça de Franca, cidade a cerca de 400 km de São Paulo.

Durante o trote, as universitárias, ajoelhadas e com o corpo pintado, também foram coagidas a dizer que nunca entregariam o corpo “a nenhum invejoso, burro, brocha, filho da puta da odonto ou da Facef” e se submeteriam “totalmente à vontade dos meus veteranos”. O episódio foi criticado por grupos como o Conselho Municipal da Condição Feminina de Franca e a própria atlética da medicina da Unifran.

A subseção de Franca da Ordem dos Advogados do Brasil também se manifestou sobre o caso. Afirmou, em nota, que repudia “qualquer ato de violência física, moral ou psicológica” contra novos alunos e que pedirá às autoridades locais que investiguem “eventuais responsabilidades” relacionadas ao trote.

Após a repercussão do caso nas redes sociais, a associação atlética acadêmica do curso de medicina da Unifran afirmou que condena as atitudes discriminatórias e que medidas serão tomadas. “Reconhecemos o cunho ofensivo do discurso feito, o qual não possui autoria das entidades estudantis.” Disse ainda que se propõe a “reformular o juramento” e pediu desculpas a “todos que se sentiram ofendidos”.

Já a universidade informou que “os responsáveis pelos atos estão sendo identificados e serão penalizados”. As penalidades, previstas no regimento geral da instituição, vão de advertência até expulsão.

Casos semelhantes foram registrados nos últimos anos. Em 2014, calouras da Faculdade Cásper Líbero tiveram que simular sexo oral com bananas e pepinos na avenida Paulista, região central de São Paulo. Três anos antes, estudantes do curso de agronomia da Universidade de Brasília tiveram que lamber linguiças com leite condensado durante o juramento.

Notícias relacionadas

Adolescente que atropelou e matou estudante dirigia a até 100 km/h

Ipaam aplica R$ 8,5 milhões em multas por desmatamentos ilegais

Em cinco anos, 365 indígenas morreram por suicídio no Amazonas

Influenciador digital ‘Pablo Barbeiro Mirim’, de 14 anos, é morto a tiros

Jogador David, do Vasco, é intimado a entregar passaporte

Assuntos assédio sexual, calouras, Ministério Público, SP, Unifran, veteranos
Redação 6 de fevereiro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Dia a Dia

TJAM remarca julgamento de recurso no caso Deusiane Pinheiro

28 de outubro de 2026
A indenização é por danos morais ao camareiro assediado sexualmente por um hóspede (Foto: Divulgação/TRT11)
Dia a Dia

Trabalhador ganha R$ 30 mil de indenização por assédio sexual

7 de outubro de 2026
Política

Homem é multado em R$ 5 mil por impulsionar vídeo de David Almeida

15 de setembro de 2026
Variedades

Blake Lively ganha R$ 2,1 milhões de indenização no caso Baldoni

27 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?