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Economia

Ministério da Fazenda reage à Moody’s com aceno de recuperação

9 de setembro de 2014 Economia
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O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve deixar o comando da economia em dezembro deste ano (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deve deixar o comando da economia em dezembro deste ano (Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil)

BRASÍLIA – O Ministério da Fazenda divulgou nesta terça-feira, 9, nota sobre a decisão da agência de classificação de risco Moody’s de revisar a perspectiva do rating do Brasil para negativa. Segundo o comunicado, a decisão reflete fatores conjunturais que afetaram o crescimento econômico do país no primeiro semestre. Para a pasta, a revisão da perspectiva para o Brasil não condiz, no entanto, com a evolução do segundo semestre. A avaliação é de que os problemas que levaram a percepção pior da agência estão sendo superados.

A Fazenda ainda listou a recuperação internacional mais lenta, problemas climáticos e a menor quantidade de dias úteis como motivos para o baixo crescimento e para a revisão de perspectiva. “A demora na recuperação internacional, com a maioria dos países em marcha lenta, combinada a uma das secas mais intensas da história recente e à menor quantidade de dias úteis no primeiro semestre, resultou num crescimento menor do que o esperado no período”, argumentou a Fazenda.

A agência de classificação de risco Moody’s revisou a perspectiva do rating Baa2 do Brasil de estável para negativa. Segundo a agência, a mudança se aplica a todas as classes de ratings do governo brasileiro, ou seja, ratings de emissor, ratings de títulos do governo e “shelf” ratings. O teto soberano em moeda estrangeira e moeda local permanece inalterado.

A Moody’s explicou que os principais determinantes para a revisão da perspectiva do rating foram a redução sustentada no crescimento econômico, que mostra pouco sinal de retorno ao potencial no curto prazo; a deterioração acentuada no sentimento do investidor, o que tem afetado negativamente a formação bruta de capital fixo; e os desafios fiscais que estes obstáculos econômicos impõem, impedindo a reversão da tendência de elevação nos indicadores da dívida do governo. A presidente Dilma Rousseff, questionada, não quis comentar a revisão.

O Ministério da Fazenda, que ficou com a missão de comentar o assunto, reforçou, na nota, o discurso de que o Brasil é uma economia sólida e que, já no segundo semestre, iniciou uma trajetória de “gradual recuperação”. O entendimento da pasta é de que essa retomada terá continuidade ao longo do próximo ano. Segundo o comunicado, reforçam essa visão indicadores econômicos recentes apontando queda na inflação, aumento da produção industrial, além de um maior número de dias úteis e a perspectiva de recuperação da economia mundial.

“Cabe destacar ainda que a última emissão soberana do Tesouro Nacional é uma evidência de que o Brasil continua contando com a confiança dos investidores internacionais”, disse a instituição. A Fazenda ainda destacou o ingresso de Investimento Estrangeiro Direto (IED) como indicador da solidez e confiança dos mercados internacionais no Brasil, recursos esses classificados na nota como elevados. A pasta ainda observou, como forma de subsidiar a visão de que a economia brasileira segue em ritmo de retomada, que a bolsa brasileira se valorizou em 30% nos últimos seis meses.

O ministério ainda fez promessas para 2015. “O governo federal está implementando e vai acelerar ao longo de 2015 a execução de um grande programa de infraestrutura, que vai ampliar o crescimento do País e elevar a taxa de investimentos, fundamental para garantir um crescimento forte da economia brasileira nos próximos anos”, informou a nota. “A própria Moody’s reconhece a solidez e resiliência da economia brasileira que conta com elevadas reservas internacionais; um perfil de dívida pública de baixo risco e pouca exposição cambial; e um sistema bancário sólido e capitalizado”, defendeu.

(Estadão Conteúdo/ATUAL)

 

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Assuntos Ministério da Fazenda, Moody's, risco
Valmir Lima 9 de setembro de 2014
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