O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Economia

Ministério da Economia contraria Planalto e defende teto de gastos

20 de outubro de 2021 Economia
Compartilhar
Ministério da Economia defende teto de gastos para despesas do governo (Foto: José Cruz/ABr)
Por Fábio Pupo, da Folhapress

BRASÍLIA – O Ministério da Economia divulgou nesta quarta-feira (20) uma nota em que defende a regra constitucional do teto de gastos, que impede o crescimento real das despesas federais. O texto é divulgado em meio a uma operação do governo para que, na prática, o limite seja estourado.

Nesta semana, às vésperas do calendário eleitoral de 2022, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) exigiu de seus ministros um valor mínimo de R$ 400 de auxílio à população mais pobre. O valor é superior à previsão de R$ 300 do Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família, e a estratégia traçada é que parte do valor fique fora do teto de gastos.

O ministro Paulo Guedes (Economia) e sua equipe sempre defenderam nas discussões sobre o futuro do Bolsa Família que os pagamentos ficassem dentro do teto, e que apenas despesas extraordinárias ligadas à pandemia ficassem fora do limite. A visão é que as mazelas sociais do país precisam ser enfrentados com programas estruturais, e não com gastos extraordinários.

Contrariada na discussão, a equipe econômica procurou um discurso de que essa solução é “menor pior” do que outras -como, por exemplo, um programa inteiramente fora do teto. Mesmo assim, há temores no mercado e entre os integrantes do Ministério de que o buraco planejado agora cresça para um rombo ainda maior para atender os interesses da classe política -interessada nas eleições e nos recursos de emendas parlamentares.

A nota foi divulgada nesta quarta pela SPE (Secretaria de Política Econômica) do Ministério da Economia, comandada pelo secretário Adolfo Sachsida. O texto não cita a discussão do Auxílio Brasil, mas defende a manutenção da regra do teto um dia depois de ter sido suspenso o anúncio do novo valor do programa.

“A manutenção do Teto de Gastos é determinante nesse contexto [esforço de melhora nas contas públicas], uma vez que esta medida tem permitido a imposição de limites ao gasto público e contribui para a sua racionalização”, afirma o texto.

De acordo com a SPE, o teto interrompeu a piora do endividamento público vista até 2016 e gerou uma estabilização do indicador, só interrompido pelos gastos ligados à Covid-19.

“O processo de consolidação fiscal, instituído pelo Teto dos Gastos […], gerou uma estabilização do indicador por um período de 3 anos, graças à expectativa de menor taxa de juros e maior crescimento econômico para os prazos mais longos”, diz a nota.

A SPE diz que a regra exige que as despesas sejam elencadas e que mudanças legislativas controlem seu crescimento, com maior eficiência do gasto público.

“No longo prazo, a consolidação fiscal contribui para o fortalecimento dos fundamentos macroeconômicos do país, à medida que reduz a taxa de juros estrutural da economia e atua no crescimento sustentável do PIB”, afirma.

A SPE diz ainda que a redução da dívida pública é outra consequência direta da consolidação fiscal e das reformas estruturais que ocorreram nos últimos anos, além da possibilidade da redução da tributação.

“Pode-se afirmar que o processo de consolidação fiscal é uma escolha da sociedade, pois ao se estabelecer um limite estrutural para os gastos públicos, é possível garantir a sustentabilidade das contas públicas, o que permite a possibilidade de redução da carga tributária”, diz a nota.

Apesar de o anúncio do novo valor do Auxílio Brasil ter sido suspenso, membros do governo afirmam que os R$ 400 serão mantidos e que o lançamento ainda vai ocorrer.

O Palácio do Planalto traçou como estratégia colocar um aval para os pagamentos do Auxílio fora do teto no texto da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos precatórios, que tramita na Câmara. Caso o plano vá adiante e a PEC seja aprovada, haveria um aval constitucional para os pagamentos fora do limite.

Notícias relacionadas

China amplia acordos na África para não depender do dólar

Um único data center renderia R$ 1,5 bilhão ao PIB, mostra estudo

Indústria do chocolate cresce no Brasil e movimenta R$ 42,5 bilhões

EUA fazem audiência para discutir tarifa de 25% sobre produtos do Brasil

Passagens aéreas registram aumento de 11,2% em maio

Assuntos Auxílio Brasil, Ministério da Economia, teto de gastos
Cleber Oliveira 20 de outubro de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

(Foto: Antonio Augusto/SecomPGR)
Política

Alexandre de Moraes exclui receitas próprias do MP da União do teto de gastos

28 de janeiro de 2026
Política

Senado aprova R$ 30 bilhões para projetos de defesa das Forças Armadas

23 de outubro de 2025
Davi Alcolumbre (centro) instalou CPI do INSS nesta terça-feira (Foto: Jonas Pereira/Agência Senado)
Política

Senado aprova PEC que limita pagamentos de precatórios e socorre estados e municípios

3 de setembro de 2025
viaduto do manoa
Política

Tesouro aprova empréstimo de R$ 500 milhões para a Prefeitura de Manaus

3 de julho de 2025

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?