O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Meta pede rejeição de liminar contra redes sociais por conteúdos ilícitos de usuários

28 de maio de 2025 Política
Compartilhar
Meta Instagram e Facebook
Meta pediu ao STF que rejeite pedido da PGR contra redes sociais (Foto: Divulgação)
Por Lavínia Kaucz, do Estadão Conteúdo

SÃO PAULO – A Meta pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) que rejeite o pedido formulado pela AGU (Advocacia-Geral da União) para antecipar os efeitos do julgamento que discute a responsabilidade das redes sociais por conteúdos ilícitos publicados pelos usuários.

Na manifestação enviada nesta terça-feira (27) à Corte, a empresa alega que a concessão de uma medida cautelar, como pede a AGU, “esvaziaria o debate colegiado” e “geraria efeitos práticos de uma tese ainda não consolidada”.

A petição foi apresentada pela AGU na última segunda-feira (26). A União pediu uma medida cautelar para a Corte reconhecer a necessidade de “imediata responsabilização dos provedores de aplicação de internet”, antes mesmo da conclusão do julgamento.

O ministro André Mendonça devolveu o caso para análise do plenário nesta semana. Ele havia pedido vista em dezembro do ano passado. Três ministros já votaram, todos para ampliar as hipóteses de responsabilização das big techs.

No último dia 21, a AGU pediu que o voto do relator, Dias Toffoli, que amplia as obrigações das plataformas em remover conteúdos ilícitos, também se aplique “aos casos de uso de inteligência artificial”. Em seu voto, o ministro votou para derrubar o artigo 19 do Marco Civil da Internet, que estabelece que as big techs somente podem ser responsabilizadas quando descumprirem uma ordem judicial de remoção. De acordo com a linha proposta pelo ministro, as plataformas devem agir logo após a notificação do usuário.

Com base em um relatório da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NetLab), a União afirmou que há evidências de utilização indevida da inteligência artificial (IA) por meio de impulsionamento fraudulento de anúncios nas plataformas da Meta.

O estudo identificou 1170 anúncios fraudulentos com uso de IA e apropriação indevida de imagens de autoridades – entre eles, 300 anúncios sobre falsas indenizações do INSS em razão das fraudes apuradas pela Polícia Federal.

A Meta disse que o “quadro calamitoso” descrito pela União “não corresponde à realidade dos fatos e encontra-se sensivelmente distante dos números e ações de integridade já adotadas em escala”.

“A quantidade de anúncios reportados pela União Federal em suas manifestações e indicados no relatório produzido pelo NetLab representa, para o período de 10 a 21 de janeiro de 2025, apenas 0,0092% do total de anúncios veiculados no Brasil nos serviços Facebook e Instagram”, informou a empresa, que também destacou que todos os anúncios indicados pela AGU já estão indisponíveis ou inativos.

“A medida cautelar pleiteada pela União Federal revela-se manifestamente incabível, por representar tentativa de antecipação de efeitos de uma tese ainda em formulação no âmbito do julgamento conjunto dos Temas 533 e 987 da Repercussão Geral, em curso no Plenário do Supremo Tribunal Federal”, argumentou a Meta.

Notícias relacionadas

Embarcação atinge jet ski de bombeiros em evento de Flávio Bolsonaro em Angra dos Reis

Lula diz nenhum país vai ‘meter o bedelho’ no Brasil enquanto ele for presidente

Renato Júnior confirma apoio a Plínio Valério e fecha seus 2 votos ao Senado

Juíza rejeita ação de Cidade contra David por vídeo com animação de IA

Roberto Cidade faz campanha nas zonas oeste e norte de Manaus

Assuntos Facebook, fake News, meta, redes sociais
Cleber Oliveira 28 de maio de 2025
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Justiça suspende anúncios pagos por secretário de Saúde a favor de Cidade

27 de agosto de 2026
Em 66% dos relatos, a violência ocorreu apenas em meios digitais, principalmente via redes sociais, aplicativos de mensagens ou plataformas de jogos online. (Foto: Freepik)
Política

Candidatos descumprem a lei na campanha eleitoral pela internet

26 de agosto de 2026
Nas imagens, o ex-prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), associa as obras à candidatura ao governo (Foto: Divulgação)
Política

Juíza manda David apagar vídeo sobre obra do ‘Minha Casa, Minha Vida’

24 de agosto de 2026
Omar Aziz terá de comprovar se o link declarado no registro de candidatura corresponde à mesma página questionada (Foto: Divulgação)
Política

Cidade questiona e Omar tem 24h para explicar página no Facebook

20 de agosto de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?