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Dia a Dia.

Mãe diz que filho de 14 anos morto em tiroteio em Manaus não era de facção criminosa

31 de outubro de 2019 Dia a Dia.
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Corpos estão sendo identificados pelo IML
Nesta quinta-feira, 31, o IML liberou todos os corpos dos mortos no bairro Crespo (Foto: Reprodução de vídeo)
Por Faviano Maisonnave, da Folhapress

MANAUS – Moradora do bairro Crespo, palco de ação da PM que deixou 17 mortos em Manaus, a copeira Rosimar de Araújo, 45, aguardava havia mais de um dia a liberação do corpo do filho de 14 anos, no IML (Instituto Médico Legal).

Ela diz que o adolescente não participava de facção, estava desarmado e que morreu quando tentava correr do confronto entre policiais e traficantes.

As mortes ocorreram entre a noite de terça-feira, 29, e a madrugada de quarta. Integrantes da facção criminosa FDN (Família do Norte) invadiram uma área de venda de drogas do Comando Vermelho. Acionada por moradores, a PM chegou em seguida e matou 17 pessoas, dos quais três adolescentes. 

“Implorei, eles me mandavam entrar pra casa, eu falava não, senhor, não posso, o meu filho tem de voltar daí de dentro. Mesmo assim, não me ouviram. E atiraram no meu filho, já não tenho mais o meu filho”, disse Araújo a jornalistas, no final da manhã desta quinta-feira, 31.

Ueliton do Nascimento da Silva Junior foi baleado nas costas, segundo relato de vizinhos, informação confirmada extraoficialmente por um funcionário do IML. O adolescente é o único morador do Crespo entre os 17 mortos. Todos os corpos foram retirados do local antes da chegada da perícia.

A copeira diz que seu filho conversava perto de casa com o genro dela quando os integrantes da FDN invadiram o local armados, por volta das 21h da terça. Assustado, ele fugiu por uma das vielas da região, um labirinto de palafitas erguidas sobre um igarapé cheio de esgoto e lixo.

“Em seguida, o pessoal gritou que a polícia estava entrando, aí toda essa facção entrou pra baixo das casas. A polícia começou a atirar, atirar, e eu dizendo pro policial: ‘Meu filho fugiu com medo, não mata meu filho, seu policial’.”

“Amanheci na ponte. Eles me mandavam entrar e eu falava que não podia entrar, que meu filho não tinha voltado ainda”, diz. “A polícia entra lá, tem confronto, não procura mais saber mais quem é quem, sai atirando de qualquer jeito.”

Araújo diz que seu filho havia começado a fumar maconha presenteada por traficantes do bairro e que, por isso, ela havia decidido se mudar com ele para Porto Velho (RO), onde mora o pai do adolescente. Ela tem outra filha, de 16 anos.

“Se ele sumia dez minutos, eu ia atrás dele. Se ele sumia meia hora, entrava em tudo quanto é beco para ver se ele estava em algum lugar. Quando achava, trazia pra casa”, diz Araújo, com a voz embargada. “Não arrumei padrasto pra nem tocar nos meus filhos. E aconteceu o que aconteceu.”

A copeira afirmou que, nos últimos dias, o bairro estava tranquilo –o que gerou apreensão. “A tensão era porque estava muita paz. Como ficou muito em silêncio, todos ficaram preocupados. Já estava havia mais de uma semana nessa paz.” 

Via email, a Secretaria de Segurança Pública não respondeu às perguntas específicas sobre as circunstâncias da morte do adolescente e voltou a dizer que a PM reagiu a disparos. Nenhum policial saiu ferido da ação.

“Os policiais foram recebidos a tiros. Ao longo de toda a ação, os policiais relatam que o combate policial se deu com aquelas pessoas que estavam em confronto e que não acataram a ordem de cessar fogo e de se entregar”, diz nota enviada pela assessoria de imprensa da pasta.

“Ressaltamos que, conforme previsão legal, um inquérito foi instaurado pela Polícia Civil, com acompanhamento da Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública. O caso também está sendo acompanhado pelo Ministério Público do Estado”, afirma a secretaria. 

Sob o governo de Wilson Lima (PSC), um ex-apresentador de programa policial, a letalidade das forças de segurança aumentou. Entre janeiro e agosto, foram registradas 49 mortes pela polícia no Amazonas, quase o dobro do mesmo período do ano passado, quando foram registradas 25 ocorrências. O episódio do bairro Crespo é a operação mais letal da história da PM do Amazonas.

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Assuntos Comando Vermelho, confronto com a polícia, facção criminosa, FDN, mortes violentas, Polícia Militar
Valmir Lima 31 de outubro de 2019
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