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Sérgio Augusto Costa

Lula e Bolsonaro: o novo teatro das tesouras

10 de fevereiro de 2024 Sérgio Augusto Costa
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tiago paiva

Por Sérgio Augusto Costa

O reestabelecimento da democracia brasileira fez surgir um grande movimento exigindo eleições diretas no Brasil, culminado com Tancredo Neves eleito presidente pelo Colégio Eleitoral formado por deputados e senadores. Tancredo faleceu antes da sua posse, tornando o seu vice-presidente, José Sarney, o novo presidente da República do Brasil.

A partir das eleições gerais de 1994, o Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Social Democrata Brasileiro (PSDB) protagonizaram as disputas eleitorais para o cargo de presidente, aparentando serem ferrenhos adversários, ou melhor, antagonistas em suas ideologias políticas: um considerado a via esquerda; o outro, a direita brasileira.

A verdade é que nunca houve oposição entre o PT de Lula e o PSDB de FHC, Serra e Alckmin (atual vice-presidente de Lula). Tais políticos apenas aplicaram a estratégia política do “teatro das tesouras”, na qual na frente dos eleitores predomina aparente oposição, mas nos bastidores os interesses e projetos comuns do establishiment detém verdadeiramente o poder do sistema político.

Em síntese, partidos e políticos progressistas-liberais criaram a tradicional oposição direita e esquerda, dividindo a opinião pública que é picotada entre duas lâminas, simulando uma competição democrática, vendendo como oposição, mas na verdade são duas faces da mesma moeda.

Dessa maneira, nota-se que não existe mais política no sentido aristotélico clássico. A política passou a ser apenas um jogo eleitoral de perde e ganha, com a contínua campanha eleitoral por meio das redes sociais para controle de seus eleitores, através de seus “cercadinhos”, mantendo o poder nas mãos do sistema, criando militâncias ideológicas que cultuem a personalidade de seus ídolos políticos, ao tempo que essa mesma massa conectada protege a figura central do poder.

Essa polarização se acirrou nas eleições de 2014 e foi potencializada em 2018 com surgimento do candidato Jair Messias Bolsonaro, o qual passou a ser tratado como “mito” por disseminar que a esquerda é o mal e a direta a alternativa para se livrar desse mal. Infelizmente, muitos ainda acreditam neste “mito”, porém a verdade é que a esquerda e a direita são o próprio mal. Mesmo assim, alguns quando na melhor das hipóteses reconhecem o mal da direita, votam em tal segmento ideológico com a desculpa de ser o “mal menor”.

Com a chegada ao poder de Bolsonaro, a direita ideológica almejava novos ares para política nacional, especialmente aniquilando o petismo de Lula. Ledo engano: em meados de 2020, começa a cair a máscara da nova versão do teatro das tesouras entre Lula e seu “opositor”, Bolsonaro. Este, jogando o disfarce de quem o elegeu, ou seja, deixando de lado as pautas conservadoras, aliou-se ao “centrão” e, durante seu governo, todo um solo progressista liberal foi fertilizado com assistencialismo, feminismo, aceleração de toda agenda ambiental e racial, enquanto no “cercadinho”, para seus eleitores, despejava bravatas, apascentando os anseios da direita ideológica que o via como grande líder e “salvador” da Pátria.

Na verdade, Bolsonaro atuou consciente e com propósito claro de manter-se no poder, sustentando a direita com tolices como guerra cultural, comunismo e hipocrisia da esquerda, enquanto nos bastidores, ele e seus aliados, como Valdemar Costa Neto, Roberto Jeferson e todo o “centrão” reformulavam a política brasileira.

Como os eleitores da direita puderam esquecer ou fingir esquecimento da participação ativa desses políticos nos crimes desmantelados pelas operações do “Mensalão”, “Petrolão” e “Lava Jato”? E o pior: tais personas serem tidas como conservadores, defensores da moral, da pátria, da família e da Igreja. Para tanto, não esperavam ser derrotados pela força do sistema que eles mesmo nutriram com a criação das emendas de relator e do orçamento secreto, ressurgindo, então, o terceiro mandato de Lula.

O novo pacto político é consolidar governos progressistas liberais, em que candidatos irão investir em seduzir eleitores evangélicos, criticar o identitarismo e serão moldados a discorrer sobre obras públicas, transporte público, mobilidade urbana, tarifa social e uma pitada de segurança pública, deixando a discussão de pautas ideológicas para a militância, que continuará a ser alimentada em seus “cercadinhos”. As Escrituras nos alerta: “Porque os falsos Messias falam sua mentira com tanta propriedade e convicção que sua ficção se torna verdade.” (Mt 24:24)

E assim como Bolsonaro não teve piedade de rifar os valores de seus eleitores em troca de ganhos pessoais e políticos, da mesma forma Lula trata de extirpar de seu lado os seus elementos ideológicos como: MST, prerrogativas, movimentos sindicais, ambientalistas marinistas e nem por tudo isso será chamado de “golpista”.

Portanto, os falsos políticos continuam atraindo multidões por meio de manipulação ideológica, vendem a imagem do líder que irá salvar o Brasil. No entanto, o dia em que o eleitor olhar para um liberal com a mesma repulsa com que olha para um comunista ou progressista, ambos os quais só desejam poder e dinheiro, começará a entender como funciona o jogo político e que o establishiment é o único vencedor nas eleições.


Sérgio Augusto Costa da Silva – Delegado de Polícia, Bacharel em Direito e Teologia, pós-graduado em Direito Público, Penal e Processo Penal, MBA em Gestão Financeira e Contábil no Setor Público-UEA, Pós-graduando em Gestão de Tecnologia aplicada à Segurança de Dados-UEA e Mestrando em Segurança Pública- UEA.

Os artigos publicados neste espaço são de responsabilidade do autor e nem sempre refletem a linha editorial do AMAZONAS ATUAL.

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Assuntos Bolsonaro, democracia, ideologia, Lula
Valmir Lima 10 de fevereiro de 2024
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1 Comment
  • Rabelo disse:
    13 de fevereiro de 2024 às 12:35

    Muito bom esse esclarecimento.

    Responder

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