O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Líder do governo defende liberação de recursos para vacinas ainda em 2020

9 de dezembro de 2020 Dia a Dia
Compartilhar
(Foto: Divulgação/ PR)
Bernardo Caram e Thiago Resende, da Folhapress

BRASÍLIA – Diante de entraves no Orçamento de 2021, o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), defende que o governo aproveite as regras flexíveis das contas públicas neste ano para que sejam liberados ainda em dezembro os recursos necessários para vacinar a população brasileira contra o coronavírus.

O deputado disse à Folha de S.Paulo que as vacinas podem ser compradas em 2020 se forem aprovadas rapidamente pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Se esse cenário não se confirmar, ele defende que o governo e o Congresso aprovem a liberação das verbas neste ano mesmo que não haja certificação das vacinas.

“Assim que o ministro da Saúde tiver condições, ele bate o martelo e compra as vacinas, só é preciso que tenha [autorização da] Anvisa, FDA (agência de regulação de medicamentos dos Estados Unidos), alguma certificação. No caso da AstraZeneca, nós compramos ainda antes da certificação. Pode-se fazer isso e aproveitar o Orçamento deste ano. Não há previsão desse tipo de despesa no ano que vem fora do teto de gastos”, afirmou.

Devido à pandemia, estão em vigor até 31 de dezembro deste ano um decreto de calamidade pública e o chamado Orçamento de guerra. As duas medidas afrouxaram regras fiscais para que o governo pudesse ampliar gastos relacionados ao combate ao coronavírus.

Em pouco mais de três semanas, com a virada para 2021, essas medidas deixarão de valer, e o governo terá de respeitar o teto de gastos, a regra de ouro e a meta fiscal.

A norma do teto impede o crescimento das despesas acima da inflação do ano anterior. A regra de ouro barra a alta do endividamento. A meta fiscal define quanto o governo se propõe a ter de rombo ou superávit nas contas públicas.

Barros afirma que o governo não planeja prorrogar o período da calamidade pública e do Orçamento de guerra.

O deputado ressalta que o TCU (Tribunal de Contas da União) já permitiu que sobras de recursos liberados em 2020 sejam usadas em 2021. Portanto, seria possível autorizar as verbas neste ano e gastá-las efetivamente apenas no ano que vem.

“Nós temos recursos. O TCU autorizou a execução dos restos a pagar. Então é só escolher as vacinas, empenhar essa verba neste ano e pagar no ano que vem quando houver possibilidade da certificação”, explicou.

O presidente da comissão da Câmara que trata de medidas contra a pandemia, deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), lembrou que uma lei aprovada neste ano pelo Congresso permite que a Anvisa autorize, de forma excepcional e temporária, medicamentos e insumos usados no combate à pandemia. O prazo pode ser de até 72 horas.

Para isso, basta que a vacina tenha recebido aval de órgãos de outros países, como o FDA, dos Estados Unidos.

“É um avanço muito grande. Se aprovarem uma vacina no exterior, a gente consegue trazê-la em tempo recorde”, disse Luizinho.

A deputados, integrantes do Ministério da Saúde informaram que está em negociação um decreto para que a pasta tenha um orçamento mais flexível no próximo ano, já que ainda será necessário enfrentar o aumento no número de casos de Covid-19 e vacinar a população.

Na semana passada, o Congresso aprovou R$ 1,9 bilhão para aquisição de vacinas. O valor deve financiar a produção de 100 milhões de doses da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela farmacêutica britânica AstraZeneca e a Universidade Oxford, no Reino Unido.

Como a vacina é oferecida em duas doses, com esse montante seria possível imunizar cerca de um quarto da população do Brasil.

Se eventualmente a opção fosse pela compra desse mesmo imunizante para atender a toda a população, ainda seria necessário liberar pelo menos mais R$ 6 bilhões.

Reportagem da Folha de S.Paulo desta quarta-feira, 9, mostrou que técnicos do Ministério da Economia já trabalham com a possibilidade de prorrogar o estado de calamidade e o Orçamento de guerra caso ocorra uma segunda onda da Covid-19. Sem as medidas, a avaliação é que não haverá espaço para ampliar gastos.

O ministro Paulo Guedes (Economia) defende a volta do Orçamento de 2021 à normalidade. No entanto, membros da área técnica da pasta, reservadamente, já reconhecem que o governo terá de afrouxar regras fiscais se a pandemia se agravar.

Entre especialistas, a percepção é que serão necessários gastos extraordinários mesmo que os casos da doença caiam. Isso porque haverá demanda por serviços de saúde e necessidade de comprar e distribuir vacinas.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), concorda com a avaliação de Barros sobre liberar os recursos das vacinas ainda neste ano.

Apesar de reconhecer que pode haver revisão das previsões, Gomes disse que o cenário atual é de extinção da calamidade pública no fim deste ano.

“Embora seja iminente a segunda onda, você tem uma outra situação de estrutura de saúde, economia em recuperação. Ainda não se sabe a velocidade que a vacina será disponibilizada, pode ser que exista dúvida, mas, neste momento, não há precisão em dizer que será necessário prorrogar a calamidade. Hoje, o cenário indica que o encerramento será em 31 de dezembro”, afirmou.

Para o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), a campanha de imunização é uma prioridade e os procedimentos devem ser feitos de forma célere para que a vacinação comece o quanto antes.

Sobre a possibilidade de ampliar gastos em 2021, o senador diz não ter recebido orientação do Palácio do Planalto para eventual afrouxamento das regras fiscais no ano que vem.

“A orientação é trabalhar sem nenhuma previsão de prorrogação do estado de calamidade”, afirmou.

Notícias relacionadas

Motociclista morre ao bater poste em avenida de Manaus

Agendamento para renovação de CNH demora até um mês em Manaus

Moraes suspende Lei da Dosimetria em pena de condenada pelo 8 de Janeiro

Cooperativa diz que carro invadiu contramão em acidente fatal na BR-174

Avião sai da pista após pousar no aeroporto de Salvador

Assuntos governo, liberação, recursos, vacinas
Redação 9 de dezembro de 2020
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Eduardo Braga
Política

Braga propõe aumentar controle de ONGs que recebem financiamento estrangeiro

8 de maio de 2026
Manejo sustentável do pirarucu valoriza atividade de povos e comunidades tradicionais em áreas protegidas (Foto: Floresta+Amazônia)
Economia

Governo vai pagar comunidades por manejo do pirarucu no Amazonas

6 de maio de 2026
Grupo de trabalho terá participação de técnicos de ministérios (Foto: José Cruz/ABr)
Economia

Governo autoriza nomeação de 3.147 aprovados no Enem dos concursos

22 de abril de 2026
O caso é investigado pela Polícia Civil do Amazonas (Foto: WhatsApp/Reprodução)
Dia a Dia

Jovem suspeito de zoofilia é preso e solto em seguida em Manaus; cadela morreu

3 de janeiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?