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Dia a Dia

Justiça mantém prisão de trio acusado das mortes de Dom Phillips e Bruno Pereira

19 de janeiro de 2023 Dia a Dia
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Amarildo
Amarildo da Costa Oliveira foi denunciado por envolvimento no crime (Foto: Reprodução)
Por Felipe Campinas, do ATUAL

MANAUS – O juiz Fabiano Verli, da Justiça Federal do Amazonas, manteve a prisão preventiva de Amarildo da Costa de Oliveira, o ‘Pelado’; Oseney da Costa de Oliveira, o ‘Dos Santos’; e Jefferson da Silva Lima, o ‘Pelado da Dinha’. Eles são acusados de envolvimento nas mortes do indigenista Bruno Araújo Pereira e do jornalista Dom Phillips, em junho de 2022.

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O trio foi preso pela Polícia Federal em junho e agosto no Vale do Javari, no oeste do Amazonas, local onde as vítimas foram assassinadas. Em julho, após Amarildo e Jefferson confessaram o crime e testemunhas apontarem a participação de Oseney, os três foram denunciados pelo MPF (Ministério Público Federal) por duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Na última terça-feira (17), ao manter a prisão preventiva do trio, Verli considerou a gravidade do crime. Bruno foi morto com três tiros, sendo um deles pelas costas, sem qualquer possibilidade de defesa, o que também qualifica o crime, e Dom foi assassinado apenas por estar com Bruno, de modo a assegurar a impunidade pelo crime anterior.   

“Não vejo qualquer ilegalidade ou mudança relevante do estado de coisas que implique a cessação desta medida cautelar. O crime é muito grave, um duplo homicídio qualificado envolvendo inúmeras testemunhas e situações numa terra erma, de modo que a possibilidade de não se manter à disposição da Justiça é tentadora e a periculosidade é manifesta”, disse Verli.

De acordo com o MPF, já havia registro de desentendimentos entre Bruno e Amarildo por pesca ilegal em território indígena. O que motivou os assassinatos foi o fato de Bruno ter pedido para Dom fotografar o barco dos acusados, o que é classificado pelo MPF como motivo fútil e pode agravar a pena.

Os outros três investigados (Jânio, Laurimar e Amarílio) foram presos em agosto, com dois irmãos de Amarildo: Otávio e Eliclei Costa de Oliveira. Eles são suspeitos de participar da ocultação dos corpos de Bruno e Dom.

Em outubro passado, Fabiano Verli determinou a transferência de Amarildo, Oseney, Jefferson e Rubens da Silva Villar para um presídio federal de segurança máxima. O magistrado apontou um “receio de queima de arquivo”.

Leia mais: Juiz cita ‘queima de arquivo’ e manda tirar ‘Pelado’ de Manaus

O advogado Aldo Raphael de Oliveira, que representa os investigados, pediu a soltura deles em outubro. Ele alegou que acusados foram torturados, além de estarem sendo privados de alimentação adequada e banho de sol. O juiz rejeitou o pedido.

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Assuntos Caso Dom e Bruno, destaque, Justiça Federal, oseney, prisão preventiva
Felipe Campinas 19 de janeiro de 2023
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