O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Júri condena a 50 anos réu acusado de morte de menina achada em mala

13 de maio de 2021 Dia a Dia
Compartilhar
Julgamentos envolvem crimes contra a vida nas sessões do Tribunal do Júri (Foto: Divulgação)
Júri popular condenou nesta quarta-feira, 12, Carlos Eduardo dos Santos (Foto: Divulgação)
Por Karina Baran, da Folhapress

CURITIBA – Um júri popular condenou nesta quarta-feira, 12, Carlos Eduardo dos Santos, 55, a 50 anos de prisão pela morte da menina Rachel Genofre, 9, cujo corpo foi encontrado dentro de uma mala abandonada na rodoviária de Curitiba (PR), em novembro de 2008.

O julgamento durou cerca de 11 horas. O acusado admitiu que estuprou a menina, mas negou que a tenha matado. Por quatro votos a um (atingida a maioria, os votos dos dois outros jurados foram descartados), o júri entendeu que ficou comprovada a autoria do crime.

Santos foi condenado a 40 anos por homicídio duplamente qualificado, mediante meio cruel (asfixia) e para assegurar a ocultação do crime de estupro, além de ocultação de cadáver. O juiz ainda determinou o acréscimo de dez anos à pena por atentado violento ao pudor.

Somente pessoas autorizadas puderam acompanhar o júri, já que o caso tramitava em sigilo. Representantes de movimentos de defesa dos direitos das mulheres e familiares da vítima protestaram do lado de fora pedindo pela condenação. Santos acompanhou o julgamento por videoconferência, da Penitenciária de Sorocaba (SP), onde já estava preso por outros crimes.

O caso ficou sem solução por quase 11 anos, até que, em setembro de 2019, o material genético de Santos foi colhido da prisão e inserido num software que fez o cruzamento de dados entre os bancos de DNA de São Paulo e do Paraná.

Seu DNA conferiu com o material encontrado no corpo da menina. Na ocasião, ele confessou o crime, segundo a polícia.

Cerca de cem exames de confronto de DNA já tinham sido realizados no caso Rachel, todos com resultado negativo. Ao longo dos anos, as investigações apontaram outros suspeitos, que chegaram a ser presos, mas foram liberados por falta de compatibilidade do material genético. Alguns foram interrogados em quatro estados do Brasil.

Ao G1, a mãe de Rachel, Maria Cristina Logo, disse que sentiu “um pouco de alento” após o veredicto. “Ela infelizmente a gente não tem como trazer de volta, mas é uma vitória muito grande para as nossas crianças. É um motivo a mais para a gente lutar pela proteção deles”.

Em nota, o advogado que representa o pai da menina, Michael Genofre, afirmou que o resultado do julgamento é um marco para casos de assassinato e violência contra a infância.

“Esta data ficará guardada na memória de todos aqueles que lutaram por justiça em nome de Rachel e em defesa das crianças e das mulheres. Que nenhuma criança se sinta insegura, que o Estado cumpra seu papel de proteger seus cidadãos e evitar que crimes bárbaros como este ocorram novamente”, afirmou Daniel da Costa Gaspar.

A advogado do réu, Roberto Rodrigues, disse que eventual recurso só deve ser movido para contestar a pena aplicada pelo juiz que presidiu a sessão.

Além do DNA, outras provas apontavam Santos como autor do crime. Na época, ele morava no centro de Curitiba, próximo à escola em que Rachel estudava. Foi no trajeto de 200 metros entre o colégio e o ponto de ônibus que a menina sumiu, em 3 de novembro de 2008.

De acordo com a acusação, o réu abordou a menina na saída da escola fingindo ser produtor de um programa infantil de televisão e a convenceu a acompanhá-lo até o local em que estava hospedado.

À polícia, na confissão, Carlos Eduardo contou que Rachel pediu para avisar os pais, mas que ele disse que era melhor falar com eles depois.

O corpo dela foi encontrado dois dias depois, enrolado em lençóis, em uma mala abandonada sob uma escada na rodoviária da capital. Havia sinais de violência e estrangulamento.

Santos estava preso desde 2016, condenado a 22 anos de prisão por uma lista de crimes que incluem dois estupros, ocorridos em 2002, em São Paulo, além de estelionato, roubo e falsificação de documentos.

Segundo a polícia, em 1985, ele também abusou sexualmente de uma menina de quatro anos em São Vicente (SP).

Notícias relacionadas

Lei cria premiação em dinheiro para servidores da saúde em Manaus

Justiça reduz pena de prisão de homem que ateou fogo na esposa

‘Fogo cruzado’: professor tem que ensinar e também identificar ameaça

Escola deve ser suporte para identificar violência contra crianças e adolescentes

Prefeito usa farda de gari para entregar caminhões de coleta de lixo

Assuntos condenação, mala, menina
Redação 13 de maio de 2021
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Ministro Luiz Fux preside sessão virtual do STF: decisão sobre tarifas públicas (Foto: Nelson Jr/SC/STF)
Política

Fux revisa voto e decide absolver 10 réus da trama golpista condenados pelo STF

12 de abril de 2026
Política

Defesa de Carla Zambelli apela à Justiça da Itália para tentar reverter a extradição

10 de abril de 2026
Política

STF tem maioria para manter condenação de oficiais da PM-DF pelo 8/1

21 de fevereiro de 2026
Política

Daniel Almeida é condenado a indenizar Salazar por acusação nas redes sociais

18 de fevereiro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?