O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
>Política

Juíza bloqueia R$ 47,2 milhões de ex-secretários e empresários no Amazonas

4 de outubro de 2019 >Política
Compartilhar
waldívia alencar seinfra
A denúncia é baseada em parecer do MPC referente à prestação de contas da secretaria no ano de 2009 (Foto: Reprodução/Facebook)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – A juíza Etelvina Lobo, da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital, bloqueou R$ 47,2 milhões dos ex-secretários de Infraestrutura (Seinfra) Waldívia Alencar e Orlando Mattos Júnior e de cinco empresas em ação do MP-AM (Ministério Público do Estado do Amazonas) que aponta irregularidades em contratos do Estado. A denúncia é baseada em parecer do MPC (Ministério Público de Contas) referente à prestação de contas da secretaria no ano de 2009.

A magistrada bloqueou R$ 15,1 milhões de Waldívia Alencar, R$ 8,4 milhões de Orlando Mattos Júnior e R$ 10,2 milhões da Construtora Soma e dos empresários Mauro da Silva e José Sodré Neto. Também houve bloqueio de R$ 4,3 milhões da Construir Indústria de Cerâmica e de Francisco Marques; e de R$ 4,2 milhões da Tarumã Construções e de Raman Neves Júnior.

A Plastiflex Empreendimentos e o empresário Aydamo Campos tiveram R$ 4 milhões retidos e a Construtora Ponctual Corporation e o empresário Andrey Machado, R$ 718,4 mil indisponíveis.

De acordo com o MP, o parecer nº 3014/2011 de autoria do procurador de contas Ruy Mendonça aponta diversas irregularidades em três cessões (02/09, 08/09 e 16/09) e 12 contratos (022/09, 27/09, 37/09, 42/09, 46/09, 57/09, 59/09, 62/09, 63/09, 64/09, 66/09 e 68/09) todos firmadas em 2009. Entre as irregularidades estão superfaturamento, alteração de planilha, inconsistência no projeto executivo e descumprimento de cronograma.

O MPC identificou ausência de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), de planilha orçamentária, de composição de custo unitário, de termo de recebimento, de justificativa para termo aditivo e de diário de obra e vistoria. Há também ausência de laudo de vistoria, de projeto executivo e de comprovação de fiscalização.

Ainda de acordo com o MP, apesar de o TCE (Tribunal de Contas do Amazonas) não ter exarado o acórdão no processo nº 1481/2010, “restou incontroverso (…) a existência de irregularidades gravíssimas nas contas da SEINF (atual Seinfra) no ano de 2009”. Ao receber a ação do MP-AM, Etelvina Lobo mandou citar os réus para apresentar contestações.

Concreto Armado

Waldívia Alencar foi presa no dia 18 de abril do ano passado na Operação Concreto Armado, suspeita de envolvimento em esquema de fraudes em contratos de obras da Seinfra. Ela foi solta no dia 23 do mesmo mês com o fim do prazo de cinco dias da prisão temporária. O juiz Glen Hudson Paulain Machado alegou não haver motivos para a prorrogação.

Leia a íntegra da decisão:

https://issuu.com/amazonasatual/docs/document__1__a9b78e086520ca

Notícias relacionadas

Juiz rejeita ação contra prefeito de Manaus por mosaico colorido

Justiça arquiva ações contra ex-secretários e construtoras no AM

Gilmar pede vista e suspende julgamento sobre mudanças na lei de improbidade

MP dribla afrouxamento da lei e amplia ações contra políticos por improbidade

PGR defende que político pode ser julgado pelo TSE e pela Justiça Comum

Assuntos improbidade administrativa, Seinfra-AM, Waldívia Alencar
Felipe Campinas 4 de outubro de 2019
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

A casa de farinha foi inaugurada neste domingo (16) (Foto: João Viana / Semcom)
Política

Juiz rejeita ação contra prefeito de Manaus por mosaico colorido

17 de outubro de 2025
Dia a Dia

Justiça arquiva ações contra ex-secretários e construtoras no AM

31 de julho de 2024
Ministro Gilmar Mendes
Política

Gilmar pede vista e suspende julgamento sobre mudanças na lei de improbidade

19 de maio de 2024
CNJ afastou desembargadora do Tribunal de Justiça do Maranhão (Foto: Ana Araújo/Agência CNJ)
Política

MP dribla afrouxamento da lei e amplia ações contra políticos por improbidade

8 de abril de 2024

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?