O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Dia a Dia

Juiz do AM diz que pode ser punido, mas tem ‘consciência tranquila’ sobre ação no CNJ

10 de junho de 2022 Dia a Dia
Compartilhar
Luis Carlos Valois responde processo disciplinar no CNJ (Foto: Raphael Alves/TJAM)
Por Felipe Campinas, da Redação

MANAUS – O juiz Luis Carlos Valois, da VEP (Vara de Execução Pena de Manaus), afirmou, nesta sexta-feira (10), que pode até ser punido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), mas está com a “consciência tranquila” sobre irregularidades apontadas em fiscalização que motivaram a abertura de um processo disciplinar contra ele na última terça-feira (7).

“Posso ser punido, afastado, aposentado, mas tenho a minha consciência tranquila, o jurisdicionado do juiz da vara de execução penal é o preso… o juiz da execução só serve para garantir os direitos previstos na LEP e disso nenhum preso nunca reclamou de mim, faço o que posso”, afirmou Valois, em publicação no Twitter.

Na sessão ordinária, os conselheiros do CNJ aprovaram a abertura do PAD (Processo Administrativo Disciplinar) contra o magistrado e rejeitaram o pedido de afastamento dele feito pela corregedora nacional de Justiça, ministra Maria Thereza Moura. A magistrada sustentava que a permanência de Valois na VEP agravaria as irregularidades identificadas.

“As condutas irregulares supostamente praticadas pelo magistrado reclamado foram perpetradas enquanto este esteve à frente da Vara de Execuções Penais de Manaus – Juízo pelo qual o mesmo responde há quase 20 anos e cuja situação tende a agravar-se caso o magistrado nela permaneça por mais tempo”, afirmou Maria Thereza.

Em inspeção realizada em junho de 2017, os fiscais do CNJ identificaram que os servidores da VEP não tinham direcionamento quanto as suas funções cotidianas e atuavam apenas sob demanda dos presos e dos advogados. Apuraram também que os funcionários desconheciam a rotina de processamento dos pedidos e processos na Vara.

O relatório elaborado pelos fiscais relata que havia escassez de modelos de documentos padronizados no SAJ, ocasionando “grandes perdas de produtividade a todos os servidores da Vara”. Os fiscais concluíram que, se tivesse havido uma atuação mais diligente do magistrado, as falhas poderiam ter sido sanadas.

O documento relata, ainda, que Valois esteve afastado durante os meses de fevereiro e março e se afastou por mais 30 dias, devido a férias, em junho daquele ano. Os fiscais estranharam o fato de o magistrado ter se fastado por três meses em plena realização de um mutirão, deixando a Vara a cargo de um juiz auxiliar em caráter emergencial.

Ao se manifestar sobre a abertura do PAD no CNJ, Valois explicou porque estava de férias quando ocorreu o mutirão das varas criminais. Segundo ele, em janeiro de 2017, ele foi chamado para negociar o fim da rebelião no Compaj (Complexo Penitenciário Anísio Jobim), que resultou na morte de 56 detentos. “Podia ter sido mais”, disse Valois.

“Eu não estava no plantão, estava no recesso, mas fui, para ajudar. Começava o período no Brasil de se expressar o ódio contra o preso, “bandido bom é bandido morto”, mas fui porque precisavam de mim, salvei vidas. Depois fui atacado por muita gente, mas tive a consciência tranquila. Em seguida o CNJ foi fazer uma correição na vara que trabalho”, disse Valois.

“A Vara tinha 17 mil processos e 5 funcionários, coisa que eu já vinha denunciando a muito tempo para o Tribunal, sem apoio. Então, o CNJ instaurou um procedimento contra mim. Um dos argumentos inclusive é porque eu estava de licença, só que tirei licença por estar mal, doente”, completou o magistrado.

Valois afirmou que passou “vários meses muito mal depois de ajudar a retirar 56 corpos da prisão, esquartejados, sem cabeça, queimados, pedaços de corpos”. Ele disse que, por esse motivo, pediu licença das atividades, pedido atendido pelo TJAM, e não estava no dia que os fiscais do CNJ realizaram a inspeção na VEP.

O magistrado publicou um vídeo em que, segundo ele, presos pediam para conversar com ele na rebelião do Compaj, em janeiro de 2017. “Mesmo com toda a condição da vara, no dia da rebelião nenhuma reivindicação era contra a minha atuação, muito pelo contrário, os presos me queriam presente para iniciar um diálogo”, disse Valois.

Notícias relacionadas

Governo do Amazonas alega que tentou pagar dívida do passe livre, mas Sinetram recusou

Impasse entre governo e prefeitura deve deixar alunos sem passe livre em Manaus

Polícia indicia mulher que fingia ser adolescente para extorquir religiosos

MapBiomas registra queda de 31% nas áreas queimadas em 2025 no país

Bombeiros afirma que é falsa notícia sobre novo vazamento de gás em Manaus

Assuntos CNJ, Luis Carlos Valois Coêlho, manchete, processo administrativo, Vara de Execuções Penais
Felipe Campinas 10 de junho de 2022
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Estudantes precisam fazer recadastramento para garantir meia-passagem nos ônibus (Foto: Karla Vieira/Semcom)
Dia a Dia

Impasse entre governo e prefeitura deve deixar alunos sem passe livre em Manaus

21 de julho de 2026
Ônibus enfileirados no acesso ao Terminal de Integração 1: passageiros sem transporte (Foto: Divulgação)
Dia a Dia

Prefeitura nega atrasos em subsídio da passagem de ônibus; Sinetram cobra repasses de R$ 90 milhões

21 de julho de 2026
Justiça do Trabalho greve de ônibus
Dia a Dia

TRT-11 determina o fim da greve total do transporte coletivo em Manaus

20 de julho de 2026
Ônibus na garagem de empresa do transporte de passageiros: Manaus sem transporte público (Foto: Grupo Pautas Diárias/WhatsApp)
Dia a Dia

Governo do Amazonas diz que pagou R$ 31,1 milhões às empresas de ônibus

20 de julho de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?