O Amazonas Atual utiliza cookies e tecnologias semelhantes, como explicado em nossa Política de Privacidade, para recomendar conteúdo e publicidade. Ao navegar por nosso conteúdo, o usuário aceita tais condições.
Confirmo
AMAZONAS ATUAL
Aa
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Aa
AMAZONAS ATUAL
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
Pesquisar
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
    • Augusto Barreto Rocha
    • Cleber Oliveira
    • Fatima Guedes
    • José Ricardo
    • Márcia Oliveira
    • Sandoval Alves Rocha
    • Sérgio Augusto Costa
    • Tiago Paiva
    • Valmir Lima
  • Quem Somos
Siga-nos
  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos
© 2022 Amazonas Atual
Política

Janot aponta propina de R$ 350 milhões para o PMDB da Câmara

10 de setembro de 2017 Política
Compartilhar
Eduardo Cunha e PMDB da Camara
Eduardo Cunha era um dos parlamentares que comandavam o esquema de propina na Câmara (Foto: Zeca Ribeiro/CD)

Do Estadão Conteúdo

BRASÍLIA – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, deixou rastros de uma das últimas flechas que pretende atirar em direção ao presidente da República, Michel Temer, na denúncia do envolve integrantes do PT, Lula e Dilma Rousseff. Janot aponta que o PMDB da Câmara recebeu, pelo menos, R$ 350 milhões do esquema de corrupção e cartel na Petrobrás.

A denúncia, que será encaminhada nesta semana ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, relator da Lava Jato, foi preparada para ter como alvo direto o presidente, apesar de Temer não ser investigado no inquérito que apura o pagamento de propinas a deputados do PMDB.

Em agosto, Fachin negou a inclusão do presidente no inquérito que apura se deputados do PMDB formaram uma organização criminosa que atuou na Petrobrás e na Caixa. A decisão também foi estendida aos ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Janot tenta imputar a Temer a liderança do grupo político peemedebista na Câmara formado por aliados dele como os ex-presidentes da Casa Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, presos acusados de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações, o grupo político recebeu de 1% a 5% de propina desviados de recursos de contratos da Petrobrás. Um dos operadores do esquema é o corretor Lúcio Funaro, que admitiu em colaboração premiada intermediar repasses aos peemedebistas.

Um dos pontos da nova denúncia envolve o período da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em 2006. De acordo com o procurador-geral da República, o PT buscou no PMDB apoio para recompor a base afetada com as denúncias do mensalão. O governo, na época, queria a aprovação da prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que estava nas mãos do PMDB, sob relatoria Cunha.

Na denúncia apresentada no dia 5, Janot sustenta que esses temas foram negociados com “Michel Temer e Henrique Eduardo Alves, na qualidade de presidente e líder do PMDB”. Alves está preso desde junho pela Lava Jato. Os dois, segundo Janot, “concordaram no ingresso do PMDB da Câmara na base do governo em troca de alguns cargos” como a presidência de Furnas, o Ministério da Integração Nacional, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a Diretoria Internacional da Petrobrás, entre outros”. No dia 30 de novembro de 2006, o Conselho Nacional do PMDB, presidido à época por Michel Temer, aprovou a integração da legenda à base aliada do governo Lula.

Ao todo, foram feitas 15 indicações políticas. Entre elas, o ex-ministro Geddel Vieira Lima, que foi preso anteontem após a Polícia Federal descobrir um “bunker” supostamente mantido pelo peemedebista em Salvador. No local, foram apreendidos R$ 51 milhões.

“Criminalização”

Com a denúncia do PMDB da Câmara, Janot encerrará as investigações contra integrantes dos três principais partidos acusados de receber dinheiro desviado da Petrobrás. Os “quadrilhões” do PT, PP e PMDB, juntos, somam cerca de R$ 3 bilhões desviados.

O procurador-geral destaca nas denúncias do “quadrilhão” da Lava Jato que “não se trata aqui de ‘criminalizar a política’”, mas de atacar irregularidades. “Não há nem pode haver exercício regular da atividade política contra a Constituição, as leis do País e em detrimento justamente da sociedade que se pretende governar.”

Ao se dirigir a Fachin na semana passada, o procurador-geral disse que era “importante registrar que não há ilicitude por si só nas tratativas descritas”. Segundo o Janot, “o ilícito não está na constituição de alianças políticas, mas, sim, no uso delas como ferramenta para se arrecadar, a partir dos negócios firmados no âmbito destes cargos, propina”. “No lugar de negociações políticas, temos negociatas ilícitas nas quais a moeda de troca não era simplesmente divisão de poder para governar, mas, sim, a compra de apoio político com a utilização de dinheiro público.”

“Governabilidade”

O PMDB, por meio de sua assessoria de imprensa, negou envolvimento em ilícitos. O partido afirmou que toda sua arrecadação é legal, declarada e foi aprovada pela Justiça Eleitoral. O advogado de Temer, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, disse que a Câmara dos Deputados negou autorização para o prosseguimento de processo contra o presidente.

Para ele, ao pedir a inclusão do presidente no inquérito do “quadrilhão”, ficou “evidente o desprezo de Janot pela governabilidade e pela tranquilidade da Nação”. Cunha e Alves negam as acusações. A defesa de Geddel disse que só vai se manifestar após ter acesso à denúncia.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Notícias relacionadas

Segundo turno começa no exterior; brasileiros na Nova Zelândia são os primeiros a votar

PGR pede que STF suspenda restrições do TSE ao transporte de indígenas para votação

Freixo chama Flávio de ‘vagabundo’ após fala sobre morte de menina em debate

Paulista Arthur do Val critica Flávio por dizer que Zona França está garantida

Flávio defende inocência de policial acusado pela morte de Ana Clara

Assuntos Amazonas, Lava Jato, Petrobras, Procurador Geral, Propina, Rodrigo Janot
Valmir Lima 10 de setembro de 2017
Compartilhe
Facebook Twitter Pinterest Whatsapp Whatsapp LinkedIn Telegram Email Copy Link Print
Deixe um comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

Política

Paulista Arthur do Val critica Flávio por dizer que Zona França está garantida

24 de outubro de 2026
Bairro Petrópolis encoberto pela fumaça. Na área de Aparecida, a concentração de partículas poluentes é pior (Foto: AM ATUAL)
Dia a Dia

‘Naturalização’ da fumaça em Manaus expõe omissão e improviso público

24 de outubro de 2026
Eneva
Especial Publicitário

Eneva amplia oportunidades de emprego, qualificação e geração de renda no Amazonas

23 de outubro de 2026
MEI
Economia

Amazonas teve segundo maior número de empresas inadimplentes no Norte

23 de outubro de 2026

@ Amazonas Atual

  • Inicial
  • Política
  • Economia
  • Dia a Dia
  • Esporte
  • Polícia
  • Expressão
  • TV Atual
  • Lezera Pura
  • Serviços
  • Variedades
  • Saúde
  • Negócios
  • Tecnologia
  • Colunistas
  • Quem Somos

Welcome Back!

Sign in to your account

Lost your password?